Chegou finalmente ao fim um período especialmente complicado. A exposição e a organização das festas anuais foram praticamente o nosso dia-a-dia desde Julho e, por vezes, essa simultaneidade gerava alguns conflitos de interesse difíceis de gerir. Claro que também teve momentos agora absolutamente hilariantes como a ideia peregrina, da autoria de alguém "menos sensível às questões culturais", em querer colocar uma arca frigorífica no espaço da exposição para acondicionar os frangos que iriam ser confeccionados durante os festejos. Seja como for, terminou o stress e, finalmente, já estamos a gozar algum tempo de descanso, intercalado contudo com um novo projecto de website para uma marca emergente no mercado.
Já tivemos entretanto oportunidade de fazer alguns passeios: um até Penha Garcia e, o mais recente, pela Extremadura Espanhola.
Fósseis de Penha Garcia

De Segura a Marvão... passando pela Ponte de Alcântara
Durante um dia inteiro percorremos parte da Extremadura espanhola, cruzando a fronteira em Segura. Outrora de vital importância na guarda da fronteira do Erges (foi por aqui que entraram os franceses de Junot), trata-se actualmente de uma vila com cerca de 400 habitantes onde o tempo parece ter parado.

Dedicada a Trajano, o arco de triunfo que ostenta no centro do tabuleiro faz dela um exemplar único da arquitectura romana. Um pouco mais a montante do Tejo ergue-se a barragem de Alcântara com a sua extensa albufeira.
Quanto à vila em si, quem for visitá-la ao Domingo pode esquecer as intenções de visitar os seus monumentos mais apelativos pois tudo está encerrado. As ruas da vila são interessantes, especialmente a rua principal que liga ao extremo da fortaleza com vista para o Tejo. Casas brancas e, porta sim porta não, possuindo um brasão.

Finalmente Marvão...

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