domingo, novembro 21, 2010

Fotografias do “Míscaros” 2010 – Festival do Cogumelo

Em primeiro lugar, há que dizer que esta 2ª edição do festival Míscaros ultrapassou largamente a edição anterior, em parte graças à meteorologia favorável deste ano.

Com mais gente nas ruas, mais animação, mais portas abertas com tasquinhas e lojinhas de artesanato, parecem estar lançadas as bases para um festival que promete colocar a aldeia do Alcaide no mapa dos festivais temáticos da região.

Existem no entanto algumas coisas a melhorar no desenvolvimento da atractividade, como por exemplo preço a que as micro-doses de bebidas são vendidas. 1 euro por uma dose que, se não for bebida depressa, corre o risco de evaporar, não é nada simpático.

Entretanto, partilho aqui com vocês alguns instantâneos do ambiente do festival na noite passada.

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Muita gente nas ruas, aqui ao redor de uma das várias bandas que animaram o evento.

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Um dos espaços surpreendentes do evento. O pátio de um solar onde se instalaram algumas tasquinhas e um palco…

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…à frente do qual, um cidadão anónimo surpreendeu tudo e todos com os seus dotes de dançarino que lhe valeram o epíteto circunstancial de “Rei da Pista”.

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No Cantinho dos Cogumelos, onde se bebia a preço simpático, o ambiente esteve animado com a actuação dos irreverentes e saltitões “Pas de Problème”.

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Na cave do solar de João Franco, Presidente do Conselho durante o reinado de D.Carlos I, foram instaladas várias lojinhas de artesanato, entre elas a da nossa Martinha, que ali expôs toda a sua mestria.

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…que obviamente despertou grande interesse.

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Ao longo das ruas da aldeia foi possível encontrar vários pormenores deliciosos, como esta genuína e mítica motorizada Casal.

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Para deliciar o paladar dos visitantes, a Escola de Hotelaria e Turismo do Fundão instalou-se por estes dias no Casa Cunha Leal, convertida em restaurante. A ementa vale bem a pena, servida com mestria pelos nossos futuros profissionais da hotelaria.

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Depois de um belo jantar, a visita às tasquinhas impõe-se. Todas elas decoradas, com maior ou menor afinco, com a temática do festival.

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Medronho, cidreira, coco, agrião, rosmaninho, amora, figo, cereja,… a lista de licores era infindável.

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A Tasca do Levezinho. Nascida na Festa da Cereja de Alcongosta, não deixa de participar nos outros festivais da região.

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Uma tasquinha algo escondida mas sensacional na sua decoração. Foi eleita de forma unânime pela Junta Directiva do Blog do Katano como a mais acolhedora do Festival. Aquele licor de figo da Índia estava daqui (agora estou a segurar o lóbulo da orelha direita com o polegar e o indicador da mão direita, fazendo pequenos movimentos oscilatórios).

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