quarta-feira, outubro 03, 2012
Parece que há um ET no Barcelona...
... isto de acordo com as palavras do treinador do Benfica, na conferência de imprensa após o jogo de ontem que terminou com a vitória dos catalães por 2-0.
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Sabem qual é a diferença entre o Gaspar e o Gaspar?
Sabem qual é a diferença entre o Gaspar da direita e o Gaspar da esquerda?...
O da direita tem amigos.
Fotos: Inteligência Económica, RTP1
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segunda-feira, outubro 01, 2012
Até sempre, Dª Maria Alcina
Começou infelizmente da pior forma esta semana, quando ao chegar a Caria, fui informado do falecimento, durante o fim-de-semana, da Dª Maria Alcina Patrício, um imenso ser humano e um verdadeiro exemplo de vida. O pesar divide-se entre o sentimento de perda de 93 anos de histórias e conhecimentos acumulados que faziam dela um verdadeiro e precioso livro e, sobretudo, a constatação, ainda em fase de aceitação, de que aquele incomparável sorriso já não entrará mais pela porta do nosso escritório, para o encher com a sua alegria.
O pequeno computador que era uma das suas principais distracções foi aliás o motivo pelo qual acabámos por nos conhecer. Era a sua via de comunicação com os familiares mais distantes e com o resto do Mundo também, fosse através do Skype ou do E-mail. Não demorou muito a aderir também ao Facebook, motivada pela sua afilhada: -"A minha afilhada está-me sempre a falar de uma coisa chamada Facebook. O que é isso? Eu também posso ter?". Este foi aliás o mote para várias tardes na sua companhia quando, depois de lhe ter criado a sua página, lhe fui explicando o essencial do seu funcionamento. Às dificuldades próprias da idade, respondia com uma tremenda persistência e uma curiosidade admiráveis, próprias não de uma idosa mas de uma criança que descobre o Mundo.
Tinha tanto de dinâmica como de generosa e não esquecerei a forma como se prontificou para gravar uma mensagem em vídeo de encorajamento para a minha mãe, na sequência do acidente que esta tivera e que, apesar das dores que sentia, foi capaz de lhe arrancar um sorriso.
Como ela própria dizia, não tinha tempo para se sentir sozinha, já que os seus dias eram totalmente preenchido pelas suas inúmeras ocupações, que ela própria ia renovando. Era artista plástica, cantora (criou inclusive o grupo das Cantadeiras de Caria), actriz (criou uma personagem "Ti Maria", que contava contos tradicionais, com a dicção popular do século XIX), tocava adufe, viola, piano mas, como se não fosse suficiente, e porque era dona de um temperamento imparável e incansável, começara também a ter aulas de cavaquinho!
Veio visitar-nos pela última vez há cerca de duas semanas. Estava anormalmente cansada e chegou a confessar o seu receio, premonitório como infelizmente se viria a verificar, em já não recuperar desta partida que o seu coração, enorme mas cansado, lhe parecia querer pregar. Ainda assim, ao sair, virou-se para trás e ainda atirou "Olhe, peça à sua Ana para arranjar alguma coisa para me pôr boa!" e rematou a frase com o seu inesquecível sorriso. Nem poderia ser de outra forma.
quinta-feira, setembro 27, 2012
Algo a que ninguém esperaria assistir durante um exame de engenharia!
Em Toronto, o dia prometia ser apenas mais um dia soalheiro e rotineiro, excepto para as dezenas de alunos da Universidade de Toronto que tinham à sua espera mais um exame de engenharia. No entanto, aguardava-os uma enorme surpresa...
Confesso que se alguém se tivesse à época lembrado de fazer algo do género, os meus primeiros exames de Física Aplicada teriam sido muito menos dramáticos, embora me seja difícil imaginar um senhor algo idoso, de colete de malha e laçarote, subir para cima da sua mesa para tocar violino.
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sexta-feira, setembro 21, 2012
Macau é um país?
Longe vão já os meus tempos de frequência do ensino primário, uma etapa que, modéstia à parte, foi cumprida com notável desempenho, apesar do risco de desenvolvimento de uma certa agorafobia dado, que numa sala preparada para 30 alunos, eu partilhava o fascínio da aprendizagem com 5 ou 6 colegas.
Eu tinha aquilo que se pode caracterizar de síndrome do comportamento obsessivo pós-período curricular (tentei inventar algo pomposo e isto foi o melhor que consegui). Mas de que se tratava afinal este síndrome do comportamento obsessivo pós-período curricular? Basicamente nisto: sempre que conseguia acabar mais cedo as tarefas de que a professora me incumbia, pedia licença para me dirigir à biblioteca da escola, ou seja, o armário mais moderno da sala no qual se encontravam dispostos os livros da escola. Aí, devorava (salvo seja) o atlas que lá se encontrava, memorizando o nome dos países, as suas capitais e respectivas bandeiras. As bandeiras dos países tornaram-se para mim uma espécie de teste de Rorschach no qual, ao contrário de qualquer pessoa mais desavisada que nelas via apenas um rectângulo colorido, eu via um país, uma capital e imaginava a sua localização num planisfério.
Ora, precisamente no último fim-de-semana, vi a minha sensibilidade para as questões de geografia e geo-política seriamente feridas quando mostrava o castelo de Castelo Novo a uma ilustre visitante minhota. Ao subir a escadaria de acesso à torre de menagem, um grupo de jovens, talvez perto dos 16 anos de idade, discutia de forma acessa sobre esta temática e uma pergunta atirada para o ar captou a minha atenção:
- "Mas afinal Macau é o quê? É um país, não é?", questão que motivou alguns risos entre os jovens. É claro que eu fingi-me indiferente e até fiz questão de o dizer: "Eu não ouvi nada!", passando por eles com ar verdadeiramente indiferente, como se estivesse extremamente concentrado e fascinado no efeito que os líquenes estavam a ter sobre o material ligante nas juntas das pedras de granito que compõem a torre.
Após alguns minutos, e já revigorados pela vista e pelo ar fresco, regressámos pelo mesmo caminho onde ainda se encontrava esse grupo de jovens que discutia ainda sobre a mesma temática. Desta vez, apesar da falta de conhecimentos, notava-se uma nítida vontade de aprender: -"Mas então vamos lá ver. A Guiné e isso tudo, eram colónias, certo? Então e agora são de quem?". "Pertencem a Macau!", pensei eu. Pensei mas não disse, já que outra questão bem mais importante me veio à mente: que raio de geração Morangos com Açúcar / Casa dos Segredos é esta, que nem sequer conhece o Mundo em que vive?
Imagem: Central Intelligence Agency
terça-feira, setembro 18, 2012
Algumas fotografias do festival "Chocalhos" 2012
Desta vez, e por força das circunstâncias, não tive oportunidade de experimentar a noite dos Chocalhos e portanto, a minha vistia a Alpedrinha resumiu-se a uma breve incursão vespertina dominical que, ainda assim, deu para regalar os olhos... e a barriga, claro! Porque o festival é acerca da Transumância, foi muito gratificante ver os efeitos, ainda que para já muito simbólicos, da adesão do Fundão à Grande Rota da Transumância, nomeadamente com a presença no Chocalhos da Guarda, Idanha-a-Nova, Castelo Branco e... Malpartida de Cáceres, povoação extremenha onde se fez um trabalho verdadeiramente notável neste campo.
Voltando ao lado mais "mundano" dos Chocalhos, aqui ficam alguns instantâneos registados na tarde de Domingo:
Até para o ano!
Voltando ao lado mais "mundano" dos Chocalhos, aqui ficam alguns instantâneos registados na tarde de Domingo:
"Bombistas" por todo o lado no largo do Chafariz de D. João V!
O mesmo cenário mas em ângulo inverso, como nos jogos de futebol televisionados.
Quase se consegue imaginar o Vitorino a cantar "Ovelha, estás à janela...!"
Barraquinhas, tascas, bancadas e património histórico são inseparáveis durante os Chocalhos.
Idem aspas
O "nosso" esparteiro José Martins Mendes, o "Zé da Encarnação" de Alcongosta, que, praticamente com 90 anos, continua a praticar a sua arte intemporal. Uma das suas peças foi premiada com o título de melhor peça de artesanato deste festival.
O Palácio do Picadeiro onde fomos encontrar a recém-devolvida imagem de São Jorge.
E, para fechar, algo completamente diferente: "Sob a Égide do Estado Novo"
Até para o ano!
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segunda-feira, setembro 17, 2012
Onde é que tu estavas no 15 de Setembro de 2012?
Memorável! É o que se pode dizer de um dia em que os portugueses mostraram que o limite da tolerância foi atingido e que não concordam com uma política governativa que asfixia cada vez mais os que cada vez mais menos têm. Na Covilhã, algumas centenas saíram à rua e manifestaram-se contra o (des)Governo deste país. Foram poucos mas foram bons. Eu estive lá com muito orgulho... e ainda mais indignação.
Até o Pêro da Covilhã, perdido no infinito, parece pensar que será mais fácil encontrar o Preste João do que a saída desta crise...
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Os fenómenos paranormais da Gardunha em destaque!
Os fenómenos paranormais da Serra da Gardunha estiveram novamente no centro das atenções no passado fim-de-semana (8 e 9 de Set.). Tratou-se do Gardunha Fest, uma iniciativa da Histérico - Associação de Artes, que teve como prato forte um concurso de curtas-metragens. Mas nem só de filmes se fez o festival.
As "hostilidades" começaram no Sábado com um conjunto de palestras sobre "O Paranormal e a envolvência da Gardunha" na qual tive ocasião de participar, após gentil convite da organização, ao lado do historiador Paulo Loução, do historiador Pedro Salvado e do jornalista do Jornal do Fundão, Nuno Francisco, no papel de morador. Pode-se dizer que, depois do que me tem vindo a acontecer de há uns meses a esta parte, me estou a tornar especialista em fenómenos paranormais mas não foi sobre isso que me debrucei. Aproveitando as informações que tenho vindo a recolher desde 2008, partilhei uma série de histórias e lendas da zona da freguesia do Souto da Casa e a coisa pareceu-me ter corrido bem. Aliás, o facto de apenas ter avistado uma pessoa a dormir no final da apresentação é a prova disso!
No que toca ao concurso de curtas pode-se dizer que houve poucas mas boas! Os prémios foram sem dúvida bem atribuídos nas categorias de animação e ficção enquanto que na categoria de documentário, havendo só uma participação, não se pode estabelecer um termo de comparação.
Na categoria de ficção o camarada Luís Batista não deixou os seus créditos por mãos alheias e explorou muito bem a velha crença de que as encruzilhadas são sítios "perigosos". Um aspecto curioso deste filme é a evocação, creio, de uma receita contra maus-olhados, usada aqui como bruxaria, na qual se fazia uma reza à medida que se ia deixando pingar azeite sobre um prato com água. A forma como o azeite se dividia sobre a água determinava a intensidade do mau-olhado de que a pessoa, para a qual se fazia isto, padecia. Vale a pena ver:
Na categoria de animação o vencedor foi o trabalho intitulado "Spectrum Optical Disorder", de todos o que mais me agradou. Excelente conjugação entre imagem e música e locução impecável. Foi pena não ter podido ver isto com óculos 3D.
O documentário vencedor, "Ver é ter visto", é constituído por uma série de entrevistas a habitantes da aldeia de Castelo Novo que afirma ter avistado estranhos fenómenos na Gardunha. Esse foi aliás o mote das actividades planeadas para o serão.
À noite, a forte chuva que começou a cair obrigou a alterar o programa, naquilo que para mim foi uma gravíssima falha por parte da organização. Então planeia-se uma caminhada e uma sessão de observação "do astro" e permite-se chuva?! É um escândalo! Vá lá que o plano B foi bem engendrado e o documentário que estava inicialmente previsto para ser visionado na Casa do Guarda de Alcongosta acabou por ser projectado na Moagem.
Tratou-se de um episódio do programa sobre avistamento de ovnis, que há uns anos passou na RTP 2, intitulado "Encontros imediatos" (recordar aqui). Este episódio centrou-se na figura do Sr. Américo Duarte que durante os anos em que viveu em Castelo Novo, elaborou um vasto arquivo de registo de observações de objectos voadores e até de encontros imediatos do 3º grau.
Apesar de achar que o Sr. Américo Duarte denotava alguma sintomatologia que encontra explicação em termos clínicos, não é menos verdade que se tratava de uma genuíno apaixonado pela Gardunha e conhecedor desta Serra como poucos. Não sei até se não será mesmo o habitante mais influente de Castelo Novo desde Pedro Guterri. Seja como for, a conversa entre os espectadores que se seguiu ao documentário foi extremamente agradável, e o que saltou à vista foi a quantidade de pessoas que afirmam taxativamente ter avistado fenómenos inexplicáveis na Serra da Gardunha.
Do último dia pouco vi, infelizmente, embora o suficiente para nessa noite ter repetidamente sonhado com um infindável por-do-sol e ter por isso acordado com o ritmo biológico completamente invertido.
Fica o registo de uma interessante iniciativa cuja organização merece bem os parabéns. Venha a 2ª edição até porque, para além da beleza natural e patrimonial, também o paranormal faz parte do encanto da Serra da Gardunha.
Foto: Moagem - Cidade do Engenho e das Artes / CMF
No que toca ao concurso de curtas pode-se dizer que houve poucas mas boas! Os prémios foram sem dúvida bem atribuídos nas categorias de animação e ficção enquanto que na categoria de documentário, havendo só uma participação, não se pode estabelecer um termo de comparação.
Na categoria de ficção o camarada Luís Batista não deixou os seus créditos por mãos alheias e explorou muito bem a velha crença de que as encruzilhadas são sítios "perigosos". Um aspecto curioso deste filme é a evocação, creio, de uma receita contra maus-olhados, usada aqui como bruxaria, na qual se fazia uma reza à medida que se ia deixando pingar azeite sobre um prato com água. A forma como o azeite se dividia sobre a água determinava a intensidade do mau-olhado de que a pessoa, para a qual se fazia isto, padecia. Vale a pena ver:Na categoria de animação o vencedor foi o trabalho intitulado "Spectrum Optical Disorder", de todos o que mais me agradou. Excelente conjugação entre imagem e música e locução impecável. Foi pena não ter podido ver isto com óculos 3D.
O documentário vencedor, "Ver é ter visto", é constituído por uma série de entrevistas a habitantes da aldeia de Castelo Novo que afirma ter avistado estranhos fenómenos na Gardunha. Esse foi aliás o mote das actividades planeadas para o serão.
À noite, a forte chuva que começou a cair obrigou a alterar o programa, naquilo que para mim foi uma gravíssima falha por parte da organização. Então planeia-se uma caminhada e uma sessão de observação "do astro" e permite-se chuva?! É um escândalo! Vá lá que o plano B foi bem engendrado e o documentário que estava inicialmente previsto para ser visionado na Casa do Guarda de Alcongosta acabou por ser projectado na Moagem.
Tratou-se de um episódio do programa sobre avistamento de ovnis, que há uns anos passou na RTP 2, intitulado "Encontros imediatos" (recordar aqui). Este episódio centrou-se na figura do Sr. Américo Duarte que durante os anos em que viveu em Castelo Novo, elaborou um vasto arquivo de registo de observações de objectos voadores e até de encontros imediatos do 3º grau.
Apesar de achar que o Sr. Américo Duarte denotava alguma sintomatologia que encontra explicação em termos clínicos, não é menos verdade que se tratava de uma genuíno apaixonado pela Gardunha e conhecedor desta Serra como poucos. Não sei até se não será mesmo o habitante mais influente de Castelo Novo desde Pedro Guterri. Seja como for, a conversa entre os espectadores que se seguiu ao documentário foi extremamente agradável, e o que saltou à vista foi a quantidade de pessoas que afirmam taxativamente ter avistado fenómenos inexplicáveis na Serra da Gardunha.
Do último dia pouco vi, infelizmente, embora o suficiente para nessa noite ter repetidamente sonhado com um infindável por-do-sol e ter por isso acordado com o ritmo biológico completamente invertido.
Fica o registo de uma interessante iniciativa cuja organização merece bem os parabéns. Venha a 2ª edição até porque, para além da beleza natural e patrimonial, também o paranormal faz parte do encanto da Serra da Gardunha.
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sexta-feira, setembro 14, 2012
Protoiro - Amigos dos animais mas pouco amigos de reparos incómodos
Na rede social Facebook, fui surpreendido pela partilha de uma fotografia que retratava alguns cavalos magros num baldio, fotografia essa que havia sido colocada nesta rede social pela Protoiro, aquela organização que recentemente deu nas vistas por ter cometido a proeza de organizar uma tourada em Viana do Castelo. Esta foto era acompanhada de uma descrição na qual a Protoiro se gabava de ter conseguido resolver a situação de alguns cavalos abandonados num baldio em Sintra, ao mesmo tempo que criticava as organizações "supostamente amigas dos animais" por nada terem feito neste caso.
Se a iniciativa de que a foto dava conta é de facto louvável, já a crítica às restantes associações e os modos em que a mesma foi feita pareceu-me denotar ali um aproveitamento claro. Ao fim e ao cabo, os infelizes cavalos estavam simplesmente a ser usados como arma de arremesso para desacreditar as associações que se opõem à Protoiro e às touradas, procurando contribuir para aquela tese peregrina de que os ditos "aficionados" são os melhores amigos possíveis dos touros e dos cavalos.
Ora, perante isso, lembrei-me do terrível caso daquele cavalo chamado "Xelim" que morreu em Abril último na arena de Sevilha, com as entranhas de fora, após ter sido atingido por um touro, e não pude deixar de fazer o reparo: "Falta aqui a foto daquele cavalo com as entranhas de fora". Resultado: comentário apagado e impedido de fazer mais qualquer comentário.
Clicar aqui para ver a foto a que me refiro.
ATENÇÃO: esta foto é susceptível de chocar pessoas mais sensíveis.
ATENÇÃO: esta foto é susceptível de chocar pessoas mais sensíveis.
No fundo, esta atitude enquadra-se perfeitamente naquilo que tem sido a postura intolerante, e até agressiva, desta associação que defende esta coisa das touradas, embrulhando-a num rótulo de cultura e afirmando-se como "amiga dos touros e dos cavalos". Não soa estranho ouvir da parte de uma organização que defende e aplaude a tortura dos touros para puro entretenimento, dizer que é amiga dos touros e dos cavalos?
Mas pronto, dizem que é cultura e que se lixem o espírito crítico e a evolução. Porquê? Porque sim. E caluda!
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quarta-feira, setembro 12, 2012
Evitar pórticos na A23 com o iPhone!
Aqui pelo Blog do Katano temo-nos batido desde a primeira hora contra o atentado ao Interior que foi a instalação de pórticos na A23 e A25. Se bem estão lembrados, em Novembro último publicámos uma série de artigos sobre as portagens e sobre como evitar os pórticos na A23, resultado de um trabalho de campo que então efectuámos.
Tendo recusado adquirir o famigerado dispositivo e seguindo os meus próprios conselhos, posso afirmar que desde a instalação dos pórticos já poupei mais de 500 euros, um facto assinalável sobretudo se tivermos em conta a actual conjuntura económica.
Se quiserem ler ou reler esses artigos basta clicar num destes links:
Os preços das portagens na A23 de Abrantes até à Guarda
Como evitar portagens na A23 entre Torres Novas e Castelo Branco
Como evitar portagens na A23 entre a Guarda e Castelo Branco
Consultar on line os pagamentos em dívida nas portagens das Ex-SCUT
Adicionalmente, o camarada Rui Sousa publicou no seu blogue Viver na cidade da Guarda um artigo no qual explicava como evitar os pórticos na A25, tarefa bem mais difícil do que na A23, diga-se de passagem.
Uma aplicação para iPhone que ajuda a evitar portagens na A23!
Há dias, fui surpreendido por um e-mail, enviado pela empresa Estrela Sustentável, esta empresa sediada na Covilhã, no qual me era dada a conhecer uma aplicação desenvolvida para iPhone destinada a ajudar os utilizadores a fugir às portagens na A23.
Não tenho infelizmente hipótese de testar esta aplicação uma vez que não possuo iPhone mas parece estar para breve o lançamento de novas versões, tanto para iPad como para smartphones Android, em cujo rol de utilizadores já me incluo. Também está prometida a inclusão de mais auto-estradas para além da A23, uma expansão que me parece obrigatória.
A aplicação tem um custo comercial de 1,59€, um preço que nos parece bem justo visto que, evitados dois ou três pórticos, a aplicação está paga.
Seja como for, o Blog do Katano oferece a possibilidade de usufruir de um conjunto de códigos promocionais, oferecidos pela Estrela Sustentável, para descarregar GRATUITAMENTE a aplicação Evitar Pórticos na A23:
JEJE7PFT3XWN / P6JLAAY3T4JJ / 3T4WF34MEW6L / MTPJFMA4HWLF / RMJ44NWXRELP / M6XAL6NXKYMT / FLLMJ6JXFF4E / N4P3MMPY4YXY / 679LWMXWP9LJ / T634R9NT4MJE
Bom proveito e... boas poupanças!
Tendo recusado adquirir o famigerado dispositivo e seguindo os meus próprios conselhos, posso afirmar que desde a instalação dos pórticos já poupei mais de 500 euros, um facto assinalável sobretudo se tivermos em conta a actual conjuntura económica.
Se quiserem ler ou reler esses artigos basta clicar num destes links:
Os preços das portagens na A23 de Abrantes até à Guarda
Como evitar portagens na A23 entre Torres Novas e Castelo Branco
Como evitar portagens na A23 entre a Guarda e Castelo Branco
Consultar on line os pagamentos em dívida nas portagens das Ex-SCUT
Adicionalmente, o camarada Rui Sousa publicou no seu blogue Viver na cidade da Guarda um artigo no qual explicava como evitar os pórticos na A25, tarefa bem mais difícil do que na A23, diga-se de passagem.
Uma aplicação para iPhone que ajuda a evitar portagens na A23!
Há dias, fui surpreendido por um e-mail, enviado pela empresa Estrela Sustentável, esta empresa sediada na Covilhã, no qual me era dada a conhecer uma aplicação desenvolvida para iPhone destinada a ajudar os utilizadores a fugir às portagens na A23.Não tenho infelizmente hipótese de testar esta aplicação uma vez que não possuo iPhone mas parece estar para breve o lançamento de novas versões, tanto para iPad como para smartphones Android, em cujo rol de utilizadores já me incluo. Também está prometida a inclusão de mais auto-estradas para além da A23, uma expansão que me parece obrigatória.
A aplicação tem um custo comercial de 1,59€, um preço que nos parece bem justo visto que, evitados dois ou três pórticos, a aplicação está paga.
Seja como for, o Blog do Katano oferece a possibilidade de usufruir de um conjunto de códigos promocionais, oferecidos pela Estrela Sustentável, para descarregar GRATUITAMENTE a aplicação Evitar Pórticos na A23:
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Bom proveito e... boas poupanças!
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