segunda-feira, dezembro 26, 2011

Umas Cantadeiras... do Carais!


Na Vila de Caria, no Concelho de Belmonte, mora um grupo feminino de cantares que com um trabalho notável e já de longa data, tem ajudado a preservar o cancioneiro e a oralidade popular das comunidades rurais das Beiras. Falo das Cantadeiras de Caria.

As Cantadeiras foram fundadas e são dirigidas por Maria Alcina Patrício, uma senhora nonagenária que é um exemplo de vida e de vitalidade e que amiúde passa pelo escritório para me fazer uma visita relacionada com problemas informáticos, uma vez que possui um portátil que usa para comunicar com o Mundo por intermédio do Skype, e-mail e Facebook.

Ocasionalmente, as Cantadeiras, sobretudo a Dª Maria Alcina, fazem uma aparição na televisão. Aliás, creio que todos os canais abertos a convidaram para uma entrevista, tendo a última vez sido há apenas duas semanas no programa Portugal No Coração. Há pouco mais de um ano, as Cantadeiras participaram com o espaço de 2 ou 3 semanas no programa Praça da Alegria na RTP1, ocasião que tive a oportunidade de registar em vídeo:


Entre homenagens várias que lhes têm sido endereçadas, chegou-me hoje ao conhecimento uma completamente diferente criada pela inimitável família Moura, do blog Tunameliches. Em jeito de paródia natalícia, o Paulo, a Joana e a Mariana (ou será o Paulo, a Mariana e a Joana? Confundo sempre.) encarnam 3 personagens fictícias: a Maria Albina, a Marquinhas e a Emilinha Padecente, interpretando um renovado clássico natalício. O resultado é de ir às lágrimas.



sábado, dezembro 24, 2011

Boas festas!

Boas festas para todos vocês, são os votos da Junta Directiva do Blog do Katano, em directo do quentinho do madeiro da aldeia do Alcaide!!


quarta-feira, dezembro 21, 2011

Os vídeos obrigatórios para quem quer conhecer a Coreia do Norte


O recente falecimento de Kim Jong Il, um dos poucos ditadores exóticos que não compraram computadores Magalhães a Portugal, trouxe a Coreia do Norte de volta ao topo dos destaques mediáticos e renovou o interesse do público pela forma como é governado e como vive o povo norte-coreano.

A própria morte de Kim Jong Il gerou alguma apreensão no Mundo inteiro, sabendo-se que a Coreia é governada por uma elite de fanáticos militaristas que têm um arsenal nuclear de respeito guardados certamente nas poucas instalações que no país usufruem de energia eléctrica. Por cá a polémica instalou-se quando o PCP endereçou condolências ao povo norte-coreano pela morte do ditador. Pelo que percebi, pela óptica do PCP, torna-se irrelevante o facto de um indivíduo contribuir para a destruição da economia de um país e por matar o seu povo à fome, desde que em vida constitua uma pedra no sapato dos EUA, o inimigo histórico e fidagal da gloriosa URSS dos tempos de Estaline, Khrushchev e Brejnev.


Já há algum tempo eu tinha publicado um artigo sobre os programas turísticos regulares que a Coreia do Norte disponibiliza aos poucos visitantes que deixa entrar anualmente (ver aqui). Ontem chegou-me a sugestão de uma série de 3 vídeos dedicados a esse país que aqui partilho com vocês. Neste caso, trata-se do relato possível da visita de um enviado da Vice Magazine que, ao longo dos vários dias da estadia no lado Norte do Paralelo 38, se vai apercebendo das contradições e das falsas aparências desta sociedade peculiar, ao mesmo tempo que participa de sucessivas visitas guiadas com alto teor de doutrinação em dois aspectos fundamentais: a diabolização dos EUA e a exaltação da glória da República Popular Democrática da Coreia que, aos seus cidadãos, transmite a ideia de ser um país admirado e adorado no Mundo inteiro. Depois de ver estes vídeos, não fica uma certa sensação de claustrofobia?




Fotos: WILLisms, VEJA

domingo, dezembro 18, 2011

Morreu Václav Havel - Deste sim, vou sentir saudades..

Václav Havel, 1936-2011
"A verdade e o amor devem prevalecer sobre as mentiras e o ódio"

Este fim de semana fica marcado pela morte de duas personalidades relevantes de duas esferas completamente diferentes. Se no caso de Cesária Évora, apesar de não ser um apreciador muito entusiasta do seu estilo musical, não pude deixar de sentir uma certa sensação de perda, já no caso de Václav Havel essa sensação de perda é muito maior.

Homem das artes, eminente humanista, político por força das circunstâncias, Václav Havel entrou no meu imaginário quando, durante o final da década de 1980, acompanhei entusiasticamente as convulsões que foram derrubando um a um os governos dos estados satélites da URSS na Europa de Leste e cujo clímax simbólico foi a queda do Muro de Berlim em Novembro de 1989. Isto numa altura da minha vida em que eu próprio atravessava uma revolução, travando uma guerra sem quartel contra o acne e empreendendo uma profunda revisão da minha apreciação pessoal dos membros do sexo oposto.

Livre pensador, Havel foi considerado dissidente pelo regime fantoche que governava a Checoslováquia, o que lhe valeu sucessivas passagens pela prisão. No entanto, apesar da perseguição que lhe foi movida, Havel nunca deixou de defender a resistência pacífica, à semelhança do que fizera Ghandi na Índia. As suas ideias teriam a melhor expressão possível na Revolução de Veludo na qual, de forma extraordinária, a população checoslovaca saiu à rua e paralisou o país de forma pacífica, levando à queda do governo e à instauração de um regime democrático. Havel seria pouco depois eleito Presidente por unanimidade, apesar de ter afirmado que não ambicionava uma carreira política. Como ele próprio disse:

"A política é um animal que quando nos agarra, já não nos larga (...) Sinto uma necessidade permanente de suportar uma parte da responsabilidade das causas públicas. Foi por isso que me tornei dissidente e depois me lancei na política. Tenho medo de não me conseguir livrar das garras deste animal mesmo quando deixar de ser presidente".

Após deixar a presidência, acabaria por se fixar durante algum tempo em Portugal, onde aliás gostava de passar as suas férias.

Faleceu hoje na sua terra natal e tornou-se finalmente um "homem livre".


sexta-feira, dezembro 16, 2011

Prendas de Natal - Mosaico romano feito com material reciclado.

Crise é crise e, usando isso como desculpa, este Natal decidi inovar um pouco no costumeiro ofertório natalício, possibilitando-me ao mesmo tempo trabalhar um pouco numa arte que sempre me cativou que é a do mosaico romano.

Assim, para a construção do painel abaixo, que tem cerca de 40cm de largura, recorri em 90%, à reciclagem de material, usando restos de azulejo que recolhi aqui e ali. O branco aliás foi obtido nos restos das obras em casa do vizinho da frente, que gentilmente me foram cedidos pelo mestre instalador de azulejo que lá estava a trabalhar.

O resultado é este:



Enchi os dedos de cola e quase perdi um deles no processo mas, em jeito de balanço final, acho que, para uma primeira tentativa, podia ter saído pior.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Fotografia: "Proibido deitar lixo e... pão"?!

Encontrar lixo no chão é coisa que me irrita profundamente mas, se há coisa que me deixa chateado mesmo à séria, isso é sem sombra de dúvida tropeçar num pão de quartos, num cacete ou num pão de centeio, abandonado no solo sem qualquer respeito. Isso para não falar do facto de, se por acaso chover entretanto, um pão empapado ser algo que deixa os sapatos numa miséria, sobretudo se tiver uma alta concentração de fermento.

Em Bragança, os habitantes locais levam isso muito a sério e, num espaço que pertencia a uma empresa e que hoje se encontra abandonado, alguém colocou o aviso da foto. Por isso já sabem: em Bragança, não deitem lixo para o chão... e nem migalhas!

Prémios APOM 2011 - Museu Arqueológico do Fundão de novo entre os melhores!

Naquilo que é mais uma prova da qualidade do trabalho desenvolvido pela sua equipa, o Museu Arqueológico Municipal José Monteiro do Fundão foi na passada Segunda-feira galardoado com o prémio de Melhor Serviço de Extensão Cultural da Associação Portuguesa de Museologia (APOM) na gala que premiou as instituições que mais se distinguiram na área de museologia em 2011.

Momento da entrega do prémio no auditório do BES

Este galardão, recebido ex aequo com o Museu do Café em Campo Maior e com o Museu Nacional do Traje, constitui o 3º mais importante da APOM, a seguir ao prémio de Melhor Museu e ao de Melhor Exposição Permanente, foi atribuído ao Museu Arqueológico do Fundão em reconhecimento da excelência do serviço educativo que tem prestado em vários projectos que tem vindo a desenvolver, participando activamente na formação da juventude escolar e académica e colaborando nesse sentido com várias instituições, tanto a nível local (com a Escola Secundária do Fundão) como a nível nacional ou internacional, sendo de destacar as parcerias com universidades de Lisboa, Porto, Coimbra, Salamanca e Madrid.

As campanhas de escavações arqueológicas têm tido a participação activa de muitos jovens voluntários durante o período de Verão.

A biblioteca do Museu, aberta a qualquer cidadão que pretenda consultar uma obra ou utilizar um dos computadores disponíveis.

Depois da Menção Honrosa no prémio para o Melhor Museu Nacional em 2008 e do prémio para o Melhor Trabalho Museológico no ano passado, o Museu Arqueológico do Fundão torna-se assim, apesar do seu relativo curto tempo de vida, um dos museus mais premiados em Portugal. O Concelho do Fundão e as suas instituições e representantes podem pois orgulhar-se de ter aqui um dos museus mais activos e reconhecidos do país que, apesar de tudo, parece-me ser mais valorizado "lá fora" do que na própria cidade onde se encontra.


A Beira Interior em grande nos prémios APOM 2011

Para além do Museu Arqueológico do Fundão, outras entidades da Beira Interior foram também distinguidas noutras categorias:

Inovação e Criatividade: Projecto das Actividades Comemorativas do Centenário do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, Castelo Branco;

Melhor Catálogo: Carolina Beatriz Ângelo - Museu da Guarda;

Melhor Site: Museu do Côa;

Prémio Informação Turística / Visitante: Promoção Turística da C.M. de Vila Velha de Ródão, ex aequo com o Castelo de São Jorge (Lisboa) e Promoção de Turismo Cultural na cidade do Funchal.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Sobral de São Miguel - Das Minas dos Mouros às Lutas Liberais.

A propósito do passeio fotográfico que amanhã tem lugar em Sobral de São Miguel, recordei-me de uma reportagem que, em conjunto com o Xamane, realizei no ano 2.000 na povoação, tendo como cicerone o Sr. António Marques, escritor local que assina com o pseudónimo de Emanuel João. Das "minas dos Mouros" às peripécias durante as Guerras Liberais, esta visita teve de tudo um pouco.

Sobral de S. Miguel (Covilhã)
Uma Serra com histórias para contar


"Diante de nós, rasga-se uma comprida vala que na sua profundidade máxima deverá ter cerca de 4 a 5 metros." - ArqueoBeira 2003Atiçada a nossa curiosidade por um pequeno artigo no Jornal do Fundão que alertava para o abandono a que nessa localidade estava votado o local das "Minas dos Mouros", deslocámo-nos a Sobral de São Miguel. Guiados por António Marques, embarcámos numa viagem até aos tempos em que os salteadores assolavam a região e onde ainda ecoam as detonações das lutas liberais.

Em Sobral de São Miguel, existe alguém para quem a história e a cultura da localidade merecem a dedicação de uma vida. António Marques, um habitante desta localidade que diariamente cuida das suas cabeças de gado e das suas terras, escreve livros onde conta as histórias que recolheu ou que lhe foram transmitidas pelos seus pais e avós. Ocasionalmente, escreve artigos para o Jornal do Fundão onde relata o que vai acontecendo na sua localidade. Foi precisamente um desses artigos que nos levou ao seu encontro. Nele relatava a sua preocupação e mágoa por nenhuma entidade ou personalidade se interessar pelo sítio das "Minas dos Mouros" estando este local em vias de desaparecer.

Após o nosso encontro num café da localidade, tendo tido conhecimento do que nos tinha levado até ali, António Marques não consegue conter um sorriso próprio de quem sente a satisfação de saber que alguém ouviu o seu apelo. Prontamente acedeu a levar-nos até ao local, não sem antes nos ter contado um pouco da história de Sobral de S.Miguel, um pouco de si e do livro que está a escrever.

A Rota do Sal

Sobral de S.Miguel foi em tempos uma terra de grande importância económica. Por aqui passava a Rota do Sal que, do litoral, levava o tão precioso "ouro branco" para as terras do Interior. Aqui, onde existiam algumas Catraias, a rota dividia-se seguindo um ramo para Este e Sudeste passando por Covilhã e indo até Monsanto e outro para Nordeste. Esta rota só terminou quando o caminho de ferro adquiriu protagonismo como meio principal de comunicação com os centros de produção.
-"Ali em cima ainda se notam os sulcos das rodas dos carros (de bois) que transportavam o sal" - Diz-nos António Marques.

As Minas dos Mouros

António Marques - ArqueoBeira 2003Partindo então em direcção às "Minas dos Mouros", somos surpreendidos por uma paisagem impressionante que tem como pano de fundo a majestosa Serra do Açor. À medida que o vale se vai estreitando enquanto a estrada vai subindo na direcção de um monte sobranceiro a Sobral de S.Miguel, vemos aqui e ali umas manchas onde nem sequer vegetação rasteira existe. Os incêndios devastaram a floresta, e a vegetação restante foi impotente para travar a erosão. "A serra tem estas feridas. Já pensei em escrever para o jornal a falar nisto também" - lamenta-se António Marques.

Finalmente, entramos por um caminho de terra batida, onde somos obrigados a abandonar o veículo para fazer o resto do trajecto a pé. Poucos minutos depois, António Marques aponta para uma abertura na rocha camuflada pelos arbustos "É aqui a primeira. Ali mais à frente está a maior." - Diz-nos. Diante de nós, rasga-se uma comprida vala que na sua profundidade máxima deverá ter cerca de 4 a 5 metros. Inconfundivelmente escavado por mãos humanas, a época em que foi feita escapa-nos. "Toda a vida ouvi chamar-lhe Minas dos Mouros. Já os meus avós assim lhe chamavam e toda a vida lhe tinham ouvido chamar isso." - confessa-nos António Marques.

Descendo pela abertura, somos confrontados com um triste espectáculo: o único interesse que este local despertou foi em infelizes oportunistas que aqui viram uma oportunidade para se livrarem de trastes e lixo diverso. Para lá deste atentado, a galeria estende-se um pouco mais e afunda-se no solo, estando no entanto entulhada. O propósito das "Minas dos Mouros", tal como a sua idade, jaz sob a terra à espera que alguém a queira descobrir.

Salteadores e lutas liberais

Imersos na paisagem que nos envolve, contemplamos a Oeste a Serra do Açor, a Este o maciço central da Estrela e a Sul as marcas que as Minas da Panasqueira deixaram na paisagem envolvente. Apontando para a Serra do Açor, António Marques conta-nos histórias em que a Serra era um santuário para os que fugiam dos bandos de salteadores que atormentavam a população: os Cacarras e os Brandões.

"Quando alguém se apercebia da vinda dos salteadores, dava o alarme e toda a população escondia o que não podia levar e fugia para a Serra com o que podia levar, até animais. Uma vez, estando os salteadores em Sobral de S.Miguel, um dos galos que alguém tinha levado consigo para o esconderijo na Serra cantou. O dono, sem pensar, com as próprias mãos lhe torceu o pescoço." - conta-nos António Marques, continuando: "Isto era no tempo em que os que eram por D.Miguel lutavam contra os de D.Pedro. Ora chegando certa vez os salteadores a Sobral de S.Miguel, apenas encontraram uma velha que por não poder, não tinha fugido com o resto. Os salteadores querendo saber por que partido estava ela perguntaram-lhe "Viva quem?" ao que ela respondeu "Viva os que cá estão e El-Rei de Bragança. Vão todos para o raio que vos parta então, que não entendo nada dessa dança"".

Abordando as lutas liberais, conta-nos sobre um combate que aconteceu no alto da Serra do Açor. As forças realistas carregaram sobre os liberais que se tinham entricheirado no cume da Serra. Sobre estes fizeram tal descarga de artilharia que estes para não serem exterminados, tiveram de fugir

A Casa de Bragança em Sobral de S.Miguel

Sobral de S.Miguel era um local ao qual os reis da Casa de Bragança se deslocavam muitas vezes para fazer caçadas. Segundo António Marques "Os reis vinham cá e por aí deixaram semente. Andava aí muita gente parecida com os reis.". A uma familiar sua, recorda com um sorriso trocista, chamavam-lhe Maria Pia por ser parecida com a Rainha D. Maria I.

Emanuel João

Convidando-nos para entrar em sua casa, António Marques revela-nos outra faceta sua: a de escritor. Com o pseudónimo de Emanuel João, está actualmente a escrever um livro onde aprofunda os episódios que nos contou. O mais interessante desse livro, do qual tivémos o privilégio de ler já algumas passagens, reside no facto de contar o dia-a-dia dos habitantes de Sobral de S.Miguel do antigamente, tudo isto escrito em português de sotaque saloio. Um pormenor que nos faz sentir imersos no quotidiano de então.

No entanto, a edição deste livro ainda sem título, poderá não acontecer. António Marques lamenta o facto de se encontrar sozinho nesta luta "É difícil arranjar apoios. Eu sozinho não consigo pagar a impressão do livro e também não consigo arranjar quem me apoie. Nem os meus filhos me querem ajudar, não se interessam pelo que faço" - diz-nos não escondendo a sua mágoa.

Já o seu livro anterior intitulado "Deus, a verdade e a vida ou libertação da humanidade", conheceu sérios problemas para ser editado. "Consegui obter do Sr Carlos Pinto (presidente da Câmara Municipal da Covilhã) um apoio de 100 contos. Mas tive de insistir muito para o obter depois de prometido.". Neste livro, o autor reúne alguns pensamentos e reflecte sobre Deus, a relação dos homens com Deus e analisa o Mundo moderno à luz destes temas com a clareza de uma pessoa simples e franca.

Paradigmático da sua personalidade é o último parágrafo do seu livro:

"Escrevo este livro, sem qualquer intenção monetária ou comercial.
Se sou feliz com o pouco que tenho, para quê quero eu mais?
Olhai leitores amigos:
O que é preciso, é aproveitar o dom da vida tão lindo, que a natureza nos ofereceu.
Não quero ficar na história, como herói, profeta ou arrastar multidões, que isso de nada me aproveita, nesta ligeira passagem.
O que eu mais desejo era ver a libertação da humanidade!
O que é possível com o auxílio de todos os homens de boa vontade!
Que Deus me oiça!..."

07/01/2000"

Divulgação: Passeio fotográfico, Passeio Micológico e Encontro de Tunas

Este fim-de-semana vai ser animado por várias actividades para todos os gostos. Assim, amanhã os amantes de fotografia poderão participar num passeio fotográfico pela aldeia do xisto do Sobral de São Miguel. Entre paisagens de cortar a respiração, os amantes da fotografia irão certamente deliciar-se com imagens inesquecíveis.

À noite nada como ir até ao Souto da Casa para assistir ao VI encontro de Tunas para uma noite de animação garantida mas atenção! Nada de abusar porque no Domingo de manhã, ainda no Souto da Casa, haverá um passeio micológico sob a orientação técnica do Eng. Gravito, um especialista na área que se gaba de já ter provado mais de 80 cogumelos diferentes na Beira Interior! A não perder!


Passeio fotográfico - Natal no Sobral


10 de Dezembro - Sábado

Conheça, descubra e fotografe tradições, nesta aldeia tipicamente serrana.
Num passeio alusivo ao tema do Natal, época de grande alegria e convívio, dia 10 de Dezembro, venha passear pelas ruas da Aldeia do Xisto de Sobral de S. Miguel, no concelho da Covilhã.

Uma actividade do Histérico!



VI Encontro de Tunas do Souto da Casa

Sábado, 10 de Dezembro
Passa Calles a partir das 14h
Espectáculo 21h30 na Casa do Povo. Entrada por apenas 2,5 euros.
Organização da Secção Académica da CPSC


Passeio Micológico - Souto da Casa

Domingo, dia 11 de Dezembro a partir das 9h30
Direcção Técnica: Eng Gravito
Almoço opcional por 8€ às 12h30


Smartphoto - imagem matinal

Campo de milho junto à ribeira de Caria

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