A nanotecnologia abre todo um novo campo de possibilidades na área de dispositivos móveis nesta proposta da Nokia, o HumanForm. Vejam e maravilhem-se:
Se quiserem saber mais, leiam este artigo do Pplware.
Começa já amanhã aquela que é a minha festa de Outono favorita, a Mostra de Artes e Sabores da Maúnça, na simpática e acolhedora aldeia do Açor.
Com o início da cobrança das portagens a perspectivar-se (apesar dos sucessivos adiamentos, não creio que haja motivo para cantar vitória pois, mais dia menos dia, entrarão em vigor), comecei a fazer uma análise dos possíveis percursos alternativos que me permitissem evitar os pórticos entre a Guarda e Castelo Branco, localidades entre as quais tenho maior probabilidades de viajar.
Da minha análise, pude concluir que entre o Fundão e Castelo Branco será fácil usar a N18 como alternativa, sem transtorno de maior. No entanto, entre a Covilhã e a Guarda, sobretudo entre esta última e Belmonte, faz-se um regresso ao passado.
Como muitos de vocês poderão achar esta informação útil, partilho-a aqui com vocês. Eis portanto o mapa das alternativas aos troços com portagem da A23 entre Castelo Branco e a Guarda.
Troço Castelo Branco – Castelo Novo
Este troço não oferece dificuldades de maior na alternância entre a A23 e a alternativa que, neste caso, será a N18. Como ambas as vias seguem paralelas a uma curta distância uma da outra, é fácil alternar entre elas.
Começando em Castelo Branco, o único troço pago pode ser evitado pela N3, um sucedâneo do antigo IP2. Entrando na A23 em Castelo Branco Norte, deverá depois sair em Alcains para regressar novamente à auto-estrada na Lardosa. Terá de sair depois na Soalheira e fazer o percurso até Castelo Novo, a partir de onde terá A23 grátis até Fundão Norte, podendo utilizar os túneis da Gardunha.
Troço Castelo Novo-Covilhã Norte
Como já referi, entrando na A23 em Castelo Novo, pode-se viajar sem pagar até ao nó de Fundão Norte / Zona Industrial, nó após o qual se encontra um pórtico. Seja como for, a N18 encontra-se a uma curta distância deste nó e, até ao nó de Covilhã Sul está sempre em boas condições, sendo que no troço que diz respeito ao Concelho do Fundão, apresenta duas vias de circulação em cada sentido. O pior são as rotundas que se encontram amiúde.
Entrando novamente na A23 no nó Covilhã Sul, a partir da rotunda do Tortosendo, pode-se circular sem pagar até ao nó de Caria (sempre pensei que fossem colocar um pórtico entre Covilhã e Caria mas ainda bem que não aconteceu), nó a partir do qual se deve deixar em definitivo a auto-estrada até à Guarda.
Troço Covilhã Norte – Guarda Sul
No nó de Caria, como já referi, termina a alternância entre troços pagos e não pagos, sendo que até à Guarda se encontram 3 pórticos de portagem. A única alternativa é pois sair em Caria e daí seguir para a Guarda. Saindo aqui, há duas possibilidades: ou atravessar a aldeia próxima de Malpique ou seguir na direcção de Caria até à ponte com semáforos, alternativa que é vivamente aconselhável para veículos pesados.
Pessoalmente prefiro passar pela aldeia pois isso reduz o percurso para entrar na N345. Esta estrada está em boas condições até Belmonte. A partir daí, é o regresso à N18 até à Guarda. O pior são os pontuais semáforos e os eventuais camiões na subida para a Guarda a partir do cruzamento da Benespera.
Na Guarda, ainda não confirmei se há pórtico entre os dois nós de acesso à cidade na A23 pelo que pouco posso acrescentar. Fico no entanto com a impressão que os problemas maiores colocam-se a quem queira viajar para Aveiro (nunca é demais recordar este artigo). No pólo oposto, isto é, a partir de Castelo Branco e para quem viaja para Sul, também me parece que se perspectiva uma verdadeira epopeia…
Este fim-de-semana constatei que já foram afixados os preços das portagens virtuais junto aos pórticos na A23, no troço entre a Gardunha e a Guarda. Entretanto, com a preciosa colaboração da Nelly, obtive também a lista de pórticos e respectivos custos até Abrantes. A surpresa não foi nada agradável, sobretudo se tivermos em conta os valores expostos.
Num artigo centrado na estilização de um buxo recolhido há alguns anos no Sul de França, o Márcio vai partilhando em entrevista a sua experiência no trabalho com bonsai, revelando também que o seu percurso começou com um "bonsai" de hipermercado que acabou por morrer. Quem hoje visita a sua colecção tem dificuldade em imaginar isto.
Convém referir que o Márcio tem desde há alguns anos a esta parte um estúdio próprio situado na Covilhã, o Kensho Bonsai Studio, que prima por ser um espaço de partilha de experiências e de aprendizagem, tanto para praticantes de longa data como para todos aqueles que querem iniciar-se nesta arte, em sessões de trabalho onde o convívio e a boa disposição são regra (e onde também há café, convém que se diga!).
Ir aos playoffs de qualificação para as grandes competições começa a ser um hábito para a Selecção Nacional. Só espero que, face à actual conjuntura e perante este súbito aumento de despesas de representação desportiva (despesas de alojamento e despesas de transporte com a sobretaxa de excesso de peso da bagagem por causa dos espelhos do Ronaldo, da água oxigenada do Coentrão e de 11 exemplares da publicação "Soccer for dummies"), o Governo não se lembre de impor um Imposto Extraordinário de Participação no Playoff de Acesso ao Euro 2012.