De passagem por Gibraltar, este nosso amigo foi uma verdadeira inspiração para esta 2ª semana de férias. Não tanto quanto aquele outro que mostrou um enorme interesse pelo gelado que um membro da comitiva transportava, e que só foi dissuadido graças a um enorme ralhete da nossa parte!segunda-feira, agosto 08, 2011
De volta a casa... mas ainda de férias!
De passagem por Gibraltar, este nosso amigo foi uma verdadeira inspiração para esta 2ª semana de férias. Não tanto quanto aquele outro que mostrou um enorme interesse pelo gelado que um membro da comitiva transportava, e que só foi dissuadido graças a um enorme ralhete da nossa parte!quarta-feira, julho 27, 2011
A dois dias das férias, esperando que desta vez não morra ninguém
A contagem decrescente continua e já só faltam 2 dias para finalmente entrar em período de férias e para finalmente cumprir o projecto de longa data, sucessivamente adiado, de ir até Gibraltar, que é como que uma versão económica do Reino Unido para um grupo pelintra que gostava mesmo era de ir a Londres.
Nessa manhã acordei com uma desagradável dor de cabeça, devida certamente ao volume do som daquela cervejaria que vendia uma bebida verdadeiramente diabólica chamada "Belzebu", mas que escorregava mesmo bem.segunda-feira, julho 25, 2011
Vamos nessa / Hábitos de leitura
1. - Existe um livro que relerias várias vezes?Qualquer um da obra de João Aguiar. Bom, se calhar nem todos mas a maior parte.
2. - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste, tentaste e não conseguiste ler até ao fim?
Assim de repente, ocorre-me Os Versículos Satânicos de Salman Rushdie. Um dia destes tento novamente.
3. - Se escolheres um livro para ler no resto da vida, qual seria?
O resto da vida com um livro apenas? Impensável!
4. - Que livro gostarias de ter lido mas que, por algum motivo, não leste?
"Ceux de 14" de Maurice Genevoix. Não consigo encontrar apesar de já ter corrido uns quantos alfarrabistas...
5. - Que livro leste, cuja cena final jamais conseguiste esquecer?"A Oeste nada de novo". Fiquei uns quantos segundos parado a olhar para o livro após o ter fechado.
6. - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
Se bem me lembro, algures pelo 5º ou 6º ano, cheguei a ser alvo de chacota por ter preferido ir para a biblioteca em vez de ter ficado com o pessoal no pátio a jogar ao eixo. Ainda na primária, devorei todos os livros dos Cinco, vários de Júlio Verne, todos os livros sobre história que conseguia apanhar, mais tarde li todos os livros da colecção Uma Aventura que tinham sido lançados até à altura em que achei que já não eram interessantes. Já agora, há que dar o honroso destaque aos livros de BD que também tiveram uma quota parte importantíssima nos meus hábitos de leitura infanto-juvenis. Não me esqueço que foi graças a um livro da Disney que aprendi uma receita infalível para curar os soluços. (Entretanto terá sido por essa altura que também tive acesso, sem querer, a revistas profusamente ilustradas com senhoras desnudadas mas creio que não será de bom tom referir isso aqui até porque há alunos meus que lêem este blogue.)
7. - Qual o livro que achaste chato, mas ainda assim leste até ao fim? Porquê?
Não me lembro do título, nem do autor, mas o livro continua a fitar-me de forma intimidatória a partir da 2ª prateleira a contar do cimo, da estante da esquerda da minha mini-biblioteca. Porquê? Era mau demais e apeteceu-me deitar-lhe o fogo e só não o fiz porque isso resultaria no prejuízo dos 3 euros que me custou o livro, mais o preço das acendalhas. Ah, e porque danificar um livro é um crime lesa-cultura. Sobretudo por isso. Obviamente.
8. - Indica alguns dos teus livros preferidos.
"Uma deusa na bruma", "A hora de Sertório" e "O Priorado do Cifrão" (O Dan Brown leva aqui das boas!) de João Aguiar, "The Shinning" e "Os Tommyknockers" de Stephen King, "A Oeste Nada de Novo" de Erich Maria Remarche, "Toxina" de Robin Cook (numa altura em que se fala tanto da e-coli, é de leitura obrigatória!), etc, etc...9. - Que livro estás a ler?
Estou entre livros. Reli "Contos do Alhambra" de W. Irving e agora vou ao "Dragão de Fumo" de João Aguiar.
10. - Indica dez amigos para responder a este inquérito.
As próximas vítimas são: a Ana Andrade, a Tituxa, o Roque, a Sãozinha, a Paulinha, a Cathy (toma lá que já almoçaste!), o Paulo Moura, o Orca, a Maria, o Luís e o Daniel!
quinta-feira, julho 21, 2011
A voz do povo em forssa!
Quando ao fervor clubístico se adicionam umas boas pitadas de desconhecimento de ortografia (quiçá devido a confusão gerada pelo novo Acordo Ortográfico) e umas pinceladas de tinta vermelha, o resultado é este. Vox populi em "forssa"!
Um muito obrigado à Vera por ter enviado este apontamento por e-mail ;)sexta-feira, julho 08, 2011
Multimedia numa aula. Quando o virtual se mistura com o real
quarta-feira, julho 06, 2011
segunda-feira, julho 04, 2011
Começar o Domingo com 43km em cima de um selim
Já no Fundão, uma estreia absoluta. A minha primeira passagem pelo "Corredor Verde" paralelo à N18 ao longo da Zona Industrial. A ideia de ter um corredor verde é boa mas... foi mal explorada. Criar 600m de um circuito de lazer a cerca de 4km do centro da cidade não é muito convidativo (ainda menos quando alguém se lembra de aí colocar sinalização indicativa de zona de caça associativa). Porque não tentar expandi-lo, esticando-o até mais próximo do centro? quarta-feira, junho 22, 2011
Quando já há 1.800 anos a culpa era do árbitro...
A origem desta prática parece contudo perder-se no tempo e entre as contemporâneas trapalhadas de Carlos Xistra e as cortantes sentenças de Salomão, é incerto o momento em que os árbitros deixaram de ser figuras respeitadas para passarem a ser foco de contestação.
Ora, soube-se por estes dias que um investigador canadiano de nome Michael Carter descobriu aquela que poderá ser a mais antiga declaração de protesto em relação à actuação de um árbitro, na forma de uma lápide funerária romana com cerca de 1.800 anos de idade.
Nesta lápide, pertencente a um gladiador de nome Diodorus que provavelmente será a figura em pé, o investigador afirma poder ler-se "após derrubar o meu adversário, não o matei de imediato" e ainda "o destino e ardilosa traição do summa rudis mataram-me".
Este summa rudis era, digamos assim, o árbitro que supervisionava os combates de gladiadores, zelando pelo cumprimento das regras dos combates que, não sendo conhecidas com rigor, pressupunham no entanto que:
- se um gladiador fosse derrubado poderia pedir misericórdia e se esta fosse concedida pelo munerarius, a autoridade máxima e o patrocinador dos jogos, o derrotado poderia abandonar a arena com vida;
- se um gladiador caísse por acidente, o árbitro parava o combate para que este se pudesse levantar e continuar a combater
Segundo Carter, o que terá acontecido a Diodorus foi que, num combate ocorrido na actual Turquia, este conseguiu derrubar o seu adversário de nome Demetrius. Em circunstâncias normais, este último estaria derrotado e à mercê da vontade do munerarius. Contudo, o summa rudis não foi da mesma opinião e decidiu que Demetrius caíra por acidente, permitindo a este levantar-se e continuar o combate, numa decisão que, a julgar pela inscrição na lápide, terá gerado muita contestação.Por ironia do destino, Diodorus acabaria por ser derrotado e morto neste combate, levando os seus familiares e/ou amigos a dedicar-lhe esta lápide funerária na qual não conseguiram calar a sua indignação em relação à decisão da arbitragem.
Informações e foto da lápide: MSNBC.com
Ilustração por Tim Hutchinson
terça-feira, junho 21, 2011
Diferenças entre o lado de cá e o lado de lá...
terça-feira, junho 14, 2011
As inquietantes sugestões de pesquisa do Google!
Se estas sugestões são de uma utilidade inegável, não é menos verdade que também podem por vezes ser completamente inusitadas e até mesmo inquietantes. Também é interessantíssimo analisar as diferenças entre as tendências de pesquisa lusófonas e anglófonas, diferenças essas que nos mostram que, para além da diferença linguística há também uma enorme diferença de motivações e preocupações entre os dois grupos. Senão vejam:
PORQUE É QUE... ?

Primeira diferença gritante. Enquanto os lusófonos mantêm uma associação umbilical ao mar e já agora, porque nem só do azul do céu e do mar se vive, se questionam acerca do porquê do formato das caixas de pizzas, já os anglófonos preocupam-se com questões mais concretas do dia-a-dia, nomeadamente o porquê do resultado da sua digestão aparentar uma coloração próxima da de um arco-íris, o porquê das pessoas ao seu redor estarem tão sérias e misterioras e finalmente do porquê de estar um paquistanês morto no sofá das suas casas o que, como todos sabemos, é uma enorme maçada.
ONDE POSSO...?

Se tanto um grupo como o outro mostram uma tendência cinéfila, já a forma como a praticam se posiciona de forma díspare em termos legais. Há no entanto uma diferença importante nas restantes motivações. Enquanto os lusófonos se mostram preocupados com as eleições e, entretanto, em tirar o passaporte e obter o Certificado de Aptidão de Motoristas (provavelmente nas últimas eleições tinham um plano para se ausentarem do país por tempo indefinido caso José Sócrates vencesse novamente), já os anglófonos têm uma preocupação primordial: encontrar Chuck Norris. Acredito que seja assim como que encontrar Cristo.
POSSO COMER...?

Aqui reside uma diferença abissal em termos de preocupação com aquilo que se pode e não pode comer. Se os lusófonos têm uma absoluta preocupação com a alimentação durante a gravidez já os anglófonos, embora também tenham algumas preocupações relacionadas com essa mesma temática, mostram também uma preocupação com... com... como hei-de de colocar a questão... com a ... com o ... em relação a... Podemos chamar isto de reciclagem ?










