sexta-feira, julho 08, 2011
Multimedia numa aula. Quando o virtual se mistura com o real
quarta-feira, julho 06, 2011
segunda-feira, julho 04, 2011
Começar o Domingo com 43km em cima de um selim
Já no Fundão, uma estreia absoluta. A minha primeira passagem pelo "Corredor Verde" paralelo à N18 ao longo da Zona Industrial. A ideia de ter um corredor verde é boa mas... foi mal explorada. Criar 600m de um circuito de lazer a cerca de 4km do centro da cidade não é muito convidativo (ainda menos quando alguém se lembra de aí colocar sinalização indicativa de zona de caça associativa). Porque não tentar expandi-lo, esticando-o até mais próximo do centro? quarta-feira, junho 22, 2011
Quando já há 1.800 anos a culpa era do árbitro...
A origem desta prática parece contudo perder-se no tempo e entre as contemporâneas trapalhadas de Carlos Xistra e as cortantes sentenças de Salomão, é incerto o momento em que os árbitros deixaram de ser figuras respeitadas para passarem a ser foco de contestação.
Ora, soube-se por estes dias que um investigador canadiano de nome Michael Carter descobriu aquela que poderá ser a mais antiga declaração de protesto em relação à actuação de um árbitro, na forma de uma lápide funerária romana com cerca de 1.800 anos de idade.
Nesta lápide, pertencente a um gladiador de nome Diodorus que provavelmente será a figura em pé, o investigador afirma poder ler-se "após derrubar o meu adversário, não o matei de imediato" e ainda "o destino e ardilosa traição do summa rudis mataram-me".
Este summa rudis era, digamos assim, o árbitro que supervisionava os combates de gladiadores, zelando pelo cumprimento das regras dos combates que, não sendo conhecidas com rigor, pressupunham no entanto que:
- se um gladiador fosse derrubado poderia pedir misericórdia e se esta fosse concedida pelo munerarius, a autoridade máxima e o patrocinador dos jogos, o derrotado poderia abandonar a arena com vida;
- se um gladiador caísse por acidente, o árbitro parava o combate para que este se pudesse levantar e continuar a combater
Segundo Carter, o que terá acontecido a Diodorus foi que, num combate ocorrido na actual Turquia, este conseguiu derrubar o seu adversário de nome Demetrius. Em circunstâncias normais, este último estaria derrotado e à mercê da vontade do munerarius. Contudo, o summa rudis não foi da mesma opinião e decidiu que Demetrius caíra por acidente, permitindo a este levantar-se e continuar o combate, numa decisão que, a julgar pela inscrição na lápide, terá gerado muita contestação.Por ironia do destino, Diodorus acabaria por ser derrotado e morto neste combate, levando os seus familiares e/ou amigos a dedicar-lhe esta lápide funerária na qual não conseguiram calar a sua indignação em relação à decisão da arbitragem.
Informações e foto da lápide: MSNBC.com
Ilustração por Tim Hutchinson
terça-feira, junho 21, 2011
Diferenças entre o lado de cá e o lado de lá...
terça-feira, junho 14, 2011
As inquietantes sugestões de pesquisa do Google!
Se estas sugestões são de uma utilidade inegável, não é menos verdade que também podem por vezes ser completamente inusitadas e até mesmo inquietantes. Também é interessantíssimo analisar as diferenças entre as tendências de pesquisa lusófonas e anglófonas, diferenças essas que nos mostram que, para além da diferença linguística há também uma enorme diferença de motivações e preocupações entre os dois grupos. Senão vejam:
PORQUE É QUE... ?

Primeira diferença gritante. Enquanto os lusófonos mantêm uma associação umbilical ao mar e já agora, porque nem só do azul do céu e do mar se vive, se questionam acerca do porquê do formato das caixas de pizzas, já os anglófonos preocupam-se com questões mais concretas do dia-a-dia, nomeadamente o porquê do resultado da sua digestão aparentar uma coloração próxima da de um arco-íris, o porquê das pessoas ao seu redor estarem tão sérias e misterioras e finalmente do porquê de estar um paquistanês morto no sofá das suas casas o que, como todos sabemos, é uma enorme maçada.
ONDE POSSO...?

Se tanto um grupo como o outro mostram uma tendência cinéfila, já a forma como a praticam se posiciona de forma díspare em termos legais. Há no entanto uma diferença importante nas restantes motivações. Enquanto os lusófonos se mostram preocupados com as eleições e, entretanto, em tirar o passaporte e obter o Certificado de Aptidão de Motoristas (provavelmente nas últimas eleições tinham um plano para se ausentarem do país por tempo indefinido caso José Sócrates vencesse novamente), já os anglófonos têm uma preocupação primordial: encontrar Chuck Norris. Acredito que seja assim como que encontrar Cristo.
POSSO COMER...?

Aqui reside uma diferença abissal em termos de preocupação com aquilo que se pode e não pode comer. Se os lusófonos têm uma absoluta preocupação com a alimentação durante a gravidez já os anglófonos, embora também tenham algumas preocupações relacionadas com essa mesma temática, mostram também uma preocupação com... com... como hei-de de colocar a questão... com a ... com o ... em relação a... Podemos chamar isto de reciclagem ?
segunda-feira, junho 13, 2011
Festa da Cereja 2011 em fotografias
A temática da cereja estava, como é óbvio, omnipresente nos motivos decorativos com que se enfeitaram as ruas.
... e com um licor de cereja que constitui uma espécie de felicidade em forma de copo, como aliás é possível perceber no seguinte instantâneo:

Se o Segredo de Cereja, uma bebida que apesar do sucesso em certos sectores da comitiva tinha uma composição que nos escapou, já o Pastel de Nata de Cereja, uma invenção da escola, estava delicioso.quarta-feira, junho 08, 2011
Museu do Fundão apresentou 6º número da revista premiada Eburobriga

O Museu Arqueológico Municipal José Monteiro, no Fundão, apresentou ontem o 6ª número da revista científica Ebvrobriga, uma publicação que em 2010 viu reconhecido o seu valor pela APOM, Associação Portuguesa de Museologia, como prémio de Melhor Trabalho de Museologia. Recorde-se que, já em 2008, a APOM havia atribuído ao Museu uma menção honrosa na categoria do Melhor Museu Nacional.
Quem este fim-de-semana vier ao Fundão, aproveitando um fim-de-semana prolongado para participar na Festa da Cereja, não pode deixar de visitar este museu!
Festa da Cereja 2011 - Alcongosta / Fundão

Começa já amanhã a Festa da Cereja 2011 que, até Domingo, promete mais uma vez encher as ruas da aldeia de Alcongosta de cores, música e movimento com as tasquinhas, instaladas pelos habitantes locais nas suas caves e garagens a prometerem fazer outra vez as delícias dos mais de 40.000 visitantes esperados. Recordam-se como foi no ano passado? (Cliquem aqui)
Tarde | Bombos da Alcongosta
Pifaradas e Gaitadas do Álvaro Pessoa
Bombos da Capinha
21H00 | Concerto Grupo de Cantares Sª do Mosteiro (Freixial)
Dia 10 de Junho
8h30 | Passeio Pedestre na Rota da Cereja
(integrado nas comemorações do 25º aniversário da Rádio Cova da Beira)
Ponto de Encontro – Junta de Freguesia do Fundão
Manhã | Bombos de Alcongosta
Tarde | Concertinas da Sequeira (Guarda)
Rancho Folclórico do Castelejo
Noite | Grupo de Música Popular “As sementinhas”Centro de Dia do Castelejo
Rancho Folclórico de Soalheira
22H30 | Concerto Comtradições
Dia 11 de Junho
8h30 | II Passeio/ Convívio de Motard
Clube Motard Trinca Cerejas (contacto:966 376 010)
ponto de encontro - Amnésia Bar
Manhã | Bombos de Alcongosta
Tarde | Associação de Bombos Souto da Casa
Bombos das Donas
Bombos do Barco
Rancho Folclórico dos Três Povos
Concertinas Estrelas da Serra (Guarda)
Noite | Rancho Folclórico
Cantarinhas do Telhado
Bombos do Alcaide
Grupo de Cantares da Esc. Sec. do Fundão
22H30 | Concerto A Caruma
Dia 12 de Junho
Manhã | Bombos de Alcongosta
Bombos da Barroca
Bombos da Junta de Freguesia do Fundão
Tarde | Grupo de Cantares de Santo André (Telhado)
Grupo de Cantares da Arrifana
Rancho Folclórico dos Pastores do Açor
Grupo Coral da Associação de Solidariedade Social de Silvares
terça-feira, junho 07, 2011
Os escoceses têm o Nessie e nós temos o crocodilo de Castelo de Bode!
Este episódio traz-me à memória um outro, ocorrido nos anos 1980's, quando se espalhou um boato segundo o qual haveria um tigre à solta numa zona do país da qual já não me recordo. Alguém se lembra?





















