quinta-feira, março 05, 2009
Em Tomar é que se está bem
Grande pérola esta que foi publicada pelo camarada Luís no seu blog, o "Tomar, A Cidade!". Vale a pena ver e constatar que, segundo diz o protagonista, realmente em Tomar é que uma pessoa se sente em casa.
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quarta-feira, março 04, 2009
Inbicta do Katano
No fim-de-semana passada, o Blog do Katano foi à Cidade Inbicta! Embora não tenhamos ido comunicar aos portuenses que de ser Invicta a cidade não se pode gabar (o General Soult que o diga), isto porque não queríamos deixar ninguém deprimido, aproveitamos sim para nos dedicar a um intenso fim-de-semana de cultura.
Estádio do Dragão, Sábado à noite. A ocasião era boa demais para perder a oportunidade de ver Jesualdo Ferreira em acção, praticando toda a sagacidade táctica e a arguta capacidade de análise que o caracteriza. A estratégia foi de facto brilhante: deixar passar o tempo e esperar por um auto-golo do Polga que, infelizmente, voltou a desiludir.
Coliseu do Porto, Domingo de manhã. O prato forte da visita! No âmbito dos Concertos Promenade, a Ana voltou a mostrar que é uma artista de categoria sendo particularmente bem acompanhada pelo coro da AMVC numa interpretação das Danças da obra "Príncipe Igor" de Borodin. Uma actuação de categoria que inclusive levou o analista/cronista do Zé do Boné a referir que "estes sim estiveram bem afinados ao contrário dos outros ontem no Estádio do Dragão". Outro testemunho, de fonte anónima, não escondeu alguma surpresa perante o espectáculo: "Já acabou? Podemos ir à bucha?"
Torre dos Clérigos, Domingo após a bucha, a fantástica vista a 360º que se avista, após trepar os cerca de 200 degraus, é no mínimo inspiradora. Deslumbrados com a paisagem não pudemos deixar de colocar ao nosso mais íntimo ser a questão: será que deveríamos oferecer o Football Manager ao Jesualdo?
Um pormenor curioso virado para o mar, talvez para os Açores, essa região autónoma recheada de clubes que mereciam ser treinados pelo Jesualdo.
Finalmente, já no percurso de regresso, houve ainda tempo para praticar um dos passatempos do fim-de-semana. Depois do "Onde está o Wally?", eis que inventámos o "Onde está o Gil?". Pelo meio, espaço ainda para um verdadeiro exercício de aprendizagem, cortesia do Bruno, de respostas bruscas a indivíduos que nos abordam com o intuito de solicitar gratuitamente valores monetários ou géneros. Curiosamente achamos que se trata do mesmo leque de respostas que o Jesualdo merecia ouvir sempre que pedisse algo aos seus jogadores.
Estádio do Dragão, Sábado à noite. A ocasião era boa demais para perder a oportunidade de ver Jesualdo Ferreira em acção, praticando toda a sagacidade táctica e a arguta capacidade de análise que o caracteriza. A estratégia foi de facto brilhante: deixar passar o tempo e esperar por um auto-golo do Polga que, infelizmente, voltou a desiludir.PS - Após o jogo, foram efectuadas várias simulações no Football Manager com os mesmos jogadores e várias tácticas. Em todas elas o FCPorto ganhou por larga margem e, numa delas, o Polga marcou mesmo auto-golo.
Coliseu do Porto, Domingo de manhã. O prato forte da visita! No âmbito dos Concertos Promenade, a Ana voltou a mostrar que é uma artista de categoria sendo particularmente bem acompanhada pelo coro da AMVC numa interpretação das Danças da obra "Príncipe Igor" de Borodin. Uma actuação de categoria que inclusive levou o analista/cronista do Zé do Boné a referir que "estes sim estiveram bem afinados ao contrário dos outros ontem no Estádio do Dragão". Outro testemunho, de fonte anónima, não escondeu alguma surpresa perante o espectáculo: "Já acabou? Podemos ir à bucha?"
Torre dos Clérigos, Domingo após a bucha, a fantástica vista a 360º que se avista, após trepar os cerca de 200 degraus, é no mínimo inspiradora. Deslumbrados com a paisagem não pudemos deixar de colocar ao nosso mais íntimo ser a questão: será que deveríamos oferecer o Football Manager ao Jesualdo?
Um pormenor curioso virado para o mar, talvez para os Açores, essa região autónoma recheada de clubes que mereciam ser treinados pelo Jesualdo.
Finalmente, já no percurso de regresso, houve ainda tempo para praticar um dos passatempos do fim-de-semana. Depois do "Onde está o Wally?", eis que inventámos o "Onde está o Gil?". Pelo meio, espaço ainda para um verdadeiro exercício de aprendizagem, cortesia do Bruno, de respostas bruscas a indivíduos que nos abordam com o intuito de solicitar gratuitamente valores monetários ou géneros. Curiosamente achamos que se trata do mesmo leque de respostas que o Jesualdo merecia ouvir sempre que pedisse algo aos seus jogadores.Este artigo é o primeiro de dois dedicados à nossa querida Sete Luas, pela simpatia e pela companhia com que nos brindou na nossa visita à cidade Inbicta. Segue-se um artigo sobre a temática do alojamento.
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terça-feira, março 03, 2009
Parabenização especial
FELIZ ANIVERSÁRIO + 5 DIAS
CAETANO!!
Porque somos um blog original, aqui no do Katano parabenizamos o nosso fundador com uma margem de dias que nos garante que somos efectivamente os últimos, porque os últimos, diz o povo, são também os primeiros!
Desejamos-te um ano do katano, de realização pessoal e profissional, mas sobretudo de grande inspiração para nos deliciares com muitas e boas postas! E venham mais 100! :D
Da malta do Katano.
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Turistas com piada
Os turistas que visitam a Torre dos Clérigos são, sem dúvida, pessoas com sentido de humor... No entanto, se forem tão bons a ler quanto são a escrever, a conclusão alternativa é que eles têm desculpa.
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domingo, março 01, 2009
Valorização pessoal
"Na escola, quando temos uma nota baixa, esforçamo-nos para recuperar e até pagamos a explicadores. No mundo do trabalho, os empresários chamam-nos a atenção para as nossas fraquezas, referindo que temos de melhorar este e aquele aspecto.Em suma, passamos a vida toda a investir naquilo em somos mais fracos e não investimos naquilo em que somos realmente bons".
Jorge Marques, presidente da Associação Portuguesa dos Gestores e Técnicos dos Recursos Humanos
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Finalmente Penedono III - Violência (pouco) doméstica
Tal como prometido, depois de espreguiçar nas sepulturas ou impedir entrada de vandalos em Castelos, segue um instantâneo da "calorosa" e "afável" hora de almoço tuga.
Dado não ter ficado satisfeito com as sandes de banana e presunto ou com o paté barrado com um ligeiro toque de pão, e depois de lhe subir à cabeça a força de um karate dragon azul, eis que um ilustre membro/a da comitiva que se deslocou a Penedono resolve mostrar a fúria de um tuga pouco satisfeito com o almoço que a mulher lhe preparou e zás, cá vai disto:
Dado não ter ficado satisfeito com as sandes de banana e presunto ou com o paté barrado com um ligeiro toque de pão, e depois de lhe subir à cabeça a força de um karate dragon azul, eis que um ilustre membro/a da comitiva que se deslocou a Penedono resolve mostrar a fúria de um tuga pouco satisfeito com o almoço que a mulher lhe preparou e zás, cá vai disto:

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quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Finalmente Penedono II - O Castelo de Penedono
Continuando a nossa viagem pela alta Beira Alta (passe a redundância), deixámos então Trancoso para trás e prosseguimos para Norte, em direcção a Penedono onde chegámos por volta da hora do almoço (uma hora extremamente relativa, é certo, mas ainda assim relevante na estruturação da nossa visita).
Após alguma hesitação em relação à escolha do local mais apropriado para nos instalarmos com a nossa genial arca frigorífica portátil, e após firme objecção por parte de um elemento da comitiva em relação a instalarmo-nos num simpático espaço à porta de um restaurante local (creio que esse certo e determinado elemento usou do argumento de que tal acto constituiria uma prática de verdadeiro tuguismo), acabámos finalmente por encontrar um pequeno jardim que reunia as infra-estruturas necessárias. Bom, faltavam talvez os sanitários...
O local escolhido foi o Jardim da Cegonha, um espaço muito bem tratado e cativante, junto a uma antiga fonte de mergulho. Este jardim evoca não a ave propriamente dita mas sim aquilo que conhecemos também como Picota, um mecanismo de alavanca e contra-peso destinado a retirar água de um poço e que outrora ali existiu.
O Cavaleiro Magriço

O Castelo de Penedono é conhecido por ter sido local de nascimento de Álvaro Gonçalves Coutinho, conhecido pela alcunha de "Magriço", um dos "12 pares de Inglaterra" referido por Camões no Lusíadas. Esta figura quixotesca era filho não-primogénito do alcaide do castelo de Penedono e, como acontecia na época, vivia em demanda de glória e fortuna pelos feitos de armas.
A sua mítica história teve origem quando 12 damas inglesas foram injuriadas por outros tantos fidalgos e, para preservar a honra das damas e, ao mesmo tempo não querendo entrar em conflitos que poderiam degenerar em grave conflito, o Duque de Lancaster (ou Lencastre) pediu a D.João I que lhe enviasse 12 fidalgos para a peleja.
O Magriço, ao contrário dos outros 11 que foram de barco, viajou para Inglaterra por terra para saciar a sua curiosidade, o que fez com que se atrasasse. Diz a lenda, que estava já o torneio prestes a começar e uma dama em particular muito chorosa por não estar quem lhe iria defender a honra, quando chegou o Magriço em grande alarido.
Obviamente vencido o torneio, os cavaleiros celebraram a vitória e regressaram a Portugal... excepto o Magriço que ainda se manteve alguns anos por lá ao serviço do Conde de Flandres, regressando mais tarde com uma carta de reconhecimento que se encontra ainda hoje depositada na Torre do Tombo.
Foi em memória da relevância lendária dos feitos do Magriço que, em 1966 por ocasião do Campeonato do Mundo de Futebol, a selecção nacional recebeu a alcunha de "Magriços" já que esta prova se disputava em Inglaterra.
O Castelo de Penedono

Trata-se de uma fortificação do Séc XIV, com uma arquitectura única, que se destaca na relativamente pequena sede de concelho. Antes de acedermos ao castelo, passamos por um conjunto de casas recuperadas, uma das quais adaptada a posto de Turismo, e um belo exemplar de pelourinho manuelino de gaiola do Séc XVI.
Sobre a fortificação diz-nos a Câmara Municipal de Penenodo que:
"O castelo, classificado como monumento nacional (Decreto de 16 de Junho de 1910), ergue-se a 930 m. de altitude, em plena serra de Serigo, dominando ao redor um vastíssimo panorama, apenas limitado, ao longe, pelos mais elevados relevos das Beiras e Além - Douro e terras castelhanas do antigo reino Leão.
Galhardamente fincado no seu pedestal granítico, lembra, pelo fino recorte das suas linhas, uma graciosa aguarela romântica ou cenário de conto de fadas. É, sem dúvida, o mais formoso monumento do seu género, existente em terras beiroas.
De planta hexagonal irregular, com o perímetro de, aproximadamente, setenta metros escassos, foi edificado, talvez, no século XIV, por D. Vasco Fernandes Coutinho, senhor do Couto de Leomil e vassalo de el-rei, a quem D. Fernando o doara, juntamente com a vila de Numão e outros lugares, em recompensa de revelantes serviços prestado à Coroa. O escudo das armas dos Coutinhos: as cinquo estrelas sanguinhas / em campo dourado pintadas – colocado acima do portal da entrada, assim o dá a entender.
Dois esguios cubelos flanqueiam o portal, aberto ao sul, enquanto outros três se escalonam a intervalos irregulares, ao longo do anel das altas cortinas ameadas."
No seu interior é possível passear pelos diferentes níveis do castelo (numa altura de até 3 andares aproximadamente) alcançando-se uma vista magnífica. Contudo, levanta algumas questões de segurança até porque o corrimão que supostamente serve de resguardo inspira tudo menos confiança.

Dois imponentes torreões ladeiam a porta de entrada do castelo sobre a qual se encontra o brasão da família dos Coutinho.
Perante o cenário, um dos membros da comitiva viu-se forçado, em grande sacrifício e perda pessoal, a abdicar de subir às ameias do castelo para garantir que, em caso de desastre, alguém estivesse em condições de prover cuidados de primeiros socorros aos restantes membros da comitiva ou de, pelo menos, os carregar para a bagageira do automóvel.

À entrada do castelo, foi necessário atestar que não estávamos ali para levar a palavra do Senhor nem para vender enciclopédias. Curiosamente, a sinistra figura que nos barrou o caminho era muito semelhante à outra sinistra figura que, em Trancoso, fez uso de uma sepultura rupestre à laia de espreguiçadeira.

Um membro da comitiva, pouco preocupado com a sua própria segurança pessoal, tenta fazer humor com outro membro insinuando que este estaria a evitar circular pelas ameias devido a inexplicável fobia das alturas. O membro visado pelo inoportuno comentário jocoso resolve ignorar e fingir que acabou de avistar a Soraia Chaves a perseguir, com ar de quem quer praticar traquinices, o pároco local em plena avenida principal da povoação.
A seguir: Missa num Anta, Tuguismo de Qualidade
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quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Porque é que os Óscares se chamam Óscares?
Criados em 1928 para aumentar o prestígio da indústria de cinema de Hollywood, os oficialmente designados Prémios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas são contudo conhecidos à escala planetária por "Óscares", designação aliás usada oficialmente pela Academia desde 1939. A origem do nome destas estatuetas, representando um cavaleiro segurando a sua espada sobre um pedestal formado por uma bobine de filme, é no mínimo curiosa.
Ao que parece no início da década de 1930, Margaret Herrick, então bibliotecária da Academia, ao ver pela primeira vez uma destas estatuetas, terá exclamado que esta lhe fazia lembrar o seu tio Óscar. Pelos vistos o reparo terá causado sensação suficiente para ganhar força ao ponto de, alguns anos mais tarde, vir a ser adoptada como designação oficial.
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terça-feira, fevereiro 24, 2009
Serra da Estrela, 16 de Fevereiro de 2009

Céu, neve e granito. A Serra como deveria ser, sem turistas, sem sacos de plástico, trenós partidos, restos de refeições,...

Antigas torres de radar da base de controlo da NATO que aqui esteve instalada nos anos 50. Actualmente, a mais próxima (em melhor estado) serve de posto sazonal da GNR. Para que fique bem claro, não é por causa destas torres que o ponto mais alto da Serra da Estrela se chama "Torre". Deve-se sim à presença da torre de 7m que, originalmente, foi mandada erguer por D. João III para que a Serra efectivamente medisse 2.000 m.
PS - As duas torres da foto estão à venda.

Corte na neve com mais de 2m atrás do qual se vê um telhado do supra-sumo dos centros comerciais de montanha (sobretudo na categoria dos centros comerciais improvisados e sem condições), atrás do qual se percebe outra perspectiva de uma das antigas torres de radar.

O impressionante Cântaro Magro, aos pés do qual corre embrionário o rio Zêzere.

Parte cimeira do vale glaciar por onde corre o rio Zêzere, aliás visível na foto. Este vale, que segundo dizem é o maior vale glaciar da Europa com 13km de extensão, impressiona pela sua forma e extensão.

Vista da Nave de Santo António, zona onde, nos meus tempos de catraio, se instalava uma multidão de campistas de fim de semana com as suas tendas e atrelados (e umas quantas barracas como casas de férias).

"Fonte de Águas Frigidíssimas", da fonte Paulo Luís de Martins a água emerge de um lençol freático a uma temperatura constante de 6 graus ao longo do ano.
PS - Ao perceber um letreiro dizendo "Centro Interpretativo da Serra da Estrela" num dos edifícios da zona da torre, fiquei agradavelmente surpreendido e curioso. Contudo, a surpresa depressa se desfez perante um edifício fechado, apesar de ter visível um horário no qual se lia "Aberto todos os dias"... Será provavelmente mais importante vender casacos de cabedal, pins, pantufas e bonecos de peluche tipicamente serranos aos turistas.
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segunda-feira, fevereiro 23, 2009
Noite de Óscares
O filme Slumdog Millionaire ("Quem quer ser milionário") foi o grande vencedor da noite ao arrebatar 8 óscares, entre eles o de melhor filme, batendo assim por larga margem O Estranho Caso de Benjamin Button que arrebatou 3 estatuetas.
Por força do trabalho, que me ocupou noite fora, tive ocasião de ir acompanhando, pela primeira vez integralmente e a espaços, a cerimónia de entrega dos Óscares embora mantenha a minha opinião acerca da mesma.
Para começar, acho ridícula a forma como se tenta forçar o humor da cerimónia, debitando piadas a partir do tele-ponto, nem sempre com uma expressão à altura do estatuto de actores dos apresentadores, embora o estado de nervosismo e a consciência de que o Mundo está de olhos postos neles, faça com que os membros da plateia sorriam e adiram, portando todos eles um sorriso que se situa algures entre a classificação de sorriso Colgate, o sorriso congelado e o sorriso parvinho (se calhar um misto dos 3).
Por outro lado, esta cerimónia é também um hino à hipocrisia que atinge o seu clímax quando se anuncia o nome do vencedor de uma categoria. Duvido muito que os aplausos e o ar de entusiasmo dos derrotados se destine a outra coisa que não seja o salvar da face fazendo boa figura e mostrando um aparente fair play quando, no seu âmago, estão provavelmente a tecer considerações sobre a profissão da mãe de quem está a receber a estatueta e a pensar em como desejável se tornou aquela garrafinha de bourbon que está no armário da sala.
Quem vence também não se safa a esta apreciação, sobretudo quando começa a frase com "Não estava nada à espera...". Pois claro que não! Ao fim e ao cabo, eles apenas foram ali porque havia champagne e mini-hamburgueres grátis...
À margem de todo este show off e toda esta hipocrisia, ficam os prémios da noite:
Melhor filme: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhor actor: Sean Penn (Milk)
Melhor actriz: Kate Winslet (O Leitor)
Melhor actor secundário: Heath Ledger (O Cavaleiro das Trevas)
Melhor actriz secundária: Penelope Cruz (Vicky Cristina Barcelona)
Melhor realizador: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhor filme estrangeiro: Okuribito / Departures (Japão)
Melhor filme de animação: Wall-E
Melhor argumento original: Milk
Melhor argumento adaptado: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhor canção original: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhor som: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhor orquestração: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhor fotografia: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhor direcção artística: O Estranho Caso de Benjamin Button
Melhor guarda-roupa: A Duquesa
Melhor montagem: Slumdog Millionaire (Quem quer ser Bilionário)
Melhores efeitos visuais: O Estranho Caso de Benjamin Button
Melhores efeitos sonoros: O Cavaleiro das Trevas
Melhor caracterização: O Estranho Caso de Benjamin Button
Melhor documentário: Homem no Arame
Melhor curta-metragem documental: Smile Pinki
Melhor curta-metragem: Spielzeugland
Melhor curta-metragem de animação: La maison en petits cubes
imagem: The Real South Korea
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