A crise económica, como podemos verificar diariamente através dos media, está a fazer-se sentir com crescente intensidade nas empresas nacionais, fazendo com que "insolvência" e "falência" se tenham tornado termos privilegiados da cultura mediática dos cidadãos. Contudo, há empresas que, recorrendo ao engenho, conseguem encontrar formas brilhantes de escapar a este cenário negro generalizado. quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Engenharia contra a crise
A crise económica, como podemos verificar diariamente através dos media, está a fazer-se sentir com crescente intensidade nas empresas nacionais, fazendo com que "insolvência" e "falência" se tenham tornado termos privilegiados da cultura mediática dos cidadãos. Contudo, há empresas que, recorrendo ao engenho, conseguem encontrar formas brilhantes de escapar a este cenário negro generalizado. De bananas ou ananazes?... I
Depois da longa espera, está finalmente pronta a prometida posta. Ora como é dificílimo para mim PARAR de escrever sobre a pérola do Atlântico, e porque há muito a dizer, vou dividir o artigo em 3 postas. Aqui fica a primeira com um cheirinho do que aí vem. É uma contextualização geral, uma espécie de KatanoPédia, em jeito de introdução à real posta. Espero que gostem e tenham pachorrinha para lerem tudo. Para mais informações, contactar a euzinha. :)
I – KatanoPédia
(Divisão em Capitanias, Autor desconhecido, 1888(?))
O seu nome (quer da ilha, quer do arquipélago) atribui-se à variedade luxuriante de vegetação que os navegadores encontraram com espécies até à data completamente desconhecidas dos Europeus (aliás, espécies como os dragoeiros, por exemplo, permanecem, ainda hoje, desconhecidas para muitos).
(Ilha da Madeira - © Nuno Chambel)
Situado em pleno oceano Atlântico, a cerca de 980 kms de Lisboa e a 700 da costa Africana, o arquipélago é constituído por 7 ilhas (e não duas como muito boa gente pensa): Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, estas duas últimas são pequenos conjuntos de ilhas desabitados e com estatuto de reserva Natural. Apesar de ser um arquipélago mais pequeno que o dos Açores, por exemplo, as diferenças entre as ilhas que o constituem são marcantes. A ilha da Madeira possui um relevo acidentado e inconsistente, a parte norte da ilha dominada por encostas e arribas, onde se encontram os picos mais altos do arquipélago (Pico Ruivo – 1.862m, Pico do Areeiro – 1.815m, etc); e a parte sul onde dominam as paisagens mais planas e menos acidentadas. A vegetação é abundante, rica e variada e, independentemente da altura do ano, a ilha é um ponto verdejante no oceano, pleno de flores e cursos de água. ( e é por isto que a Madeira é um jardim e não por causa do senhor Presidente da Região).
O Porto Santo, por sua vez, é uma ilha muito menos acidentada, mais plana, com vegetação menos exuberante e mais rasteira, o solo é mais pobre e durante as épocas mais quentes do ano a ilha reveste-se duma tonalidade seca e dourada e algo mais árida. No entanto, é
(Ilha de Porto Santo - © SeteLuas [vá n sejam maus, não é uma foto à lá Xamane mas as melhores estão para vir...])
As Selvagens e as Desertas, são extremamente agrestes mas constituem um autêntico paraíso para diversas espécies animais, nomeada e principalmente aves e vida marinha.
(Ilhas Desertas, Vista Aérea - Autor Desconhecido)
(Ilhas Selvagens, © Ivan Ramiréz)
Aberto o apetite, vale a pena continuar? ;)
(NOTA: Todos os direitos de autor são respeitados e mencionados nos termos da lei. :p)
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Curiosidades patrimoniais
À frente dos franceses ninguém foge!
Um dos episódios mais conhecidos da História de Portugal é o da corajosa fuga que, em finais de 1807, a Família Real portuguesa empreendeu com destino ao Brasil para, deste modo, evitar cair nas mãos do exército invasor francês, comandado por Junot.
Este plano já tinha na altura quase 200 anos e era equivalente ao actual plano de crise estado-unidense que dita que, em caso de ataque, o Presidente dos EUA use o Air Force One para se refugiar em destino seguro (embora eu não ache muito seguro o Air Force One ser o único aparelho autorizado a voar nesse momento pois tenho a sensação que não será complicado detectá-lo por radar).
Seja como for, o Príncipe Regente, futuro D. João VI, que os franceses descreviam como "extremamente feio", era também por natureza um homem extremamente hesitante e, só na véspera da entrada dos franceses em Lisboa, se decidiu finalmente pela fuga.
A Família Real saiu então do Palácio de Queluz transportada numa carruagem que, compreensivelmente, procurava chegar ao Cais de Belém o mais rápido possível, isto sob o olhar de espanto do povo que assistia a tudo. Diz-se que a ainda rainha D.Maria I, sob o efeito da demência que já há muito a afectava, se dirigiu então com veemência ao cocheiro: "Devagar, homem! Vão pensar que estamos a fugir!".
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Eu também quero um RSI!!!
Não é todos os dias que a TVI merece a minha atenção mas hoje, acabou por fazê-lo graças a uma interessante reportagem que denunciou (mais) um dos aspectos que fazem dos portugueses, um dos povos com mais Chico-espertice da Europa: a má distribuição do Rendimento Social de Inserção, ex-Rendimento Mínimo Garantido.
A dita reportagem mostrava dois casos perfeitamente díspares: o primeiro de uma mulher que pura e simplesmente fazia a sua vida com base no RSI, prontamente denunciada com total despudor por um seu familiar “Ela não quer é trabalhar!” (a própria equipa de reportagem foi pouco delicada pois foi acordar a senhora quando nem sequer eram ainda duas da tarde).
O segundo, foi de um casal que, tendo ficado sem nada, viu no RSI a solução imediata para os seus problemas, aproveitando-o para relançar a sua vida. Tendo atingido novamente a estabilidade, eles próprios se dirigiram à Segurança Social para terminar a atribuição do RSI alegando que outros haveria a quem o RSI poderia ajudar agora que eles já não precisavam.
Se a ideia que está por trás do RSI é excelente pelo apoio que vem dar a muitas famílias e indivíduos carenciados, peca contudo, como tantas outros apoios estatais, pela deficiente fiscalização da sua aplicação e real necessidade de quem deles beneficia.
Por outro lado pergunto-me se não seria também vantajoso para o país tirar partido desta despesa de uma forma mais prática. Que tal incluir nas obrigações de benefício do RSI a obrigatoriedade periódica de trabalho comunitário ou de benefício público? Será que muitos dos beneficiários se manteriam tanto tempo no desemprego como o fazem agora?
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Bruno Aleixo de regresso
Um beijinho para a Ana por esta engraçadíssima sugestão. Já agora, se um dia tiveres um gabinete apertadinho, não te esqueças de desligar o aquecedor e de me trazeres todos os dias um garrafo de xarope para a tosse bem docinho.
Sugestão de cinema
Site oficial: http://www.myspace.com/faintheartthemovie
PS - Peço desculpa aos leitores pela minha ausência dos últimos tempos mas, pelo menos até ao final da semana que vem, a sobrecarga de trabalho a isso obriga.
terça-feira, janeiro 27, 2009
NP

segunda-feira, janeiro 26, 2009
Pesquisas do Katano
Assim, os termos de pesquisa mais sui generis que trouxeram leitores a este blog nas últimas semanas foram:
Como se faz a pirataria
Eis um indicador da crise económica que atravessamos actualmente, associada à crescente taxa de desemprego da população, factores que levam os cidadãos a procurarem enveredar por actividades laborais alternativas.
Caro(a) amigo(a), para enveredar pelo ramo da pirataria só concebo duas hipóteses. A primeira alternativa passa por adquirir uma embarcação em leasing, contraíndo para o efeito um empréstimo a 480 mensalidades, e indo praticar a pirataria marítima ali ao largo da Costa de Peniche usando como instrumento de persuasão uma arma de fogo de baixo custo, produto que pode facilmente ser adquirido em qualquer bairro social da região de Lisboa.
Em alternativa pode enviar o CV para a Direcção Geral de Impostos, anexando-o a uma carta de motivação, para candidatura a um cargo de inspector das Finanças.
Veja Jesus
Quem quer ver Jesus vem ao Blog do Katano. Toda a gente sabe disso. Há no entanto efeitos díspares como o daquela dona de casa que, num intervalo do "Você na TV", visitou o Blog e viu o Elvis e outro leitor ainda que jurou ter visto o cadáver de Jimmy Hoffa numa das fotos com neve tiradas pelo Xamane.
Tudosobrepenis
Pois... não sei... quer dizer... Será que alguém se baralhou ou será que isto afinal quer dizer que o Blog do Katano é um blog... do baralho?
teu pai eh o google
Google, o pai dos motores de busca, é afinal também pai de alguns cibernautas. Eu já tinha ouvido gente mais ou menos célebre afirmar perante as câmaras que a sua paternidade se dividia entre o Pinto da Costa e o Vítor Baía mas atribuir a paternidade ao Google é algo completamente diferente. Identificado o pai, subsiste no entanto a dúvida quanto à identidade da mãe. Será a Wikipédia ou a Britannica?
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Só mais uma inesquecível recordação...
Como assim, "qual vídeo?"? Este vídeo, evidententemente:


