Epson, the leader in imaging technology, is launching an ambitious initiative to help restore the biodiversity in Serra da Gardunha, Fundão, Central Portugal. Epson will work with local partners to restore the areas scenery and wildlife, all of which were devastated by the severe forest fires of 2003 and 2005. The Epson Gardunha Biodiversity Initiative forms part of Epsons Environmental Vision 2050: a wide ranging environmental commitment that also includes reducing the companys entire CO2 emissions by 90% by 2050.
A concretizar-se (tantas promessas de reflorestação falhadas conferem toda a legitimidade à dúvida), é sem dúvida uma excelente notícia para uma serra que, especialmente em 2003 e 2005, foi duramente martirizada pelos incêndios.
Por sugestão do Marco, aqui fica o vídeo oficial da EPSON sobre a iniciativa, no qual é protagonista a nossa muito querida Tia Maria "Pêras", artesã, poeta e contadora de histórias, uma emblemática habitante de Vale d'Urso.
segunda-feira, janeiro 19, 2009
EPSON Iniciativa de Biodiversidade da Gardunha / Gardunha biodiversity iniciative
quinta-feira, janeiro 15, 2009
E agora algo completamente novo, ou talvez não!!!
Muito bem, camarada Caetano, já és uma figura pública, já estás a aparecer na TV, agora tens de manter o low profile...
PS 1. Assim como quem não quer a coisa e tal, pediste o nº telemóvel á menina, bem gira, he he
PS 2. Ana, calma, que o David agora já é famoso...
Quem descobriu os Açores, os portugueses ou... os fenícios?
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quarta-feira, janeiro 14, 2009
A felicidade exige valentia...
A verdade é que nem sempre ligo a estes contactos mas o que li teve um efeito qualquer em mim. Muitos já conhecerão, mas partilho para os restantes...
"Um monte de sarilhos"
Depois do Cristiano Ronaldo durante dias (1º porque partiu um Ferrarri cujo valor o obriga a trabalhar durante três dias e depois porque ganhou um prémio que vai enriquecer bastante a conta da D. Dolores) seguem-se agora as declarações mais polémicas do momento: D. José Policarpo e a sua demonstração de intolerância com outras comunidades.
Todos sabemos a distância que separa a cultura católica da islâmica mas é inconcebivel (parece-me...) que sejam proferidas declarações xenófobas por um indivíduo que lidera uma instituição num país que cada vez mais é multicultural e que recebe (independentemente de bem ou mal) muitos emigrantes, e muitos deles muçulmanos.
Acredito que somos um país em mudança, em evolução de mentalidade, com o olhar posto nas relações do futuro, mas temos ainda um caminho vastissímo a percorrer. E depois, quando tentamos realmente ser tolerantes e viver em comunidade, demonstrando que estamos dispostos a mudar, eis que somos surpreendidos por declarações como estas, ditas por alguém que parece ter parado no tempo.
Foi mesmo uma questão que me chocou e serviu para começar o dia a reflectir sobre as diferenças dos povos mas a igualdade e sobretudo o respeito que devemos todos ter, uns para com os outros, e cada um na sua individualidade e diferença.
Já que se fala de jornalismo...vamos a Penha Garcia
No passado dia 8 de Janeiro a aldeia de Penha Garcia foi alvo de uma pequena reportagem no programa Nós Por Cá, dando-se destaque na peça ao insólito que é existir um tanque de guerra num jardim público e cujo canhão, inocentemente (?) está apontado a Monsanto.
A Ana já me tinha falado dessa reportagem mas, por falta de tempo e oportunidade, ainda não tinha ido dar uma vista de olhos. Contudo, o Por Terras do Rei Wamba do meu caro Joaquim, atento como sempre, chamou em definitivo a minha atenção para a dita reportagem ao apontar o dedo a algumas incorrecções (chamemos-lhe assim) na introdução que nela é feita à localidade.
De facto, logo a abrir a peça, o jornalista faz uma verdadeira "entrada a pés juntos" à História de Portugal referindo com total tranquilidade que a localidade foi doada à Ordem dos Templários por D.Dinis em... 1510! A partir daí, a reportagem centra-se em definitivo no peculiar adorno do jardim a partir de um banco feito com um canhão retirado do castelo, Infelizmente, a verdadeira bomba já havia sido largada pois, em 1510 quem reinava já não era, curiosamente, o Rei Lavrador mas sim D. Manuel I, O Venturoso. Entretanto já o caminho marítimo para a Índia e o Brasil haviam sido descobertos, não por D.Afonso Henriques como alguns poderão erradamente pensar, mas por Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral, respectivamente.
A explicação oficial para o lapso
Fiquei obviamente preocupado pois, na sociedade actual que liga mais ao áudio e ao vídeo que aos livros, a televisão deveria assumir a responsabilidade de ser um veículo de informação e cultura (não estou a contar com a TVI, senhores) ou de, pelo menos, não induzir as pessoas em erro quanto, neste caso, à História de Portugal.
Indignado, escrevi um mail ao programa, chamando a atenção para o lapso e salientando que, apesar da distância a que Penha Garcia se encontra de Lisboa, nem na Idade Média as notícias da morte de D.Dinis demorariam quase 200 anos a chegar a esta aldeia.
Na volta, recebi uma resposta do próprio jornalista que, como justificação para o lapso que, segundo ele, foi detectado logo após a emissão da peça, referiu que no texto inicial havia duas datas relevantes: a da doação propriamente dita da localidade por D.Dinis aos Templários e uma outra, essa sim de 1510, referente ao Foral Novo atribuído por D.Manuel I. Contudo, por imperativos de redução do tempo da peça, o texto foi sendo cortado até que os dois eventos se misturaram na forma que acabou depois por ser difundida na televisão.
Seja como for, todo este caso é trivial tendo em conta os problemas que actualmente afectam Portugal e o Mundo, tais como a Recessão e o conflito na faixa de Gaza. Pessoalmente estou curiosíssimo para saber que medidas é que o General Junot, a partir do seu palacete na Rua do Alecrim, pretende tomar para combater o défice em Portugal. Quanto ao conflito na faixa de Gaza, espero que o presidente dos EUA, o Sr Thomas Jefferson, saiba usar do seu estatuto para levar as partes ao entendimento.
terça-feira, janeiro 13, 2009
Serviço Público
Na RTP1, passada a profusão de imagens onde, mais uma vez, as "Ronaldas" mereceram o seu habitual quinhão de mediatismo (bem merecido porque, afinal, uma tem uma loja de roupas e a outra diz que canta), o telejornal prosseguiu para um tema preocupante: o isolamento a que estão ainda votadas por causa do nevão do fim-de-semana, algumas aldeias, colocando especial enfoque em Carvalho de Rei, uma aldeia do concelho de Amarante, onde o próprio presidente da Junta em veículo TT assegurou o transporte dos habitantes.
Subitamente, a reportagem é interrompida para voltar à Suiça pois, atentai portugueses, Cristiano Ronaldo preparava-se para prestar declarações ao país. Então, de voz embargada e com a eloquência que o caracteriza, Ronaldo afirmou ao microfone da RTP1 que estava muito contente, que era o dia mais feliz da vida dele, que queria dedicar o prémio à família e aos amigos e que, para além disso, estava muito contente e era o dia mais feliz da vida dele.
No regresso ao estúdio, o anúncio de uma notícia que daí a pouco iria ser transmitida, relacionada com a tomada de posse de Barack Obama: o quase presidente dos EUA estava indeciso quanto ao cão a levar para a Casa Branca mas havia excelente possibilidades de a escolha vir a recair num exemplar de Cão de Água português. Portugal em grande, portanto, na política internacional.
Passado algum tempo, lá voltavam as desinteressantes notícias sobre o isolamento de algumas localidades onde a população continuava sem ter acesso a medicamentos, médicos, alimentos essenciais e as crianças sem poderem ir à escola. Boring...
segunda-feira, janeiro 12, 2009
Mais um dia fantástico na Repartição de Finanças nº620
Chegado ao local e tendo encostado o pancips ao balcão, olhei em volta. À minha esquerda, o belo exemplar de funcionário público mestre na arte das técnicas de atendimento, trabalhava no seu habitual registo, dando sermão a um contribuinte, certamente castigando-o pelo trabalho que ele tinha ousado ir ali dar-lhe. À direita, duas funcionárias discutiam com outro contribuinte a temática do momento, especificamente o drama das bocas de incêndio congeladas.
Ali fiquei cerca de 5 minutos até que uma outra funcionária, que até então tinha estado sentada na sua secretária, resolveu levantar-se e vir atender-me. Contudo, o seu percurso em direcção ao balcão foi por demais sofredor, como se a distância fosse a suficiente para, em caso de excessiva velocidade, desfalecer a meio do percurso por desidratação.
Tendo-lhe explicado o que pretendia, levantou lânguidamente a mão apontando para uma das suas colegas que discutiam a temática do frio, referindo com ar grave que o assunto em questão teria de ser resolvido por aquela colega especificamente.
Procurando sossegá-la nas suas preocupações disse-lhe para não se preocupar pois eu não me importava de esperar mais um bocado enquanto a colega conversava com aquele senhor. Esta frase teve algum efeito nela pois não arredou pé dali, embora não me tenha dirigido mais a palavra, enquanto a colega não deu por terminada a conversa com o contribuinte.
Finalmente esclarecido (eu teria apenas de entregar um requerimento, anexando-lhe prova de pagamento e entrega de declarações), compus o texto do referido documento com um gosto invulgar tendo passado hoje pelo balcão da Repartição nº620 para o entregar, juntamente com os anexos necessários tendo sido curiosamente atendido pela mesma funcionária.
Tendo saído das instalações da Repartição nº620 após a entrega da documentção, não pude deixar de controlar um movimento impulsivo que me levou a bater com a palma da mão na testa, pois constatei subitamente que me havia esquecido de referir que perdoava ao Estado eventuais juros de mora. Tudo em prol da retoma da Nação, claro!
Pateticamente, o meu último parágrafo, estropiado dessa ideia fundamental, apenas consistia no seguinte texto:
"Lamento contudo que esta situação tenha resultado da falta de informação, sendo que, ao balcão da Repartição de Finanças do Fundão, apenas me foi comunicada a obrigatoriedade da entrega das declarações trimestrais de IVA. Um lapso lamentável mas que, tendo em conta que se trata de uma repartição onde há quem atenda os contribuintes de palito na boca e responda a questões relativas a legislação sobre IRS com um esclarecedor "o artigo diz o que lá está escrito" (SIC), não será de todo incompreensível."
O Priorado do Cifrão
Anteontem caí novamente em tentação e comprei o último livro de João de Aguiar intitulado sugestivamente de "O Priorado do Cifrão" e editado pela Porto Editora.
Esta compra não foi, apesar de tudo, tão inesperada assim uma vez que, há já algum tempo, queria comprar este romance escrito por um autor que admiro particularmente e a quem pertence também a autoria de excelentes obras de ficção histórica como "Uma deusa na bruma" e "A hora de Sertório".
"O Priorado do Cifrão" é uma obra de ironia e satirização do conhecido "Código da Vinci" e, ao mesmo tempo, um thriller que começa também ele numa misteriosa morte num museu:
"Em Londres, na sala do Museu Britânico onde está exposto o Estandarte de Ur, foi encontrado morto Sir Alastair Hopkins-Smith, um conhecido académico inglês. O corpo estava numa estranha posição, com o polegar da mão direita metido na boca, como se estivesse a chuchar no dedo.
Paralelamente, há outras ocorrências: o desaparecimento misterioso, na Áustria, de outro académico, o Prof. Heinrich Loewe; e a morte, num acidente de viação suspeito, de um escritor português, Alfredo Estria, um velhote excêntrico que escreve e publica obras de cunho esotérico.
Há algo de comum nos três homens: todos eles se preparavam para atacar violentamente um livro que acaba de ser lançado nos Estados Unidos e promete ser um êxito mundial, o romance The Caravaggio Papers, de Ben Browning, que, através de um suspense bem urdido, passa a mensagem de que, na sua origem, a doutrina cristã era de tipo orgiástico…
The Caravaggio Papers foi publicado por um grande grupo editorial de origem americana, a Thoth International, que detém uma editora portuguesa, a Codex 3, onde trabalha Miguel, o jovem protagonista deste romance."
Aqui fica a apresentação do livro pelo próprio João Aguiar.
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Pesquisas do Katano
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