
segunda-feira, novembro 10, 2008
Pesquisas do Katano

domingo, novembro 09, 2008
Se ela o diz...
sábado, novembro 08, 2008
Moedas com história III

sexta-feira, novembro 07, 2008
A Sra Governadora Sarah Palin
Yes he did it
O vencedor foi "vendido" à opinião pública como uma espécie de cruzamento entre Martin Luther King e John Fitzgerald Kenedy e será talvez por isso que ouvi, não poucas vezes, algumas delas com a mesma convicção que alguém diria "A culpa é do Sócrates!", que Barack Obama será assassinado antes de completar o mandato. Creio até que o primeiro sinal disso terá sido a tentativa frustrada perpetrada por dois neonazis que, dando um claro indício do nível de QI desta gente, anunciou ao Mundo o que ia tentar fazer antes de tentar.
Uma coisa é certa: esta vitória carrega um tremendo simbolismo pelo seu timming e pelo contexto social e histórico em que ocorre, afinal, Obama é filho de um emigrante queniano num país onde, ainda há pouco mais de 40 anos, Luther King foi abatido a tiro e os afro-americanos eram ainda alvo de segregação racial. Sem dúvida impressionante!
Aqui fica o discurso de vitória de Obama, discurso que fica marcado por uma empolgante conclusão, a partir dos 13'30'' aproximadamente, e cuja transcrição faço abaixo.
This election had many firsts and many stories that will be told for generations. But one that’s on my mind tonight is about a woman who cast her ballot in Atlanta. She’s a lot like the millions of others who stood in line to make their voice heard in this election except for one thing – Ann Nixon Cooper is 106 years old.
She was born just a generation past slavery; a time when there were no cars on the road or planes in the sky; when someone like her couldn’t vote for two reasons – because she was a woman and because of the color of her skin.
And tonight, I think about all that she’s seen throughout her century in America – the heartache and the hope; the struggle and the progress; the times we were told that we can’t, and the people who pressed on with that American creed: Yes we can.
At a time when women’s voices were silenced and their hopes dismissed, she lived to see them stand up and speak out and reach for the ballot. Yes we can.
When there was despair in the dust bowl and depression across the land, she saw a nation conquer fear itself with a New Deal, new jobs and a new sense of common purpose. Yes we can.
When the bombs fell on our harbor and tyranny threatened the world, she was there to witness a generation rise to greatness and a democracy was saved. Yes we can.
She was there for the buses in Montgomery, the hoses in Birmingham, a bridge in Selma, and a preacher from Atlanta who told a people that “We Shall Overcome.” Yes we can.
A man touched down on the moon, a wall came down in Berlin, a world was connected by our own science and imagination. And this year, in this election, she touched her finger to a screen, and cast her vote, because after 106 years in America, through the best of times and the darkest of hours, she knows how America can change. Yes we can.
America, we have come so far. We have seen so much. But there is so much more to do. So tonight, let us ask ourselves – if our children should live to see the next century; if my daughters should be so lucky to live as long as Ann Nixon Cooper, what change will they see? What progress will we have made?
This is our chance to answer that call. This is our moment. This is our time – to put our people back to work and open doors of opportunity for our kids; to restore prosperity and promote the cause of peace; to reclaim the American Dream and reaffirm that fundamental truth – that out of many, we are one; that while we breathe, we hope, and where we are met with cynicism, and doubt, and those who tell us that we can’t, we will respond with that timeless creed that sums up the spirit of a people: Yes we can!
quarta-feira, novembro 05, 2008
Novas Oportunidades by Socas
Em tempo de crise mundial, Portugal foi há muito afectado e o poder de compra caiu tanto, que até a classe média já sente isso na pele.Aeroplano - O filme
Infelizmente os argumentistas acabaram provavelmente por sofrer uma espécie de esgotamento, facto que explica a recente série dos Scary Movies.
Contando com um elenco de luxo formado por Peter Graves, Leslie Nielsen, o mítico basquetebolista Kareem Abdul-Jabbar, Lloyd Bridges, entre outros, o filme constituía uma sátira a vários filmes, séries e sketches publicitários, satirizando particularmente um cliché a que o cinema recorre de forma sistemática: em caso de fatalidade da tripulação, há sempre alguém, entre os passageiros de um avião comercial, habilitado a pilotá-lo ainda que nunca tenha sequer pilotado um avião-baloiço activado por uma moeda de 1 euro.
Aqui fica o trailer do filme:
e aqui fica uma cena que me tocou particularmente e que recordo sempre que a máquina de café não funciona no emprego.
terça-feira, novembro 04, 2008
Desabafo laboral
Estava sentado a tomar café com um ex-colega, que tinha acabado de formar uma empresa, e perguntei-lhe se precisava de colaboradores ao que ele retorquiu que sim, terminando com "Queres começar já amanhã?". No dia seguinte, às 8h30 em ponto, lá estava eu preparado para uma odisseia que começou com uma tentativa frustrada de trabalho na área comercial, tarefa para a qual me revelei manifestamente inadaptado devido a um grave defeito: excesso de honestidade.
De facto eu era incapaz de criar necessidades num cliente quando via que ele já estava bem servido com o que tinha, bastando apenas algumas alterações mínimas. A minha colaboração na empresa terminaria daí a 2 anos, devido à única venda que consegui (sem querer): os meus serviços. De então para cá, o trabalho tem-me basicamente batido à porta e já cheguei inclusive a recusar propostas sem sequer saber valores (ok, já recusei uma para ir para Lx a 1.500 euros líquidos).
Contudo, nada é imutável e actualmente sinto-me algo frustrado de trabalhar para uma instituição superior cujas medidas se regem sistematicamente pela poupança em detrimento da meritocracia, onde as pessoas não passam de números e registos num ecrã de computador para decisores distantes e desfasados das realidades locais.
Sendo assim hoje fiz algo para mim inédito: peguei num anúncio de emprego num jornal e dediquei-lhe uma carta de candidatura à qual anexei um CV criteriosamente trabalhado e (mais extraordinário ainda!) creio que vou repetir o acto várias vezes nos próximos tempos.
segunda-feira, novembro 03, 2008
Noite de Pictionary

Uma espécie de quadrúpede acéfalo sobre uma couve da qual saía uma lagarta e que a equipa feminina interpretou como "Elefante"
Homem de bigode, invisual e duplamente amputado que a equipa feminina interpretou como "Nervos"

Espécie de antropomorfo transsexual junto a uma garrafa sobre um tripé deficiente que a equipa feminina interpretou como "Porca"
Bola de voleibol modificada que fez sucesso num filme que constituiu um dos êxitos da carreira de Tom Hanks e que foi intepretada pela equipa feminina como "Ver". Ao lado pode-se ver um antropomorfo anorético segurando uma garrafa com os dentes sob a luz que provém de um orifício na parede e que foi interpretada pela equipa feminina como "Microscópio". Por baixo, dada a demora na interpretação, preparava-se já o nascimento de mais uma verdadeira obra-prima semelhante a um chinelo incompleto.
E agora, porque a ocasião é boa demais para deixar passar em claro esta oportunidade, um verdadeiro clássico de 2007:

"SOLDAR"
Porque é que o peixe é um símbolo cristão?

