quinta-feira, agosto 07, 2008

Faltam 2 dias!


terça-feira, agosto 05, 2008

Um santo para cada aflição

"Qual é a santa que cura hemorróidas? É a Nossa Senhora das Necessidades?" - Questão colocada por uma pessoa anónima e escolhida completamente ao acaso na multidão.

sexta-feira, agosto 01, 2008

Ser canhoto era do Katano...!

Hoje descobri que até há relativamente pouco tempo, ser-se canhoto não era uma situação muito grata na escola. Pelo menos na altura do Estado Novo, para evitar que os canhotos usassem a mão esquerda na escrita, esta era amarrada ou usava-se a abusava-se da técnica pedagógica mais em voga na altura: a bela da palmada. Os próprios pais eram aconselhados pelos professores a impedir que os alunos escrevessem com a mão esquerda. Curiosamente, na realização das restantes actividades do dia-a-dia não havia qualquer tipo de restrição na primazia do uso da mão esquerda.

Triste sina a destes alunos numa época em que o Youtube ainda não tinha sido inventado...

Antepassados do Katano!

No meio dos dados confusos e contraditórios do período das invasões francesas consegui descobrir o nome de um meu antepassado incluído nas contribuições para o esforço de Guerra. Inicialmente pensando que ele havia sido colaboracionista, apurei depois que, afinal, um tal de Caetano Roiz, antepassado da gens Caetano, contribuiu de facto para a luta contra os franceses fornecendo azeite para o exército de Portugal.

Imagino a satisfação dos soldados portugueses a irem dar combate aos invasores com o estômago consolado por uma bela batatinha e couvinha com azeite! Nada como ingerir uma gordura saudável antes de ir aliviar a pátria da presença de invasores.

Ausência do Katano

Como devem ter reparado, a frequência dos artigos publicados aqui pelo blog baixou drásticamente. Infelizmente o trabalho que tenho tido com a exposição a isso o obriga, com o dia a ser usado na obtenção e clarificação de dados em falta e a noite (como ontem até às 6 da manhã) a servir para compor os textos que vão figurar na exposição.

Felizmente tenho tido a colaboração inexcedível de pessoas fantásticas como a minha querida Ana, a Cathy, o Xamane, a Nia,... e o apoio e o incentivo dos locais que constantemente me perguntam pela situação do projecto e não dispensam palavras de encorajamento. A todos um imenso obrigado.

O dia de hoje revelou mais algumas surpresas das quais saliento a descoberta, na aldeia, de uma forja de ferreiro da qual desconhecia a existência e o privilégio de entrevistar duas grandes senhoras: a Sra Dulce, que como a mãe foi professora em Vale d'Urso, e a Sra Maria, guardiã de memórias preciosas.

domingo, julho 27, 2008

Nova T-Shirt d'A Funda São

A São Rosas, sempre atenta às oscilações do mercado, que é como quem diz, as curvas da oferta e da procura, acaba de lançar mais uma fantástica t-shirt, numa grande jogada de marketing que assenta numa relação subtil: trata-se de uma t-shirt, é Verão, no Verão anda-se na rua é com t-shirts.



Esta em particular constitui uma bela possibilidade de presente, por exemplo, para aquela tia-avó muito simpática que nos dá sempre um torrãozinho de açucar quando vamos lá a casa e ainda não percebeu que entretanto já crescemos um pouco, e promete ser a sensação deste Verão.



Podem adquiri-la n'A Funda São - A Loja

quinta-feira, julho 24, 2008

Uma posta dedicada à mui nobre e bela região do Alto Minho


Indo de encontro à recente revisão da política editorial regionalista deste Blog, com consequente alargamento do seu âmbito à bela região do Alto Minho, este post aborda uma temática social particularmente fascinante: a insaciável necessidade humana de obter informação.

Tirado no monte de Santa Luzia, este instantâneo ilustra uma clara situação de procura de informação. O dono do terreno, também com o seu cunho de dissuasão, mostra interesse em saber quem é o energúmeno que lhe está a subtrair cantarias e está disposto a pagar por isso, obtendo a sua própria satisfação e a compensação do investimento provavelmente mais tarde ao reestruturar a estrutura maxilo-facial do prevaricador. A maior falha reside na não actualização do valor das alvíssaras para moeda corrente e, também, na não actualização do número de contacto, embora possamos admitir que o objectivo da mensagem já terá sido alcançado e ela só não foi já apagada porque o proprietário ainda tem as mãos em gelo.

Continuando na nossa linha de actuação que granjeou a este Blog o título não oficial de veículo de serviço público, lançamos aqui o apelo:

Não roubem cantaria ao senhor, katano!!! Raio da mania...!

quarta-feira, julho 23, 2008

O trauma da via de circulação mais à direita

Se há coisa que todos sabemos, em termos de circulação rodoviária nas auto-estradas, é que a faixa mais à direita exerce sobre o condutor médio uma estranha sensação de repulsa. Não interessa quantas vias de circulação possui a auto-estrada, a mais evitada será mesmo a faixa mais à direita.

A ideia corrente é que a via da direita é só para camiões e outros veículos de marcha lenta, o que explica talvez o facto de ter ultrapassado há tempos um ciclista que circulava por essa faixa ali na A23. Por outro lado, podemos estar certos de que se por acaso o condutor de um veículo ligeiro for apanhado a circular nessa faixa, o estará a fazer porque só por aí ele consegue ultrapassar o veículo que circula à sua frente.

A conclusão a que chego é que, para o condutor médio português, circular pela via da direita é coisa de maricas. É assumir perante a restante comunidade que se está a conduzir um veículo tão fraquinho que até nos chegamos para o lado para deixar toda a gente passar, assumindo assim que todos os outros são melhores e mais competentes condutores que nós. E o pior é que eles nos ultrapassam dirigindo-nos um ar de reprovação! Nessa altura, circular pela via mais à direita torna-se um factor de exclusão social.

Em última análise, podemos até considerar a diversidade de vias de circulação numa auto-estrada como uma boa escala de classificação do grau de hombridade do condutor português: quando mais à direita mais mariconço. Quanto mais à esquerda mais macho latino.

O que fazer quando o veículo que possuímos não é propriamente um veículo cujo nome de modelo possua várias iniciais associadas à palavras "turbo"? Simples: circula-se pela via mais central possível. Aí já se pode dizer que estamos a circular a uma velocidade digna de um tractor mal tratado, sim, mas apenas porque efectivamente o queremos. Com um bocado de sorte, até forçamos os apressadinhos que nos ultrapassam, sinalizando a sua passagem com luzes e buzinadelas intermitentes, a fazê-lo pela via da direita. Isso constitui uma boa forma de fazer pirraça pois estaremos a força-los a passar pela via dos maricas, estando até no nosso pleno direito de lhes endereçar um sorriso com o seu quê de trocista.

Em suma, circular pela via mais à direita da faixa de rodagem da auto-estrada é um acto tremendamente reprovável que vai contra a mais pura natureza do melhor condutor do mundo: o condutor tuga.

Não há nada como a solidariedade de um amigo!


Por vezes, na persecussão dos nossos objectivos, vemo-nos em situações tão difíceis quanto inesperadas, as quais resolvemos contudo, como já o cantava Freddie Mercury, graças à solidariedade e ao apoio dos amigos.

Foi o que sucedeu na situação retratada no instantâneo deste post e que ocorreu aquando dos trabalhos de georreferenciação do Forno dos Mouros para integração na exposição. Após um passo em falso e enquanto me debatia com o emaranhado de ramos, mantive toda a calma pois o pensamento que me ocorreu foi:

"Katano! Isto é uma situação deveras desagradável, e olha, já estou todo esfolado! Felizmente que posso contar com o meu amigo Xamane que, tenho a certeza, vai largar a máquina fotográfica para me vir auxiliar nesta hora de amargas inquietações. Se fossem outros, com certeza que ficariam para ali a tirar fotos feitos parvinhos em vez de me virem auxiliar! ... Bom mas, será que ele demora muito?"

Agradeçamos ao Maior por ter inventado os amigos!

terça-feira, julho 22, 2008

As Secadeiras vão para Espanha!

Bom, não vão as secadeiras mas, pelo menos, o meu trabalho sobre elas vai! A revista extremenha Piedras con Raices demonstrou interesse na publicação do meu trabalho sobre as secadeiras da Gardunha.

Trata-se para mim de um duplo motivo de orgulho, por um lado pela satisfação pessoal de ver o meu trabalho valorizado e, por outro lado, por assim se preservar a memória de uma construção que, desde tempos medievais e até há cerca de 25 anos, foi vital para a economia regional.

Tenho contudo de fazer aqui a menção a um factor determinante e contínuo no desenvolvimento do meu trabalho que é o apoio constante e imenso da minha minhotinha. Obrigado! :*:
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