domingo, julho 27, 2008

Nova T-Shirt d'A Funda São

A São Rosas, sempre atenta às oscilações do mercado, que é como quem diz, as curvas da oferta e da procura, acaba de lançar mais uma fantástica t-shirt, numa grande jogada de marketing que assenta numa relação subtil: trata-se de uma t-shirt, é Verão, no Verão anda-se na rua é com t-shirts.



Esta em particular constitui uma bela possibilidade de presente, por exemplo, para aquela tia-avó muito simpática que nos dá sempre um torrãozinho de açucar quando vamos lá a casa e ainda não percebeu que entretanto já crescemos um pouco, e promete ser a sensação deste Verão.



Podem adquiri-la n'A Funda São - A Loja

quinta-feira, julho 24, 2008

Uma posta dedicada à mui nobre e bela região do Alto Minho


Indo de encontro à recente revisão da política editorial regionalista deste Blog, com consequente alargamento do seu âmbito à bela região do Alto Minho, este post aborda uma temática social particularmente fascinante: a insaciável necessidade humana de obter informação.

Tirado no monte de Santa Luzia, este instantâneo ilustra uma clara situação de procura de informação. O dono do terreno, também com o seu cunho de dissuasão, mostra interesse em saber quem é o energúmeno que lhe está a subtrair cantarias e está disposto a pagar por isso, obtendo a sua própria satisfação e a compensação do investimento provavelmente mais tarde ao reestruturar a estrutura maxilo-facial do prevaricador. A maior falha reside na não actualização do valor das alvíssaras para moeda corrente e, também, na não actualização do número de contacto, embora possamos admitir que o objectivo da mensagem já terá sido alcançado e ela só não foi já apagada porque o proprietário ainda tem as mãos em gelo.

Continuando na nossa linha de actuação que granjeou a este Blog o título não oficial de veículo de serviço público, lançamos aqui o apelo:

Não roubem cantaria ao senhor, katano!!! Raio da mania...!

quarta-feira, julho 23, 2008

O trauma da via de circulação mais à direita

Se há coisa que todos sabemos, em termos de circulação rodoviária nas auto-estradas, é que a faixa mais à direita exerce sobre o condutor médio uma estranha sensação de repulsa. Não interessa quantas vias de circulação possui a auto-estrada, a mais evitada será mesmo a faixa mais à direita.

A ideia corrente é que a via da direita é só para camiões e outros veículos de marcha lenta, o que explica talvez o facto de ter ultrapassado há tempos um ciclista que circulava por essa faixa ali na A23. Por outro lado, podemos estar certos de que se por acaso o condutor de um veículo ligeiro for apanhado a circular nessa faixa, o estará a fazer porque só por aí ele consegue ultrapassar o veículo que circula à sua frente.

A conclusão a que chego é que, para o condutor médio português, circular pela via da direita é coisa de maricas. É assumir perante a restante comunidade que se está a conduzir um veículo tão fraquinho que até nos chegamos para o lado para deixar toda a gente passar, assumindo assim que todos os outros são melhores e mais competentes condutores que nós. E o pior é que eles nos ultrapassam dirigindo-nos um ar de reprovação! Nessa altura, circular pela via mais à direita torna-se um factor de exclusão social.

Em última análise, podemos até considerar a diversidade de vias de circulação numa auto-estrada como uma boa escala de classificação do grau de hombridade do condutor português: quando mais à direita mais mariconço. Quanto mais à esquerda mais macho latino.

O que fazer quando o veículo que possuímos não é propriamente um veículo cujo nome de modelo possua várias iniciais associadas à palavras "turbo"? Simples: circula-se pela via mais central possível. Aí já se pode dizer que estamos a circular a uma velocidade digna de um tractor mal tratado, sim, mas apenas porque efectivamente o queremos. Com um bocado de sorte, até forçamos os apressadinhos que nos ultrapassam, sinalizando a sua passagem com luzes e buzinadelas intermitentes, a fazê-lo pela via da direita. Isso constitui uma boa forma de fazer pirraça pois estaremos a força-los a passar pela via dos maricas, estando até no nosso pleno direito de lhes endereçar um sorriso com o seu quê de trocista.

Em suma, circular pela via mais à direita da faixa de rodagem da auto-estrada é um acto tremendamente reprovável que vai contra a mais pura natureza do melhor condutor do mundo: o condutor tuga.

Não há nada como a solidariedade de um amigo!


Por vezes, na persecussão dos nossos objectivos, vemo-nos em situações tão difíceis quanto inesperadas, as quais resolvemos contudo, como já o cantava Freddie Mercury, graças à solidariedade e ao apoio dos amigos.

Foi o que sucedeu na situação retratada no instantâneo deste post e que ocorreu aquando dos trabalhos de georreferenciação do Forno dos Mouros para integração na exposição. Após um passo em falso e enquanto me debatia com o emaranhado de ramos, mantive toda a calma pois o pensamento que me ocorreu foi:

"Katano! Isto é uma situação deveras desagradável, e olha, já estou todo esfolado! Felizmente que posso contar com o meu amigo Xamane que, tenho a certeza, vai largar a máquina fotográfica para me vir auxiliar nesta hora de amargas inquietações. Se fossem outros, com certeza que ficariam para ali a tirar fotos feitos parvinhos em vez de me virem auxiliar! ... Bom mas, será que ele demora muito?"

Agradeçamos ao Maior por ter inventado os amigos!

terça-feira, julho 22, 2008

As Secadeiras vão para Espanha!

Bom, não vão as secadeiras mas, pelo menos, o meu trabalho sobre elas vai! A revista extremenha Piedras con Raices demonstrou interesse na publicação do meu trabalho sobre as secadeiras da Gardunha.

Trata-se para mim de um duplo motivo de orgulho, por um lado pela satisfação pessoal de ver o meu trabalho valorizado e, por outro lado, por assim se preservar a memória de uma construção que, desde tempos medievais e até há cerca de 25 anos, foi vital para a economia regional.

Tenho contudo de fazer aqui a menção a um factor determinante e contínuo no desenvolvimento do meu trabalho que é o apoio constante e imenso da minha minhotinha. Obrigado! :*:

segunda-feira, julho 21, 2008

As Secadeiras da Gardunha - II

Apresento-vos aqui a reconstituição de uma Secadeira que referi aqui há uns posts atrás. Trata-se de uma esquematização que vou usar num dos painéis da exposição e num artigo que pretendo publicar sobre o tema. Aproveito para pedir a vossa colaboração para me dizerem se a reconstituição ajuda ou não a perceber a estrutura interna da Secadeira. Opinem s.f.f..

Canto Norte da secadeira 1 da Cova do Moinho (a que tem a abertura). A estrutura adossada que se vê em primeiro plano seria provavelmente um armazém.




Perspectiva superior do canto Sul da mesma secadeira da foto anterior, sem o armazém adossado.

sábado, julho 19, 2008

O dia que começou com uma feze certeira e terminou com um rotundo falhanço de todos os números da chave do Euromilhões


Cá estamos de volta às lides bloguísticas, depois de um pequeno interregno devido à preparação para um magnífico exame de Economia e Gestão que teve lugar ontem. Embora à partida estivesse menos confiante que habitualmente, cedo percebi que o dia não me iria ser favorável!

Tendo acordado por volta das 6h30 am para fazer uma compilação de fórmulas e rever a matéria de forma geral, parti para a Guarda após um retemperador pequeno-almoço.

Contudo, ao chegar e mal pus o pé fora do carro, senti de imediato uma pequena pressão sobre o ombro ao mesmo tempo que ouvi um distinto som, típico de algo viscoso que acaba de embater contra uma superfície mais rígida. Ao rodar a cabeça e perceber com visão periférica que tinha algo sobre o ombro, recusei inconscientemente aceitar o que tinha acontecido. Pela minha mente desfilaram todas as possibilidades possíveis, por muito improváveis que fossem, para explicar o que poderia ter levado a que eu tivesse algo mais escuro no ombro. Cheguei até a aventar a possibilidade de ter sido atingido por um franco-atirador que estivesse postado em cima de um castanheiro mas não! Dura realidade! Tinha acabado de ser atingido em cheio por uma ave menos respeitadora daquilo que acontece a nível do solo.

Reparada ou, pelo menos, remediada esta situação, e dado que ainda tinha algum tempo disponível, decidi dedicar-me à resolução de alguns problemas económicos até que chegasse a hora. O pior foi quando, ao pousar a calculadora na mesa, esta se desligou para não mais voltar a ligar. Foi um choque!! A minha mítica calculadora científica, companheira infatigável desde 1994, acabara de avariar.

Eu sei de antemão que ser supersticioso dá azar mas, perante a sucessão de eventos, dei por mim a temer que tudo isto fosse o prenúncio de que algo mau estaria para acontecer ou de que, pelo menos, o dia não me viesse a ser muito favorável.

O final do dia acabaria por me dar razão! Ao ver a chave sorteada do Euromilhões percebi que falhara todos os números e estrelas e conseguira a proeza única de, no que diz respeito aos números, de falhar todos eles por uma distância de 3 números ou mais.

Um dia para esquecer.

PS - Pelo meio, tive um desempenho medíocre no exame mas serve pelo menos para barómetro do recurso que é já na semana que vem. A ver vamos.

Exposição: Últimas novidades


O dia de hoje, pelo menos a tarde, foi novamente dedicado ao trabalho na preparação da exposição. Tem sido difícil falar com toda a gente mas, aos poucos, o trabalho vai surgindo.

A nossa Designer oficial já deixou antever um excelente trabalho nos handouts e material de divulgação, o fotógrafo oficial vai amanhã tirar fotos panorâmicas para valorizar o espaço de exposição e, finalmente, a digitalização dos registos de matrícula está completa.

A parte financeira, indispensável e por vezes ingrata, saiu reforçada pela confirmação do patrocínio da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Fundão e da empresa Costa & Costa Lda.

O trabalho segue dentro de momentos.

sexta-feira, julho 18, 2008

35 000 visitas

É um belo número que não pode passar em branco! São muitas visitas curiosas ao blog mais carismático da Beira Baixa, ou mesmo da Beira Interior, ou de qualquer Beira vá... Ouso até nomeá-lo o mais carismático do Alto Minho e das Beiras! Deixo aqui uma sugestão: porque não transformar este blog beirão num interface relacional entre estas duas regiões? Por coincidência, a região alto-minhota também é algo esquecida e ostracizada...

Mas por agora,
Parabéns Katano!!


quarta-feira, julho 16, 2008

Vamos ajudar?

O Luís é um jovem da Covilhã que, por infelicidade, se viu atirado para uma cadeira de rodas aos 14 anos.

Recusa-se a desistir e alimenta ainda a esperança de um dia poder voltar a andar, mas essa esperança tem um preço: 12.000 euros, o preço de um tratamento em Cuba.

Leiam a história dele em http://rumoacuba.blogspot.com

Da nossa parte, o Luís pode contar com um contributo! Força campeão!
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