terça-feira, julho 24, 2007

Sobre um encontro imediato no elevador


Prólogo (Sim! Este post tem prólogo! A qualidade não pára de aumentar):
Acabei de ser acometido, agora que são 5 horas da manhã e após uma intensa jornada laboral, de uma súbita necessidade de escrever sobre algo pelo que aqui vai:

O Post (Ou seja, a parte potencialmente sumarenta entre o prólogo e o epílogo):
Já algo saturado após umas horas seguidas de trabalho na criação de um site, decidi fazer uma pausa para ir tomar um café retemperador num ambiente calmo e sossegado. Dada a hora, decidi ir à Cooperativa das Artes para, do mal o menos, pelo menos ter o café retemperador.

Não interessa aqui agora falar sobre o sujeito dos Expensive Soul que por acaso lá se encontrava aos comandos da mesa de som passando música (algo comercial?) perante a assistência embevecida, até porque não são propriamente o meu grupo de eleição e eu nem conhecia o rapaz até há umas horas atrás.

Interessa-me sim contar o que sucedeu entre a porta da minha casa e a porta do prédio...

Pois bem, como de costume, meti as chaves, os documentos e 50 cêntimos no bolso (para evitar cair em tentação e demorar mais tempo que o previsto) e, após fechar a porta atrás de mim, esperei calmamente que o elevador acorresse à chamada.

Qual não foi o meu espanto quando, ao abrir a porta do elevador, deparei com um irrequieto mamífero roedor tão típico de paisagens urbanas embora consideravelmente mais degradadas que aquelas que se encontram numas boas centenas de metros em redor do meu prédio.

A primeira impressão não foi de inteira supresa mas talvez um pouco mais com laivos de reencontro pois pensei "Olha uma ratazana Anónima!"

Contudo, depressa se abateu sobre mim a estranheza de tão inusitado encontro pois, como todos sabemos, a ratazana é um bicho tido como saudável e saltitão, e toda a bicharada que se enquadra nessa categoria costuma usar a escadaria e não o elevador, esse instrumento maléfico que torna flácidas e amorfas as criaturas saudáveis e saltitonas. Por isso decidi eternizar num instantâneo digital a temerária e invulgar decisão da ratazana em utilizar o elevador.

Em seguida, decidi que talvez fosse oportuno convidar a criatura saudável e saltitona a abandonar o edifício pois a vizinhança costuma ser um bocado selectiva e resmungona com certa e determinada malta que entra e sai do prédio, embora não tão selectiva e resmungona quanto o meu ex-vizinho maravilha da Rua da Cale, claro!

Assim, fiz descer o elevador até ao rés-do-chão e aí abri a porta da rua e depois a porta do elevador convidando a criatura saudável e saltitona que se quedava no interior do elevador, como que abismada com a agitação e sucessivas mudanças de paisagem com que as viagens de elevador a presenteavam.

Vendo que a criatura saudável e saltitona não se decidia e sentido a necessidade de cafeína a crescer, peguei obtive um varapau que se encontrava junto ao recipiente onde a vizinhança despeja os quilogramas diários de publicidade não endereçada que retira das caixas de correio, e decidi ser mais persuasivo.

Obviamente que não me ocorreu efectuar qualquer acção visando a concretização de uma morte assistida (sic), até porque acho que há um lugar para tudo e não sei até que ponto é correcto fazer isso num elevador.

Daí, limitei-me a tocar com veemência na criatura saudável e saltitona que, talvez pouco habituada a ser confrontada com varapaus -e olhem que era um varapau de respeito- , se tornou bastante irrequieta, para além de saudável e saltitona embora, ao contrário do que dizem em certos e determinados sketches, não desatasse a dar voltas e a guinchar.

Finalmente, tendo decidido que era melhor não tardar por ali, uma vez que o varapau se aprestava a ir de novo ao seu encontro, partiu em direcção ao desconhecido com a mesma rapidez com que aquele tipo, que em 1993 ficou a dever um maço de tabaco na superfície comercial dos meus pais, deu à sola.

Moral da história ( à moda da FundaSão): Quando se apanha uma rata a jeito no elevador, dá-se-lhe com o pau.

Epílogo (O dobro da qualidade! Um post com prólogo e, -quem diria- um epílogo):
Este episódio obviamente não se reveste de uma importância por aí além mas, como disse no prólogo, estou no final de uma longa jornada laboral, a imaginação não é neste momento um bem abundante e entre esta história e as notícias sobre a OPA do Benfica, escolhi o assunto mais interessante.

segunda-feira, julho 23, 2007

Sobre a mulher que sabia que estava a atravessar fora da passadeira

Estava há uns tempos a proceder à aquisição da Super Interessante ali no quiosque do Sr Álvaro e apercebi-me subitamente, pela buzinadela que inundou o espaço e pelas vozes exaltadas que se ouviam, que algo perturbara o trânsito.

Nisto entrou no quiosque uma senhora indignada, que segurava o seu filho pela mão, e que se dirigiu a um senhor, que percebi ser o seu marido, senhor esse que, com uma diligência que deixava perceber uma rotina já profundamente enraízada nos seus hábitos de vida, entregava o seu boletim do Euromilhões.

Com um ar que em nada disfarçava o seu estado de pessoa escandalizada, explicou ao marido em voz alta, como se todos os presentes tivessem uma necessidade indispensável de saber o que tinha acontecido, que ao atravessar fora da passadeira, fora repreendida de forma sonora e veemente por um automobilista que lhe gritara "A passadeira é mais à frente, oh senhora!".

Aí pensei "Ok, eu efectuo o mesmo tipo de repreensão sempre que um peão mais intrépido decide que tem prioridade sobre o meu veículo e se interpõe à frente da trajectória do mesmo com a desfaçatez própria de quem é proprietário da via de circulação".

Contudo, fiquei num estado de ambiguidade entre o surpreendido e o intrigado quando a mesma senhora que assumira pertencer à classe dos peões indisciplinados atirou com ar de orgulho: "Ah mas ele não ficou sem resposta!"

As hipóteses de resposta brotaram na minha minha mente como cogumelos:

a) "Vá praticar o acto reprodutivo contigo próprio meu macho caprino de tamanho apreciável"

b) "Peço desculpa mas pareceu-me ver o Tony Carreira a dar autógrafos ali à porta da Caixa de Crédito Agrícola e não consegui controlar-me!"

c) "Ora bolas! Há uns anos a passadeira era aqui e parece que é para mim difícil livrar-me de velhos hábitos!"

d) "Lamento imenso mas sou simplesmente estúpida e tenho esta convicção profunda de que as regras de regulamentação de trânsito foram feitas somente para os outros meus concidadãos!"

Mas... não! Dei por mim num fluxo incessante de surpresa quando a senhora, respondeu aquela que seria provavelmente a minha hipótese seguinte:

"Eu sei! Também tirei o código oh palhaço!"

Ou seja, não só a senhora estava a prevaricar, como também estava a dar um exemplo tremendo ao seu filho de cerca de 10 anos, como ainda por cima tinha plena consciência disso e ainda reagiu mal quando foi repreendida. Realmente há condutores sem respeito algum!

O meu último pensamento antes de adquirir a revista que procurava foi:

"E o prémio para a estupidez do fim-de-semana vai para ... Esta senhora!", Bravo!

segunda-feira, julho 02, 2007

Questão de proporções


Por vezes, é difícil estabelecer relações entre diferentes unidades de medida, sendo que este tipo de tentativa muitas vezes é um prenúncio de uma grande confusão mental, capaz de criar uma entorse cerebral (conceito do katano inventado agorinha mesmo).

Pois bem, há certas e determinadas pessoas que inventaram uma solução. Apenas é necessário estabelecer paralelismos entre unidades o mais familiar e corriqueiras possível. Senão vejamos esta situação puramente hipotética:

Imaginemos que uma qualquer pessoa se encontra em profundas dificuldades devido, por exemplo, aos efeitos resultantes de uma noite em que, suponhamos, se consumiu cerveja Bohémia como se não houvesse amanhã.

Neste género de situações, após uma primeira fase em que se completam os vazios de memória recentes com o diálogo com hipotéticas pessoas que partilharam da agitação da noite em causa, parte-se para a tentativa de estimativa da quantidade de bebida ingerida, algo que nem sempre se afigura fácil. Mas eis como se pode resolver a situação:

Pessoa Imaginária 1: Xiiii Mas como é que isto é possível? Não se bebeu tanta Bohémia assim!

Pessoa Imaginária 2: Ai não? Olha que uma Bohémia são 33 cl! Se beberes 3 isso faz um litro!

Pessoa Imaginária 1: ENTÃO ISSO QUER DIZER QUE ONTEM SÓ DE BOHÉMIA BEBI UM PACOTE DE LEITE?

Assunto resolvido!

quinta-feira, junho 28, 2007

O Fundão é o Mundo lá fora!

Digam lá se não tem categoria o videoclip gravado pela Escola Profissional do Fundão e que venceu o concurso Rock in Office da RFM?

Se meia dúzia de más línguas não viessem logo a terreiro acusar-me de ser tendencioso eu seria inclusive capaz de afirmar que a EPF até canta melhor que os próprios EZspecial!

terça-feira, junho 26, 2007

Pruivição!


Realmente em plena capital do império, as coisas fazem-se de forma incomparável! Se eu por acaso possuísse qualquer material do qual me quisesse ver livre de forma pouco ecológica, tenho a certeza que, com o fascínio advindo da leitura deste pertinente aviso, me esqueceria completamente de o fazer.

Foto by Cathy Sexy tirada ali a cheirar o Corte Inglés em 9/6/2007

segunda-feira, junho 25, 2007

O pénis milenar e a seca do bacalhau

Desde o grupinho de mulheres que se agarrou com muito ânimo a um pénis com 1,60m de altura e bem velhinho, passando pelo São João da Rua da Cale até à suposta Festa do Bacalhau na fronteira, este foi sem dúvida um fim de semana invulgar!


O 7º Encontro FundaSão: São Rosas EnTerra Natal

O irreverente blog A FundaSão, diga-se em abono da verdade, um blog do baralho (não confundir com uma palavra muito menos coloquial), organizou o seu 7º encontro por terras da Beira, mais concretamente em redor de Caria, essa verdadeira metrópole de entre Zêzere e Côa (caro Paulo, está bem assim?).

Coube-me o grato papel de prestar algumas explicações in situ sobre a villa romana de Centum Cellas, do séc I d.C., e sobre o menir da vila do Ferro, este uma imponente representação escultórica de uma pilinha, já com 6.000 anos, tudo com uma passagem pela Quinta dos Termos onde com uma hospitalidade invulgar fomos convidados a provar alguns dos vinhos que, com grande qualidade, são produzidos aí. Não se pode ainda esquecer a bela da jeropiga made in Caria servida no Pielas Bar (espero não me ter enganado no nome), em pleno centro urbano cariense.

Já no Ferro, frente ao monumento fálico, e após manifestações efusivas que deram a entender o quanto o grupo apreciou tal representação artística, fiz uma breve descrição da história e significado do monumento mas só depois de algumas explicações sobre o imponente pilar, referindo o facto de estar em bom estado de conservação apesar da idade, notei que um indígena com cerca de 80 anos se tinha colocado frente ao monumento. Vi-me forçado a desfazer o equívoco fazendo notar que me referia ao monumento que se encontrava por trás do senhor.

Foi depois uma despedida comovente a que se seguiu... bom se calhar não foi tão comovente assim, foi mais melancólica... bom, até foi rápida... ok a malta não quis saber e meteu-se tudo no autocarro para irem ver a São Rosas em collants vermelhos!


O São João na Rua da Cale

Finda a minha participação no 7º Encontro A Funda São, fui depois para a mítica Rua da Cale, em pleno Fundão, para ainda dar (mais) uma mãozinha no arraial de São João organizada pela Cooperativa das Artes. Digo mais uma porque já durante a manhã tinha sido recrutado de forma violenta e convincente para trabalhar...

Como saldo dessa actividade matinal fui premiado com uma fuga de "Eau de Sardines" que derramou de uma caixa que continha um número apreciável destes peixinhos e que se encontrava no porta malas alcatifado do meu poderoso Caetanomobile.

No entanto, foi surpreendentemente agradável ver a rua cheia e tão animada! Superou as minhas expectativas embora me tenha feito falhar o meu objectivo de ir para casa às 23h por cerca de ... 4h!

Mas não há nada que eu não faça pela minha priminha favorita que, no final, levou demasiado à letra o ditame popular que diz que "a mulher quer-se pequenina como a sardinha". Rutinha, o ditame refere-se ao tamanho apenas, escusavas de replicar o cheiro!



A Festa (da Seca) do Bacalhau

Com o espírito recheado de antecipação e expectativa que nos dirigimos na madrugada de domingo, por volta das 11h da manhã, a Almeida, a estrela de pedra guardiã da fronteira.

O programa prometia: festas do bacalhau (que eu adoro), animações, vendas de produtos regionais, tasquinhas, restaurantes... tinha tudo para ser genial!

Isto se, ao chegarmos lá não tivéssemos constatado que, afinal, as coisas não eram bem como o anunciado. Podem chamar-me pessimista mas, quando ao chegar à zona das tasquinhas, vi todo o espaço ocupado pelo restaurante de comida brasileira Dom Papão, senti imediatamente que algo não ia correr bem.

Mais preocupado fiquei quando as zonas devidamente assinaladas como sendo de venda de produtos regionais estavam todas vazias ou fechadas. Pensei cá para mim "Mau...! Tu queres ver que as zonas devidamente assinaladas como sendo de venda de produtos regionais estão todas vazias ou fechadas?". Ainda pensei em interrogar algum transeunte sobre o que se passava mas, para onde quer que olhasse só via pessoal com cara de quem estava a pensar "Mau...! Tu queres ver que as zonas devidamente assinaladas como sendo de venda de produtos regionais estão todas vazias ou fechadas?".

Depois ao ver o programa, constatámos que as actividade só começavam após as 15h. Obviamente que me senti estúpido por estar a queres visitar o que quer que fosse antes do almoço em vez de, depois de encher a barriga me arrastar pela vila sob um sol abrasador, mas que posso fazer? Achei que assim teria mais lógica mas pronto...

Ok, tudo bem, deu para descobrir um sítio com uma exposição fotográfica sobre a epopeia bacalhoeira do Argus, um navio da nossa épica frota pesqueira, mas pouco mais. O mais emocionante foi mesmo entrar no cemitério antigo da vila.

Quando à hora de almoço decidimos esquecer aquilo tudo e entrarmos num dos 3 restaurantes que tinham aderido à iniciativa, para além da tenda do Dom Papão onde me pareceu ver entrar algumas pessoas vestidas com uma toalha branca em volta da cintura e um ramo de loureiro na mão, maior foi o choque ao constatarmos que os referidos restaurantes estavam repletos!

Numa altura em que o cheiro que emanava da cozinha começava já a aproveitar uma brecha na minha fraqueza, tomámos a decisão radical de deixar em definitivo a sede de concelho e ir para Vilar Formoso tentar a sorte num dos 10 restaurantes que aí tinham também aderido ao roteiro.

Foi decidido por voto de qualidade que o restaurante escolhido seria o que tivesse o nome mais "sugestivo", tendo a escolha recaído sobre o emblemático Kat Kero, situado na rua do comércio! Em abono da verdade diga-se que valeu a pena pois a fachada do restaurante não deixa antever quer o espaço, quer a qualidade da comida (apesar das piadas que a acompanham!).

Tivemos então a oportunidade de nos deliciarmos com uma entrada de favas com toucinho e chouriço em molho envolvente e depois com um belo bacalhau à brás, um bacalhau com legumes salteados, um bacalhau com migas e um bacalhau à Kat Kero (que embora muito bom, dispensava a maionaise). Tudo isto regado com um jarro de um muito agradável vinho branco que... não tínhamos pedido! A justificação para a imposição do vinho branco foi que "diz o povo que quando a água é pura, fresca, limpa e cristalina, nada melhor que um copo de vinho".

Para finalizar, foi-nos oferecido pelo chefe um surpreendente lava-cus! Calma! Não significa isto que uma qualquer parte pudenda da nossa anatomia foi tratada em termos de higienização pelo proprietário do Kat Kero! O lava-cus é um licor caseiro de aguardente, mel, ervas aromáticas e groselha produzido pelo próprio chefe e destina-se a "lavar o cu às chavenas" sendo servido directamente nas chávenas de onde se bebeu o café.

Eis um estabelecimento que seguramente irá ter mais visitas minhas!

Para finalizar, e ali com a Espanha a 2 pés de distância, cumpriu-se mais uma vez a tradição com o abastecimento de gasóleo do lado de lá da fronteira (a 0,97 centimos o litro é uma mina!). No regresso tive o prazer, repito o prazer, de ser parado e de ter entregue os documentos do veículo a uma senhorita agente de la Guardia Civil que, diga-se em abono da verdade, reunia todas as condições para ser a nora que a minha mãe queria!



Foto ilustrativa do entusiasmo do público perante a monumentalidade do património Ferrense retirada com a devida vénia do blog d'A Funda São

quarta-feira, maio 30, 2007

A confirmação

Já sabíamos que as Finanças só nos dão tanga e que quando vamos a um qualquer balcão da mais insuspeita repartição de finanças, somos bombardeados com um verdadeiro Blá Blá Blá desconexo e indecifrável, ao sabor do humor do diligente funcionário público que nos atender.

Pois bem, eis a prova! O Google não dorme e no passado dia 28 de Maio de 2007 às 18H21 GMT eis o que ficou registado!

Clicar na opção "em cache" para ver a página original.

Agradecimentos a P.C.L. Varela por esta contribuição

quinta-feira, maio 24, 2007

Arte dos meus pupilos


Eis que, cumprido que está um ano lectivo, os meus irrequietos pupilos começam a mostrar a sua arte (embora ainda mal dirigida).

Art by Jonathan, 1º ano
(aluno que muito provavelmente irá reprovar à minha disciplina)


quarta-feira, maio 16, 2007

Pedido de desculpas

Serve o presente Post como pedido de desculpas por uma afirmação que aqui proferi há uns tempos atrás.

De facto, no calor de um quasi-monólogo argumentativo vaticinei a um blog criado por um admirador meu, uma longevidade de 1 mês.

Constato agora que não chegou a tanto pelo que peço desculpa pelo erro do meu palpite e pelo facto de ter erradamente sobre-estimado a capacidade criativa de uma ameba.

O Blog do Katano segue dentro de momentos.

terça-feira, maio 15, 2007

Quiz do Katano


Relativamente a este instantâneo, obtido algures em Sintra e que retrata um grupo de cidadãos anónimos escolhidos completamente ao acaso no meio da multidão, podemos dizer que se trata de:

a) O Staff dos D'Zertos que, despedido após a Queima do Porto tenta arranjar algum;
b) Uma Boys Band em promoção ao novo single;
c) 6 suplentes não utilizados do Benfica;
d) Um grupo religioso para quem o porta-a-porta deixou de ser uma opção;
e) Um grupo de forcados em mudança de ramo;
f) Um grupo de alunos, de uma determinada escola, sem nada para fazer.

As primeiras 6 respostas certas receberão gratuitamente em suas casas uma tostadeira dual band de 40 polegadas com leitor de DVD.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...