terça-feira, maio 31, 2005

Já falta pouco!

No momento em que escrevo este post, estou separado de uma grande amiga apenas por pouco mais de 24h. Boa viagem!!! Contigo regressa também um bocadinho de nós que levaste contigo ;)


imagem tirada daqui

domingo, maio 29, 2005

Tragédia!!!

Uma grande tragédia abateu-se sobre o povo português! Saibam tudo clicando aqui

Uma festa do catano!!

Depois da grande tertúlia de 26 de Fevereiro último, as hostes voltaram a reunir-se na Cooperativa das Artes para mais uma noite de celebração e convívio cultural. Desta vez a temática centrou-se na discussão do tema "Pepe Brito, 30 anos de existência".

A animação esteve a cargo de Alexandre Leonardo e houve ainda oportunidade para assistir a mais uma actuação ao vivo do Bob Dylan português: Jerónimo, actual presidente da Confederação Lusitana de Interesses e Tradições de Origem (CLITO).

Momento alto foi ainda a cerimónia de homologação da taxa de alcoolémia máxima da noite que atingiu os 3,18 g/l por um dos presentes, homologação essa que foi estabelecida pela Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana.

sábado, maio 28, 2005

Código Da Vinci em cinema!!!

Li há pouco um e-mail da Andreia (olá linda!! :D ) que me fez saber que será lançado em 19 de Maio de 2006 a versão cinematográfica do Código Da Vinci. Isto é certamente uma notícia excepcional para todos os fãs do livro de Dan Brown mas talvez não para mim que ainda não tive oportunidade, nem motivação, diga-se em abono da verdade, para ler a obra. Seja como for, prevejo já um ano de prosperidade para Hollywood se, como no caso do livro, a adaptação ao cinema fizer sucesso, e não me estou a referir às receitas de bilheteira.

Se tudo seguir a lógica correcta, alguns meses depois do lançamento do filme teremos oportunidade de assistir à estreia "O Segredo que a adaptação cinematográfica do Código Da Vinci não revela - veja ainda antes do intervalo!", seguido de "A verdadeira história cinematográfica de Cristo" e de "O segredo filmado dos templários".

Mais tarde, poderemos ver "A Verdade em película de celulóide sobre o Priorado do Sião", "Quebrando o Código Da Vinci em 9mm" e "Os Bloppers do Código Da Vinci".

Para terminar, não percam "A Fraude 16:9 do Código Da Vinci". E se este ano será em grande, mal posso esperar pelos 34.457,5 filmes que daí em diante irão ter "Da Vinci" no título.

quinta-feira, maio 26, 2005

Parabéns catano!


Ainda nem celebrámos uma semana e já temos um aniversariante! Isto é que é um blog de categoria, catano! PARABÉNS PEPE / XAMANE!!!

Star Wars III

É hoje notícia no Correio da Manhã que 2 crianças inglesas tiveram de ser hospitalizadas com várias queimaduras. Ao que parece, inebriados pela onda de histeria colectiva associada ao filme "Guerra das Estrelas III", estas duas crianças decidiram fazer um duelo de sabres de luz. Não sabendo em que loja poderiam adquirir equipamento aprovado pelo Conselho dos Jedis, decidiram então usar dois tubos que antes tinham contido néon, e enchê-los de gasolina.

Dicionário do Catano - III

Tortura - (substantivo feminino) sofrimento físico infligido a um prisioneiro, geralmente para o fazer confessar algo que recusa revelar; suplício; figurado grande sofrimento físico ou psicológico; dor intolerável; tormento; angústia; qualidade ou estado do que é ou está torto; tortuosidade; curvatura; (Do lat. tortúra-, «id.») fonte: www.infopedia.pt


Permitam-me que acrescente aqui uma definição contada na forma de uma história:

Desloquei-me hoje à nobre Escola Secundária do Fundão para proceder à instalação de diversos cabos de rede para interligação das salas de informática. Já se sabe, isso envolve uma caixa de ferramentas, uma bobine de 300m de cabo UTP e um berbequim que me fez sentir poderoso!

Entretanto, e uma vez que a escola está a organizar a Feira da Ciência que vai decorrer no pavilhão multiusos, deparei-me com uma grande azáfama de transporte de computadores, transporte de mobília, etc. A escola estava autenticamente a mudar-se para o multiusos. Bem, la fiquei eu a dada altura, a esburacar paredes com as calhas técnicas todas esventradas, acompanhado unicamente de um aluno que estava a trabalhar num dos computadores (que restavam) na sala. Quando decidiu almoçar, veio ter comigo e com um sorriso de quem pensaria talvez estar a fazer-me um grande favor disse com orgulho "Olhe, vou almoçar, mas deixo-lhe aqui a banda sonora do DragonBall Z a tocar!!"

Bem... não tive grande reacção para com ele. Para mim aquilo tinha a relevância que teria uma abordagem do género "Olá! Eu sou o Chico e comprei estas calças no mercado". Seja como for, lá fiquei eu a passar cabo UTP de categoria 5e, e a ouvir uma bela melodia que me evocava os tempos em que o Songoku descarregava bolas de energia em meia dúzia de rufias de roupa esquisita e voz amaricada que mudavam de aparência a cada episódio que passava. Pelo que percebia a regra era: quanto mais feio, mais poderoso, e mais truques vão ser necessários para o derrotar, nem que para tal seja necessário ressuscitar o mesmo tipo pela 10ª vez!

Regressando à sonoplastia que envolvia o meu trabalho, até comecei por achar piada. Claro que após ter percebido que se tratava de uma musica de 3 minutos que se repetia sempre que chegava ao fim, comecei a sentir algum desencanto, que, após 30m assumiu contornos de desconforto pertinente. Contudo la resisti, afinal sempre evitava que estivesse a trabalhar em completo isolamento. Isto até aos 40m quando não resisti e fui desligar o som do computador, som esse que, não referi, estava num volume que a partir das 22h poderia incorrer numa contra-ordenação.

Passado o primeiro cabo, eis que os normais utilizadores da sala regressam do seu proveitoso almoço, privilégio que no meu caso eu tentava associar à força aos 4 douradinhos que tinha saboreado algumas horas antes. Com a população normal a regressar aos seus postos, regressa também o nosso pequeno Dragon-fã com o seu característico sorriso de "estou de pança cheia e agora para ajudar a digestão, talvez se impusesse um interlúdio musical". Claro, voltou a brindar o ambiente com a referida banda sonora...

Em resumo, posso dizer que, após ter ouvido aquela musiquinha várias vezes de seguida e durante 2h, comecei a colocar em causa alguns conceitos que adquiri ao longo da vida e assimilei como convicções inabaláveis, tendo chegado por exemplo a dar o benefício da dúvida a Frei Torquemada e à sua trupe de zelosos inquisidores, e chegando a colocar em causa a não aplicação da pena capital em determinadas situações.

Seja como for, a meio da tarde, o indivíduo que já se encontrava na minha escala de classificação de terceiros, no patamar de "Indivíduo sinistro dispensável", terminou o seu trabalho e retirou-se para grande alívio meu.

Entretanto, eu próprio terminei o meu trabalho e, como a agenda assim o impunha, deixei a secundária e fui célere para o pavilhão multiusos (o mesmo da feira da Ciência) onde se situa a escola de hotelaria, o meu ambiente natural, e onde me aguardavam alguns formandos com o coração nas mãos para eu avaliar algumas apresentações powerpoint. Ao chegar, fiquei algo surpreendido pela enorme azáfama que ia na área principal do pavilhão, onde uma multidão de jovens se dedicava à construção dos stands da exposição.

Entrei para a sala de aula e dei início às apresentações. De repente, uma música vinda da zona da exposição preencheu o ar... Exacto, era a banda sonora do DragonBall Z, Z, Z...

quarta-feira, maio 25, 2005

Bye Bye Baby

Hoje, pela última vez, pisarei o solo da inenarrável Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (sim, vocês sabem do que eu falo :p) com o propósito de “ir às aulas” (“ir aos exames” já é outra história).
Numa espécie de continuação daquilo que foi uma emocionante Benção das Fitas junto dos meus colegas-amigos, hoje mais amigos-colegas, é justo que assinale esta data marcante, postando com antecedência e recorrendo ao “one and only” Frank Sinatra (1915-1998).

Hoje ponho-o a cantar na aparelhagem uma das minhas favoritas, It Was a Very Good Year, de Ervin Drake. Para quem não sabe, It Was a Very Good Year tem quatro “andamentos”, todos eles divididos pela referência a períodos de vida.

Há quatro anos, quando eu terminava o secundário e me despedia, chorando por dentro baba e ranho, de aventuras e desventuras de infância e juventude, o Frank Sinatra cantava assim para mim (o contexto para ele era diferente, mas isso agora não interessa nada :p):

When I was 17
It was a very good year
It was a very good year for small town girls
And soft summer nights
We’d hide from the lights
On the village green
When I was seventeen



Hoje, com 21, revivendo e guardando na memória este percurso académico-borguista absolutamente privilegiado, ouço o Frank dizer-me:

When I was 21
It was a very good year
It was a very good year for city girls
Who lived up the stair
With all that perfumed hair
And it came undone
When I was 21


Obrigada, Frank!
(próximo “andamento”: when I was 35...)


terça-feira, maio 24, 2005

Mais um negócio com a Rússia!

Sinceramente não sei como é que este país está em crise, tal é a visão estratégica dos cidadãos nacionais que estão sempre à espreita de mais um bom negócio. Veja-se esta mensagem desgarrada que encontrei hoje no Fórum da equipa russa do CSKA (a título de curiosidade lê-se Clube Desportivo do Exército Central):

"Hello, my name is rafaela and i am a sporting fan that caught the official ball in the last final of cska moscow-sporting in Lisbon. i have the ball for sell. if you want the ball send me an e-mail with the proposition. Thanks"


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O novo Mister

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