quinta-feira, abril 17, 2014
domingo, janeiro 26, 2014
O que dirá o novo Código da Estrada sobre isto?
segunda-feira, dezembro 02, 2013
Em Espanha, nem o Governo fugiu aos cortes
quinta-feira, novembro 22, 2012
Um poda que promete virar as árvores ao contrário
... ou pelo menos assim parece, dada a colocação do aviso com que esta manhã me deparei ao sair de casa.
quarta-feira, setembro 12, 2012
Evitar pórticos na A23 com o iPhone!
Tendo recusado adquirir o famigerado dispositivo e seguindo os meus próprios conselhos, posso afirmar que desde a instalação dos pórticos já poupei mais de 500 euros, um facto assinalável sobretudo se tivermos em conta a actual conjuntura económica.
Se quiserem ler ou reler esses artigos basta clicar num destes links:
Os preços das portagens na A23 de Abrantes até à Guarda
Como evitar portagens na A23 entre Torres Novas e Castelo Branco
Como evitar portagens na A23 entre a Guarda e Castelo Branco
Consultar on line os pagamentos em dívida nas portagens das Ex-SCUT
Adicionalmente, o camarada Rui Sousa publicou no seu blogue Viver na cidade da Guarda um artigo no qual explicava como evitar os pórticos na A25, tarefa bem mais difícil do que na A23, diga-se de passagem.
Uma aplicação para iPhone que ajuda a evitar portagens na A23!
Há dias, fui surpreendido por um e-mail, enviado pela empresa Estrela Sustentável, esta empresa sediada na Covilhã, no qual me era dada a conhecer uma aplicação desenvolvida para iPhone destinada a ajudar os utilizadores a fugir às portagens na A23.Não tenho infelizmente hipótese de testar esta aplicação uma vez que não possuo iPhone mas parece estar para breve o lançamento de novas versões, tanto para iPad como para smartphones Android, em cujo rol de utilizadores já me incluo. Também está prometida a inclusão de mais auto-estradas para além da A23, uma expansão que me parece obrigatória.
A aplicação tem um custo comercial de 1,59€, um preço que nos parece bem justo visto que, evitados dois ou três pórticos, a aplicação está paga.
Seja como for, o Blog do Katano oferece a possibilidade de usufruir de um conjunto de códigos promocionais, oferecidos pela Estrela Sustentável, para descarregar GRATUITAMENTE a aplicação Evitar Pórticos na A23:
JEJE7PFT3XWN / P6JLAAY3T4JJ / 3T4WF34MEW6L / MTPJFMA4HWLF / RMJ44NWXRELP / M6XAL6NXKYMT / FLLMJ6JXFF4E / N4P3MMPY4YXY / 679LWMXWP9LJ / T634R9NT4MJE
Bom proveito e... boas poupanças!
terça-feira, abril 03, 2012
Sinalética que desafia a imaginação
quarta-feira, dezembro 07, 2011
Ex-SCUT - Mas afinal são viagens ou passagens em pórticos?

Parece estar finalmente esclarecida a questão de interpretação da portaria no que diz respeito à forma das isenções na A22, A23, A24 e A25.
Como evitar as portagens na A25 - Um artigo indispensável
sábado, dezembro 03, 2011
Quando pedirem indicações rodoviárias nunca digam que são do Fundão

-"Boa noite! Será que me poderiam indicar onde fica a Avenida General Humberto Delgado?"
Aqui a resposta foi quase imediata: a dita avenida era afinal a artéria principal do Canhoso, que no GPS era referida como "Rua João XXIII". Desligando, apontou para a avenida que dali se avistava ao fundo da rua e exclamou: "É aquela oh amigo!". Despedi-me com um cordial e sentido agradecimento, não deixando no entanto de acrescentar: "Já viram? É preciso vir um gajo do Fundão para vocês aprenderem o nome das ruas do Canhoso!".
terça-feira, novembro 08, 2011
Como evitar as portagens na A23 entre a Guarda e Castelo Branco
Com o início da cobrança das portagens a perspectivar-se (apesar dos sucessivos adiamentos, não creio que haja motivo para cantar vitória pois, mais dia menos dia, entrarão em vigor), comecei a fazer uma análise dos possíveis percursos alternativos que me permitissem evitar os pórticos entre a Guarda e Castelo Branco, localidades entre as quais tenho maior probabilidades de viajar.
Da minha análise, pude concluir que entre o Fundão e Castelo Branco será fácil usar a N18 como alternativa, sem transtorno de maior. No entanto, entre a Covilhã e a Guarda, sobretudo entre esta última e Belmonte, faz-se um regresso ao passado.
Como muitos de vocês poderão achar esta informação útil, partilho-a aqui com vocês. Eis portanto o mapa das alternativas aos troços com portagem da A23 entre Castelo Branco e a Guarda.
Troço Castelo Branco – Castelo Novo
Este troço não oferece dificuldades de maior na alternância entre a A23 e a alternativa que, neste caso, será a N18. Como ambas as vias seguem paralelas a uma curta distância uma da outra, é fácil alternar entre elas.
Começando em Castelo Branco, o único troço pago pode ser evitado pela N3, um sucedâneo do antigo IP2. Entrando na A23 em Castelo Branco Norte, deverá depois sair em Alcains para regressar novamente à auto-estrada na Lardosa. Terá de sair depois na Soalheira e fazer o percurso até Castelo Novo, a partir de onde terá A23 grátis até Fundão Norte, podendo utilizar os túneis da Gardunha.
Troço Castelo Novo-Covilhã Norte
Como já referi, entrando na A23 em Castelo Novo, pode-se viajar sem pagar até ao nó de Fundão Norte / Zona Industrial, nó após o qual se encontra um pórtico. Seja como for, a N18 encontra-se a uma curta distância deste nó e, até ao nó de Covilhã Sul está sempre em boas condições, sendo que no troço que diz respeito ao Concelho do Fundão, apresenta duas vias de circulação em cada sentido. O pior são as rotundas que se encontram amiúde.
Entrando novamente na A23 no nó Covilhã Sul, a partir da rotunda do Tortosendo, pode-se circular sem pagar até ao nó de Caria (sempre pensei que fossem colocar um pórtico entre Covilhã e Caria mas ainda bem que não aconteceu), nó a partir do qual se deve deixar em definitivo a auto-estrada até à Guarda.
Troço Covilhã Norte – Guarda Sul
No nó de Caria, como já referi, termina a alternância entre troços pagos e não pagos, sendo que até à Guarda se encontram 3 pórticos de portagem. A única alternativa é pois sair em Caria e daí seguir para a Guarda. Saindo aqui, há duas possibilidades: ou atravessar a aldeia próxima de Malpique ou seguir na direcção de Caria até à ponte com semáforos, alternativa que é vivamente aconselhável para veículos pesados.
Pessoalmente prefiro passar pela aldeia pois isso reduz o percurso para entrar na N345. Esta estrada está em boas condições até Belmonte. A partir daí, é o regresso à N18 até à Guarda. O pior são os pontuais semáforos e os eventuais camiões na subida para a Guarda a partir do cruzamento da Benespera.
Na Guarda, ainda não confirmei se há pórtico entre os dois nós de acesso à cidade na A23 pelo que pouco posso acrescentar. Fico no entanto com a impressão que os problemas maiores colocam-se a quem queira viajar para Aveiro (nunca é demais recordar este artigo). No pólo oposto, isto é, a partir de Castelo Branco e para quem viaja para Sul, também me parece que se perspectiva uma verdadeira epopeia…
sexta-feira, abril 08, 2011
Hoje é dia de luta contra as portagens nas SCUT A23, A24 e A25
A introdução das portagens na A23, A24 e A25 foi suspensa, é um facto. Mas sinceramente, quando soube da notícia, a primeira coisa que me ocorreu foi que se tratava de uma medida eleitoralista, embora depois tenha surgido a notícia de que se tratava de uma situação devida ao facto de o Governo se encontrar em gestão (mas vai uma aposta que vai ser usado nas eleições, mesmo assim?). Contudo, as obras de instalação dos pórticos não pararam, num claro sinal de que, logo após as eleições, as portagens serão inevitavelmente implementadas, independentemente de termos um Governo rosa, laranja ou Benetton.segunda-feira, dezembro 27, 2010
A qualidade do estacionamento pago no Fundão by EMSA-CONSEQUI
À instalação de parquímetros sucedeu-se a marcação no solo de lugares de estacionamento, marcação essa que chegou a ser atribulada. Não sei se foi em todas as ruas da mesma forma mas, na minha rua, os lugares foram "espremidos" de forma a maximizar a rentabilidade do espaço disponível, até que alguém reclamou, por achar que tinha direito a abrir a porta do seu veículo sem bater com ela no veículo do lado e vice-versa. Pouco depois, as marcações foram refeitas, sendo os lugares alargados.
Entretanto, outra inovação foi introduzida: a privatização do espaço público, com vários espaços de estacionamento a serem reservados em exclusividade, mediante pagamento, para os comerciantes que os solicitassem, já que, apesar de pagarem mais impostos ao município, não tiveram direito ao cartão de estacionamento gratuito como aconteceu com os residentes.
Aos poucos a poeira lá foi assentando e o estacionamento lá foi sendo cobrado, tendo a EMSA-Consequi a delicadeza de nunca promover a multa à primeira prevaricação, deixando em alternativa um aviso a salientar a importância de obter e colocar em local visível o talão de pagamento do estacionamento.
Entretanto, tão concentrados que estão no processo de cobrança, esqueceram outro aspecto que talvez seja importante: a conservação das marcações no solo. Mas isto sou eu, que não percebo muito de gestão de parqueamento automóvel, a dizer.
O deplorável estado das marcações
Convido-vos agora a um pequeno passeio fotográfico pelo universo das ruas do Fundão onde o estacionamento é pago.
Comecemos pela rua que melhor conheço, a Avenida Alfredo Mendes Gil, onde, desde 2007, nenhum tipo de conservação foi realizado. As marcações "apertadinhas", que foram substituídas pelas mais largas, já estão outra vez visíveis com o resultado que se vê.
Temos portanto aqui um divertido desafio para os automobilistas que têm de conseguir encaixar o veículo entre duas marcas e, de preferência, sem tocar em nenhum automóvel que esteja estacionado. Este tipo de estacionamento também é muito apreciado pelos motociclistas que aqui se sentem muito mais tidos em consideração. É frequente verem-se veículos que, por via das dúvidas, ficam estacionados de modo a ocuparem o equivalente a dois lugares normais.
Vantagem: Desde que o veículo fique estacionado entre duas marcas, está bem estacionado.
Desvantagem: A indecisão perante o leque de escolhas não anda necessariamente de braço dado com o exercício do civismo.
Ainda na mesma avenida, encontramos outro fenómeno rodoviário, este de difícil interpretação:

Se, por exclusão de partes descartamos logo do conjunto a linha azul, por ser a sinalização do circuito dos transportes públicos do Fundão, resta-nos decidir sobre a associação entre a marcação de lugares de estacionamento e a linha amarela que proíbe sequer parar, quanto mais estacionar.
Vantagem: São lugares de estacionamento com uma bela vista panorâmica.
Desvantagem: Se estacionarmos aí podemos ser multados. Ou não. Mas podemos.
Nesta rua, as marcações estão claramente em vias de extinção. Se para o olho treinado o desafio não é significativo, há no entanto a garantia que, a partir de um certo valor de dioptrias a tarefa se afigura como deveras complicada. Há no entanto a hipótese de estacionar usando o critério da estimativa, tendo como referência as placas sinalizadoras de lugares de estacionamento reservado.Acabei por não alongar o meu percurso a outras zonas, como a Rua António Paulouro ou a própria Avenida da Liberdade, onde certamente teria encontrado outras situações dignas de registo. No entanto, este pequeno périplo ajuda a perceber o estado em que se encontra a área de estacionamento pago.
Por outro lado, tendo esta política sido implementada para disciplinar o trânsito e o estacionamento no centro da cidade, fará sentido que se apliquem multas a quem não pague mas, por outro lado, não se aplique semelhantes sanções aos que, pagando, não se coíbem de ocupar abusivamente dois lugares?
Perante isto, e partindo do princípio que a manutenção do espaço do estacionamento é da sua responsabilidade, será legítimo pagar à EMSA-Consequi por um serviço que efectivamente não presta?
A seguir: Quando ter um cartão de estacionamento grátis não nos livra necessariamente de sermos multados.
quarta-feira, agosto 25, 2010
Acidente na A25 - As estradas alternativas que afinal não o eram
Não vou tecer conjecturas exaustivas sobre o que causou ou deixou de causar o acidente até porque a análise, é relativamente simples de fazer. A incapacidade de adequar o estilo de condução às condições meteorológicas, por um lado, e a sobreposição do fascínio do sensacionalismo às mais elementares regras de precaução, por outro lado, terminaram no saldo final de 6 mortos e 89 feridos.

Infelizmente, acabei por constatar que a N16 mais não é que uma estrada mais estreita do que a visão de alguns dos nossos governantes, uma via apertada na qual dois camiões não se conseguem cruzar sem o máximo de cuidado, obrigando a sucessivas paragens do trânsito. A conta-gotas o trânsito foi progredindo e, duas horas depois, já tinha conseguido progredir uns notáveis 10km…


Depois de uma passagem por Águeda onde alguns camionistas espanhóis desesperavam em busca da N1 para Coimbra, a N230 revelou ser uma estrada do tipo “curva à direita, vomita à esquerda” que, ainda por cima, estava ela também imersa num opaco manto de nevoeiro sendo que, para piorar, em muitas zonas a estrada pura e simplesmente não tinha marcações. Prossegui arrojadamente com o ponteiro do velocímetro colado aos 20km/h e, cerca de 2h30 depois de ter deixado o nó de Talhadas, regressava finalmente à A25, retomando o caminho normal para casa.

segunda-feira, julho 19, 2010
A tribo dos "Matrículas Esquisitas"

sexta-feira, maio 21, 2010
Música com dedicatória: "Vem devagar emigrante"
PS - Esta fantástica ode musicada é também dedicada à Madalena, nossa atenta camarada no Twitter que tem esta tendência para conduzir a horas impróprias.
domingo, maio 09, 2010
Acessibilidades e estacionamento
A questão das acessibilidades é um tema de debate cada vez mais recorrente mas, infelizmente, nem sempre tido em consideração no planeamento urbano onde os transeuntes, sobretudo aqueles com mobilidade reduzida, enfrentam diariamente inúmeras barreiras à sua livre circulação. sexta-feira, janeiro 08, 2010
Please don't kill us!

Obtida via AOL (André Oliveira Lucas), nosso enviado especial na África do Sul, é impossível ficar indiferente à angústia que esta fotografia nos transmite. É que, já se sabe, na África do Sul há muito condutor português...
domingo, dezembro 06, 2009
Quem protege o Exército da ameaça dos condutores portugueses?
segunda-feira, novembro 09, 2009
Transito proibido a sanitas... fora de serviço?
Curiosa este instantâneo que nos chega de Praga, capital da República Checa, obtido pela nossa correspondente Ana Goulart. terça-feira, setembro 22, 2009
Postais de Ciudad Rodrigo - Província de Salamanca
O percurso passou por Siega Verde, uma importante estação de arte rupestre ao ar livre na margem esquerda do Rio Águeda junto a Villar de la Yegua. Aproveitando a última visita guiada do dia houve oportunidade para admirar 5 painéis interessantíssimos mas que, pela sua localização, nos colocaram à mercê dos mosquitos espanhóis. Posso afirmar com toda a segurança que um mosquito espanhol é um bicho feroz e particularmente obstinado, levando a que, enquanto o resto da comitiva ouvia atentamente as explicações do Carlos, o nosso simpático guia, o autor deste texto tivesse sido sujeito a uma experiência semelhante à de um paciente submetido ao processo de colheita de amostras de sangue por parte de um enfermeiro estagiário com astigmatismo.
Depois das primeiras emoções, a comitiva prosseguiu para Ciudad Rodrigo apreciando a suave condução do Bruno Af que tem o condão de conseguir modificar em determinados momentos a cor do rosto dos passageiros do normal tom rosado para um cromatismo situado algures entre o esverdeado e o amarelo. Em Ciudad Rodrigo houve tempo para um passeio pelas muralhas, que circundam por completo o centro histórico, e nas quais se percebem ainda os danos provocados pelos terríveis combates da tomada da cidade aos franceses pela coligação das forças anglo-lusas e espanholas em 1812. A própria fachada da catedral encontra-se ainda danificada como resultado do bombardeamento a que foi sujeita.
















