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segunda-feira, maio 30, 2011

Jovem acredita ter filmado o Bigfoot durante uma caminhada

Uma cidadã estado-unidense acredita ter filmado o mítico Bigfoot, uma espécie de criatura mítica das florestas norte-americanas, equiparado em termos de misticismo à retoma económica de Portugal. O vídeo foi registado com um dispositivo móvel durante uma caminhada que a autora realizava numa floresta e está a fazer sucesso nas redes sociais, pese embora a quantidade de argumentos que indicam que o mesmo foi "fabricado" com a ajuda de um amigo vestido com uma fantasia de gorila, e que avançou no momento em que lhe foi dado um sinal, para passar numa zona vazia da paisagem que estava a ser filmada, em detrimento dos participantes da caminhada.


Pois bem, após analisarmos a famosa filmagem, estamos em condições de confirmar que as alegações de que se trata do Bigfoot são falsas. Tratava-se apenas do Tony Ramos que por ali andava a gozar o seu período de férias.

quinta-feira, maio 26, 2011

"Ainda sobre os Plátanos e Alergias ..."

Recentemente no Jornal do Fundão, um leitor queixava-se das alergias supostamente provocadas pelos plátanos, defendendo a sua eliminação das zonas urbanas. Quem não se ficou foi o Márcio que, em carta enviada ao mesmo jornal, se encarregou de colocar os pontos nos is, desmontando alguns mitos urbanos relacionados com árvores, ao mesmo tempo que critica as forma como as árvores são tratadas em meio urbano, como é o caso das agressões sazonais de que são vítimas e às quais se dá o nome eufemístico de poda.


Ainda sobre os Plátanos e Alergias...
Márcio Meruje
Covilhã


Foi com desagrado que na última edição deste jornal li nesta secção uma carta aberta referindo os malefícios do plátano no meio urbano. E interrogando-me sobre o futuro de muitos plátanos - de que alguns exemplares com mais de 50 anos são uma imagem da nossa cidade, p.ex., aqueles junto à estação com um porte arbóreo de registo, sem podas camarárias - decidi tecer algumas considerações ainda que não seja qualquer erudito sobre o assunto.

1. Os plátanos não são responsáveis pelas chamadas "nhanhas". Trata-se de um mito urbano. Os verdadeiros causadores destas "nhanhas", ou melhor, deste tipo de pólen, são os choupos (género Populus). Devo acrescentar neste ponto que basta um pequeno passeio, quiçá num destes próximos fins-de-semana ensolarados, para averiguarmos por nós próprios que os plátanos não têm no seu redor esta substância, muito semelhante a algodão. Os choupos, de que ainda existem alguns exemplares antigos na cidade, estão rodeados desta substância que algumas pessoas dizem "provocar bastantes alergias". O que não é verdade...

2. Se consultarmos a página de internet da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica rapidamente constatamos que não existe qualquer notícia que relacione os choupos às alergias. O que acontece na verdade é que durante os meses de Março e Maio, e ainda princípios de Junho em alguns anos, grande parte das árvores e gramíneas têm altos índices de actividade polínica, e citando a informação da fonte European Pollen Information: "Algumas pessoas acreditam, de forma errónea, que ele (o “algodão dos choupos”) causa os sintomas da febre dos fenos. Na realidade, as sementes dos choupos e o primeiro (e invisível) pólen das gramíneas a ser libertado no ano, costumam coincidir no tempo…". Ora, na verdade, os grandes responsáveis por grande parte das alergias são as gramíneas, e não os choupos, ou os plátanos.

3. Abater todas as árvores desta espécie não é solução. A seguir aos choupos, viriam os plátanos, e depois as tílias, oliveiras, seguidos dos liquidambares, das bétulas, dos carvalhos... E não tardava muito a nossa cidade não seria mais que um deserto. Já nos chega os incêndios que no Verão teimam em desolar a nossa querida Serra da Estrela! Num século em que a principal preocupação é para com o ambiente, considero grave alguém pretender promover o abate de árvores! Existem exemplares dignos de registo, como já referi, e não seria melhor continuarem ali como um registo vivo para as gerações vindouras? Que não se sacrifiquem árvores ...


4. Acerca das podas camarárias e escolha de espécies: Este é um ponto sensível, que pode levantar mal entendidos, mas de certo que todos gostaríamos de ver na nossa cidade mais carvalhos, teixos, bétulas e até algumas coníferas que propriamente carvalhos americanos e ginkgos mas, ainda mais grave que isso, é a desorganização de toda a poda destas árvores. Continuar a realizar podas sem sentido é condenar os exemplares que rapidamente se degradam e não conseguem atingir a sua idade adulta dentro do espaço urbano.

5. Por fim, todos aqueles que sofrem de alergias, como eu, sabem que existem vacinas para este problema! Uma recomendação, sempre que possível, é evitar andar ao ar livre entre as 5 e as 10 da manhã e guardar as actividades ao ar livre para o fim da tarde ou depois da chuva, quando os níveis de pólen são menores.

As árvores não estão em guerra com o Homem. E não servem apenas para nos aquecer no Inverno. Neste séc. XXI é importante que estejamos conscientes da sua importância nos países industrializados pois elas são os nossos melhores aliados contra a poluição. E agora, pergunto eu: Pior que todas as alergias e todo o pólen, já pensaram viver num mundo sem árvores?


sexta-feira, maio 20, 2011

Sócrates vs Coelho! Quem ganha?

(Clicar para ampliar)
Afinal o plano do FMI é ou não é o PEC IV? Quem tem afinal a culpa da crise? Será que os portugueses se devem preocupar com os pentelhos? Logo saberemos.
Não se esqueçam das pipocas e dos óculos 3D!

domingo, março 20, 2011

Caminhada nocturna à Senhora da Penha, Serra da Gardunha - Super Lua 2011

[Texto por: Caetano; Fotografias por: Xamane (sem acento)]

Aproveitando as excelentes condições de luminosidade proporcionadas pelo fenómeno que se convencionou chamar de Super Moon (Super Lua para os menos chiques), na prática a coincidência da fase de Lua Cheia com o perigeu lunar (o ponto da órbita elíptica lunar mais próximo da Terra), resultando num aumento da área aparente da Lua em cerca de 10% - Este momento de ciência pura foi patrocinado pela Delta Cafés - e ainda num luar com uma intensidade mais elevada que o habitual, o núcleo duro do Blog do Katano empreendeu no passado Sábado uma caminhada nocturna pelo maciço central da Serra da Gardunha.

Ressalva-se no entanto que quem se tiver munido, à laia de precaução, de protector solar e óculos escuros temendo um luar sem precendentes, terá decerto ficado defraudado pois aquilo a que se assistiu foi como que um espectacular luar de Agosto. Ainda assim, as excelentes condições de luminosidade permitiram fazer todo o percurso, que teve troços de caminho, de trilhos e de corta-mato, sem recurso a lanternas.

A caminhada começou e terminou junto à casa do guarda de Alcongosta (terra que todos os anos é palco da Festa da Cereja), tendo começado às 18h30 e terminado por volta das 22h30.

Apresentamos em seguido o resumo fotográfico possível desta autêntica expedição científico-gastronómico-astronómica ao maciço central da Serra da Gardunha:



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Momento de pose para a fotografia. Junto ao ninja contratado por motivos de segurança, uma participante iludida pela paragem celebra julgando que já se havia chegado ao destino. À direita do transportador da reserva moral da expedição (leia-se, uma garrafinha de Moscatel de Setúbal do bom), um outro elemento impacienta-se e reclama que pretende estar de regresso a tempo de ver a bola.


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Com a promessa de que, por este percurso se poupariam 15 minutos de caminhada, nem sequer se pensou duas vezes. Afinal, caminhada que é caminhada tem de ter corta-mato!


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E eis que subitamente, o disco lunar se ergue altivo e reluzente acima da linha do horizonte, num momento que causou bastante emoção junto dos caminheiros, que não contiveram efusivas manifestações verbais, sendo a mais vibrante: "Olha a Lua...! Ainda falta muito?"


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... a Lua e 3 indivíduos, sendo que um deles é um ninja.
Ao longe, avista-se a nobre povoação de Peroviseu.



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Já na vertente Sul da Gardunha, alguém exclama "Olha! Daqui vê-se Monsanto!"
ao que outra pessoa retorquiu "Ainda falta muito?"



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Já era noite cerrada quando se iniciou a subida pelo pequeno trilho até à Penha, que parecia ela própria admirar a Lua. Esta visão foi suficiente para que alguém perguntasse "Já chegámos? Não? Ainda falta muito?".


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Finalmente na Penha, o alegre grupo faz pose à entrada da "gruta", um abrigo natural que chegou a funcionar como capela, sacralizando aquilo que terá sido o Castro da Senhora da Penha, uma povoação do III milénio a.C. . Dado o vento que aqui se fazia sentir, foi decidido por unanimidade escolher o local como zona de abrigo para a ceia light para reposição das energias do grupo...

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...que aqui celebra o momento em que, por artes mágicas, uma garrafinha de Moscatel de Setúbal (do bom) e vários copinhos surgem do interior de uma mochila.


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Para Oeste, a aldeia de Castelejo e o horizonte delimitado pelos mui típicos geradores eólicos.



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A Super Moon (Super-Lua para os menos chiques) espreitando entre o arvoredo

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Uma imagem que diz bem das condições de luz proporcionadas pelo luar. Ao fundo, avista-se a Covilhã e, mais acima junto à margem da foto, as Penhas da Saúde.

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Para SE, é possível avistar Monsanto e as serranias de Penha Garcia povoação que, segundo a SIC, foi doada por D. Dinis aos templários em 1510!

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Para Sul, sobre uma das "bancadas" do anfiteatro natural da Gardunha, avista-se Castelo Branco cidade que em breve ficará à distância de cerca de 4 euros do Fundão (mais gasóleo).

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Outra perspectiva da mesma encosta, avistando-se ainda à esquerda Castelo Branco. Não sei se já referi o facto mas a cidade ficará em breve à distância de cerca de 4 euros do Fundão (mais gasóleo).


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Uma perspectiva sobre a aldeia histórica de Castelo Novo...

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Mais um retrato da Super Moon (Super-Lua para os menos chiques) entre aquilo que a Gardunha tem, os blocos de granito, e aquilo que se espera há muitos anos que tenha em abundância, o arvoredo.

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Perspectiva sobre a aldeia histórica de Castelo Novo

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Sim, sim. É Castelo Novo.

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Já no regresso, tempo ainda para admirar o pontilhado que se espraia pela Cova da Beira, tendo em primeiro plano o centro do Universo: o Fundão, e mais ao fundo no sopé da Serra da Estrela, a Covilhã

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Sim, mais do mesmo.


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No regresso, um dos membros da expedição descobre um casaco que bem poderia pertencer a um indivíduo abduzido por um dos OVNIs que dizem sobrevoar a Gardunha em determinados horários. Na verdade, tratava-se apenas do resultado da distração de um dos participantes da caminhada durante o percurso da subida.

segunda-feira, março 14, 2011

Golfe, o desporto nacional, a seguir ao futebol e à sueca

Provando que realmente se preocupa com a saúde e o bem estar dos portugueses, o Governo prepara-se para baixar a taxa de IVA associada ao golfe de 23% para 6%, tendo ao que parece já enviado uma carta registada e com aviso de recepção a Angela Merkel, solicitando a devida autorização. Esta medida já está a ser bastante saudada pela esmagadora maioria dos cidadãos da classe média-a-caminho-da-baixa-não-tarda-nada.

Isto vem de certa forma acalmar a preocupação dos cidadãos após a recente subida da taxa de IVA nos ginásios para 23% e após os rumores crescentes de que o Governo poderia deixar de comparticipar tratamentos relacionados com obesidade.

Um grupo de beneficiários do Rendimento Social de Inserção, ex-estivadores desempregados, não consegue esconder a sua felicidade após as notícias de que o Governo se prepara para baixar o IVA do golfe, modalidade da qual são profundos adeptos e praticantes de longa data. Joaquim, mais à esquerda na foto, confessou-nos ser um adepto de Tiger Woods. "O Tiger é o maior! Acerta nos buracos todos!"

Actualmente, o golfe é uma modalidade com grande popularidade em Portugal, sendo o desporto mais praticado pelos portugueses, logo a seguir ao futebol, à sueca e ao dominó. Fonte oficial de uma claque de um clube de futebol nacional manifestou já o seu "profundo regozijo por uma medida que vai tornar ainda mais popular este saudável desporto".

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Lyoncifica o teu nome: Para quem quer ter um nome capaz de rivalizar com Lyonce Viiktórya

Desde que foi conhecido o nome que Luciana Abreu e Yannick Djaló decidiram dar à sua filha, Lyonce Viiktórya, uma verdadeira onda de choque abalou as redes sociais, disseminando comentários de estupefacção, indignação e uma miríade de piadas mais ou menos bem sucedidas.

A primeira "homenagem" à originalidade empregue na escolha do nome da pequena Lyonce a constituir um estrondoso sucesso, veio dos microfones da Rádio Comercial, na forma de uma adaptação de um sucesso musical de Verão (pelo menos em certos círculos). Com letra da autoria da fértil imaginação de Vasco Palmeirim, "Como se escreve o nome da criança" depressa se espalhou pelo ciberespaço, onde é ainda um dos links mais partilhados.



Mais recentemente, da parte da empresa de publicidade Torke 2.0, veio a público o site "Lyoncifica o teu nome", no qual é disponibilizada uma ferramenta que permite a qualquer utilizador, mediante a introdução do seu nome e apelido, ter uma ideia de como poderia ser o seu nome se tivesse como pais o casal Abreu-Djaló. O site está disponível no endereço: www.lyoncificaoteunome.com e até já mereceu honras de tempo de antena nos noticiários televisivos.


Curiosamente, foi ao visitar o site da Torke 2.0 que apanhámos a maior supresa pois o mesmo aparenta ter sido alvo de um ataque de hackers, que aproveitaram para ali deixar a sua marca. Este grupo que parece ser de origem turca, intitula-se The Kabus e terá sido já responsável pela autoria de cerca de 30.000 acções do género.


PS - Já agora, o nome Lyoncizado dos The Kabus é Thonce Kapapatoti

domingo, dezembro 26, 2010

Pai Natal raptado!!

A notícia acaba de chegar à nossa redacção através de e-mail anónimo acompanhado de fotografia. Um Pai Natal terá sido raptado da varanda da residência de um membro da Junta Directiva deste blog, tendo sido encontrada uma mensagem de autores desconhecidos no seu lugar. Para já não há mais pormenores e aguardam-se informações a qualquer momento.



terça-feira, dezembro 07, 2010

Bankrun/Stopbanque 2010 - Hoje é dia de esvaziar os bancos


Hoje, 7 de Dezembro, é o dia marcado para a revolução global do Stopbanque, o movimento lançado pelo ex-jogador de futebol Eric Cantona, que visa apelar às pessoas que retirem todo o dinheiro das suas contas bancárias. O objectivo é "abalar o sistema" e fazer os bancos, os culpados da actual crise económica, perceberem que quem manda no Mundo são afinal os cidadãos.

Não queria estar hoje na pele dos bancários que devem ter sido confrontados com filas de clientes irados a solicitar a liquidação das suas contas (sim porque, se é para levantar o dinheiro todo, mais vale liquidar porque senão têm de pagar taxas de manutenção de conta). Até já estou a imaginar o diálogo:

Cliente irado - "Estou indignado com a exploração a que vocês monstros capitalistas sedentos, manipuladores e maquiavélicos, mascarados de instituições respeitáveis, estão a sujeitar o cidadão comum e trabalhador e, portanto, para vocês verem quem manda aqui, venho aqui levantar todo o meu capital e liquidar a minha conta. "

Funcionário bancário sonolento - "Ora sim senhor. Deixe-me cá ver... (erguer de sobrancelha do olho direito) Desculpe senhor mas a sua conta apresenta um saldo negativo de 122,56 euros!"

Cliente irado - "Eh pá vocês arranjam cada desculpa para segurar os clientes!... * silêncio * Posso pagar na próxima semana?"

Verdade seja dita, tenho por Cantona uma grande admiração pelo futebolista que ele foi, -que classe ele punha em campo, quando não estava a aplicar side kicks aos adeptos mais críticos!-mas enquanto activista / líder revolucionário ele consegue ainda ser pior do que aquilo que é enquanto actor. A ideia seria concretamente o quê? Levar a que toda a gente guardasse o dinheiro sob o colchão ou seria reavivar o modelo old school de poupança num pote de barro enterrado junto ao tronco de uma oliveira?

É claro que fiquei curioso e quis saber, junto da bancária de serviço do Blog do Katano, qual o impacto que o movimento Stopbanque estava a ter na rotina de sucursal bancária escolhida completamente ao acaso, algures no meio do Pinhal. Não foi fácil obter informações até porque, entre informações tidas como sigilosas que não me foram facultadas, tive que explicar previamente o que era isso do movimento Stopbanque. O mais relevante que consegui arrancar é que a minha fonte padece de um torcicolo, contraído enquanto secava o cabelo, e que está a chover bastante naquela zona.

Voltemos agora a coisas sérias.

terça-feira, novembro 23, 2010

Míscaros 2010 – Do entusiasmo frenético à solidariedade

E pronto! Chegou ao fim a 2ª edição do Míscaros, o Festival do Cogumelo, que, como referi no artigo anterior, ultrapassou largamente em termos qualitativos a sua edição de estreia. Mais tasquinhas e uma oferta diversificada encheram de visitantes entusiastas as ruas do Alcaide durante o último fim-de-semana.

Misturados na multidão, tivemos oportunidade de constatar a real medida desse mesmo entusiasmo, talvez medido na escala do frenesim, quando a dada altura, um grupo que seguia à nossa frente em busca da próxima tasca, se precipitou para uma porta aberta num dos lados da rua, com um dos indivíduos a dizer algo como “Vamos já a esta!”. Já com um pé para lá da porta, viram no entanto as suas intenções esbarrar na explicação da rapariga que abrira essa porta e que pretendia simplesmente entrar em casa.

Contudo, foi gratificante ver que no meio deste entusiasmo todo, não se perderam valores como a solidariedade e o espírito fraterno de entreajuda.

Verificámos isso quando, a dada altura, um indivíduo dono de um porte físico algo impressionante, sofreu uma queda não menos impressionante em plena praça principal do Alcaide, ficando estendido no chão numa posição que se poderia caracterizar como um misto de posição de lótus em ângulo invulgarmente aberto com uma chave de pernas digna da WWE mas em modo auto-infligido.

Obviamente poderemos aqui conjecturar sobre o que terá levado à queda mas a explicação que se me afigura como a mais provável foi que, no preciso momento em que o homem caminhava pela praça, o movimento de rotação da Terra se deteve por uma fracção de segundo, sendo que a força centrífuga fez o resto.

Seja como for, logo um grupo de pessoas, eu incluído, se precipitou para o ajudar a reerguer-se mas este não parecia inclinado a ajudar, preferindo olhar em volta de forma frenética como se procurasse algo… e afinal procurava mesmo. O seu apelo de “Esperem! Esperem! Os meus óculos voaram para aí!” fez com que toda a gente, eu incluído, começasse a descrever trajectórias erráticas em volta do homem, perscrutando atentamente o chão à procura dos óculos desaparecidos que, teimosamente, teimavam em manter-se desaparecidos.

A preocupação terminou finalmente quando um homem, que ficara a segurar as costas do desafortunado dono dos óculos, que ainda combalido permanecia sentado no chão, olhou para este e exclamou em tom indignado “Então mas você tem os óculos postos!” e, largando-lhe as costas bruscamente –“Você está a brincar comigo??”.

Foi quanto bastou para que o dono dos óculos se levantasse subitamente e, agradecendo a atenção dispensada, prosseguisse a sua caminhada, perdendo-se na festa e deixando para trás um pequeno grupo de pessoas, eu incluído, com um ar perfeitamente incrédulo.

quarta-feira, outubro 27, 2010

terça-feira, outubro 12, 2010

NASA lança projecto ambicioso para entrar em contacto com espécime do sexo feminino

Numa incursão pelo Youtube descobri esta pérola. Trata-se do vídeo de uma conferência de imprensa onde 3 especialistas da NASA anunciam o lançamento de um programa que, em 2018, os levará a entrar em contacto próximo com um espécime humano do sexo feminino, no ambiente de uma instalação de processamento e limpeza de fibras têxteis, que é como quem diz, para abordar a brasa da lavandaria.

Trata-se obviamente de um vídeo satírico que consegue retratar muito bem a complexidade e a minúcia com que a NASA elabora os seus projectos, assim como a parafernália infográfica com que estes são apresentados.


sábado, outubro 09, 2010

100 anos de República - Como a Revolução quase impediu este blogue de ver a luz do dia

Em plena alvorada da implantação da República, um homem caminhava em passo rápido pelas ruas inseguras da capital, envergando o uniforme que em regra vestiu durante os 5 anos em que esteve ao serviço da Cruz Vermelha. Beirão de gema, por isso muito longe de casa, o João sentia certamente a tensão que preenchia estas ruas que não eram as suas, e onde se fazia ouvir o eco dos disparos que iam anunciando a transição para uma nova era.

De repente, o João deu de caras com um grupo de populares, aderentes de última hora ao golpe de estado republicano que, ao vê-lo de uniforme pardo indistinto, o tomaram por um soldado das forças monárquicas. Movidos pela irracionalidade que caracteriza as multidões, desataram a correr na sua direcção, com intenções que só eles poderiam conhecer ao certo.

Temendo pela vida, o João desatou também ele a correr em busca de abrigo. Mais longe, alarmado por todo o alarido que se fazia ouvir na rua, um alfaiate veio à porta da sua loja para ver o que se passava. Vendo toda aquela gente, com um pequeno uniformizado à frente que, subitamente corria na sua direcção, o alfaiate recolheu-se rapidamente para trancar a porta atrás de si, não sem que antes o homem uniformizado, dando um vigoroso empurrão, tivesse conseguido entrar.

Ainda confuso e perante as súplicas que a sua inesperada visita lhe endereçava, o alfaiate trancou mesmo a porta antes que o grupo perseguidor chegasse. Sob a força das pancadas e do clamor que vinha da rua, a porta começava infelizmente a parecer uma barreira muito ténue e, temendo por si e pela sua propriedade, o alfaiate viu-se forçado a abrir a porta, deixando entrar o grupo furioso que procurava o João.

Ao aproximarem-se dele para o agarrarem, alguém a quem a fúria não cegara por completo reconheceu finalmente o inconfundível símbolo da Cruz Vermelha. Desfeito o equívoco, acabaram por libertar este homem e deixá-lo partir em paz.

O meu bisavô pôde assim regressar a casa para contar aos seus que, não só assistira a um dos capítulos mais importantes da nossa história, como também tinha participara nele de forma tão viva quanto involuntária.

quarta-feira, outubro 06, 2010

Vídeo do Ministro das Finanças da Suíça gerou onda de indignação Tuga

É já bem conhecido o vídeo no qual Hans-Rudolf Merz, o Presidente da Confederação Suíça e Ministro das Finanças da Suíça, tem um fantástico ataque de riso durante uma comunicação ao Parlamento. Este vídeo acabou por se tornar um sucesso na Web, sendo também aproveitado, mediante o uso de uma legendagem criativa, para satirizar as mais variadas situações e instituições.

Ora, foi precisamente isso que o 31 da Sarrafada fez ao legendar o vídeo de forma e ao dar-lhe o sugestivo título de "Ministro das Finanças Suíço fala sobre Portugal":



Aparentemente, houve por cá quem levasse o vídeo a sério, facto que gerou uma onda de indignação tal que alguns portugueses chegaram mesmo a enviar mensagens de protesto à embaixada da Suíça em Portugal, exigindo um pedido de desculpas formal de Merz.

Mas do que falava afinal Merz na sua famosa comunicação ao Parlamento? Afinal Merz estava a ler um comunicado dos Serviços Aduaneiros relativo a uma alteração na classificação de produtos em termos de tarifas aduaneiras, na resposta a uma pergunta de um deputado formulada de forma tão intrincada que o Ministro das Finanças não conseguiu conter o riso. Isto enquanto lia o comunicado que, também ele, estava escrito de forma algo... "densa". Eis o vídeo com a tradução correcta:



Perante este caso pergunto-me se as sucessivas e criativas legendagens do clip vídeo no qual Adolf Hitler satiriza tudo e mais alguma coisa, não terão já originado um profundo sentimento anti-germânico em muitos portugueses.

terça-feira, outubro 05, 2010

100 anos de República - Porque é que estamos a comemorar o centenário da República?

Comemora-se hoje o centenário da implantação da República em Portugal. Por todo o país, assistimos a celebrações com maior ou menor fausto, nas quais, subitamente, a República é apresentada como o factor motriz de todas as benesses do país.

Por esse prisma, muito contentes andarão os iranianos, os venezuelanos, os chineses, enfim... todos aqueles que têm há já algum tempo um governo republicano solidamente implantado, ao contrário de outros, como os holandeses e os britânicos, que vivem imersos numa profunda frustração por terem experimentado a República de forma efémera ou ainda outros, como a Suécia, que não a experimentaram de todo.

Para o cidadão comum, a diferença entre viver em Monarquia ou viver em República será semelhante à diferença entre escolher uma Coca-cola ou uma Pepsi no café da esquina. Bebe-se aquilo que houver e quem lucra é sempre o dono do café.


Postal de época invocando a polémica da escolha de uma nova bandeira. De um lado, Guerra Junqueiro que defendida a manutenção das cores históricas da bandeira. Do outro, os republicanos iconoclastas que, indiferentes à regras elementares de heráldica, defendiam uma bandeira de fazer inveja a muitas nações africanas. Quem acompanhou com atenção os jogos da Selecção Nacional de Futebol saberá quem ganhou esta luta.

Esta proliferação de comemorações, interrompidas aqui e ali por algumas acções de contestação em diferentes patamares de originalidade, parece estar a contribuir para a deseducação nacional, ajudando a confundir Democracia com República. Por outro lado, com tanta bandeira e tanta gente a cantar o hino, muitos cidadãos terão sido induzidos em erro, tendo sofrido uma grande desilusão quando constataram que a Selecção Nacional de Futebol afinal não jogava hoje.

Verdade seja dita, o 5 de Outubro de 1910 deu início a um dos períodos mais negros da História de Portugal, com um caos social, político e económico sem precedentes e, como se não bastasse, ainda se fez questão de envolver Portugal na 1ª Guerra Mundial. Este primeiro ensaio republicado chegaria ao fim através de um golpe militar encabeçado por um general que, depois de tomar o poder, não fazia a mínima ideia do que fazer a seguir. Acabou por abrir caminho ao estabelecimento de uma ditadura que haveria de durar até 1974 mas que teve pelo menos o condão de vir pôr alguma ordem na casa. Pena foi o facto de o seu prazo de validade ter expirado e de não se ter apercebido disso.


A famosa comissão de escolha da nova bandeira, diante de um exemplar acabado.

100 anos depois é bom ver que, pelo menos pontualmente, existe clarividência na classe política ao contrário do que acontecia em 1910. As declarações de Sócrates, ao apresentar-se como herdeiro da 1ª República, não poderiam ser mais exactas. Os republicanos de 1ª geração, estejam onde estiverem, devem estar verdadeiramente orgulhosos de tão digno herdeiro!

Seja como for, agora que a febre comemorativa republicana lentamente se dissipa, tenho obviamente de perguntar: quem vai pagar a despesa da festa? Os submarinos?



Agradeço ao meu muito estimado Sr. João Barroca pela cedência do postal e da revista Ilustração Portugueza nº 231 de 12 de Dezembro de 1910 da qual foi retirada a fotografia acima.

domingo, setembro 12, 2010

Touro de morte em Monsaraz - A Humanidade no seu melhor


A morte do touro voltou a cumprir-se em Monsaraz, justificando verdadeiramente o epíteto de vila medieval.

Como sempre, pôs-se termo à vida do touro, previamente amarrado e imobilizado, de forma duplamente encapotada por uma turba sanguinária: escondeu-se a cena com um toldo e justificou-se o cobarde entretenimento invocando a "tradição".

Recordando as palavras de Ghandi, "O grau de civilização de uma sociedade pode ser medido pela forma como trata seus animais", creio que não há país mais evoluído que Portugal, uma vez que o Estado até lhes concede reformas e subsídios de desemprego, por exemplo.

Em Monsaraz, tivemos de facto a Humanidade no seu melhor.

quinta-feira, setembro 09, 2010

Punch-Factor!

Quem não ouviu já a expressão "O estrelato subiu-lhe à cabeça", dirigida a pessoas que ganham projecção, de um momento para o outro, e operam mudanças importantes em termos de atitudes e comportamento no âmbito das relações interpessoais? É uma situação algo ridícula, no mínimo.

E o que dizer quando essa mudança acontece ANTES sequer de se ter pisado o primeiro degrau do caminho para o estrelato e as pessoas são para as revistas cor-de-rosa algo equiparado a uma ameba adoentada e com mal-formação mental? Patético diriam alguns, improvável diriam outros.


No entanto, foi exactamente isso que aconteceu a duas jovens participantes no programa televisivo britânico X-Factor, mais um formato estilo "Ídolos". Confiantes, as duas entraram no palco mais unidas pela amizade do que um par de gémeos siameses à nascença. Quando saíram, foi necessária a intervenção da produção para evitar que se matassem uma à outra.



quarta-feira, setembro 08, 2010

Aí está o submarino Tridente! Agora sim, é que vai ser!


Foi oficialmente recebido o submarino "Tridente" (houve duas cerimónias prévias, uma delas na Alemanha), o primeiro a entrar em serviço do conjunto de 2 que Portugal encomendou à Alemanha, concluíndo um processo de aquisição que se arrastou durante 12 anos, com muita polémica à mistura. Podia ser de outra forma? Não, não podia.

Segundo o ministro Santos Silva, este é um equipamento fundamental que vem, e passo a citar, "conferir capacidade dissuasora e de defesa avançada" às Forças Armadas e não poderia estar mais correcto. Qualquer Governo de um país hostil a Portugal irá a partir de agora sentir-se menos encorajado a empreender qualquer tipo de acção bélica contra o nosso país, não vá levar com um contra-ataque fulminante desferido pela nossa valente Esquadrilha de Submarinos que, ainda por cima, irá duplicar em número no início do próximo ano com a chegada do 2º submarino, o Arpão.

Tudo isto justifica plenamente a necessidade deste investimento de quase 1000 milhões de euros, com 7 milhões / ano em manutenção. Esperem até ver a nossa Esquadrilha de Submarinos em acção, dissuadindo a hostil frota pesqueira marroquina, que de forma persistente invade as nossas águas para subtrair pescado, ou ainda, quando a próxima época estival chegar, esta se mostrar temível no combate aos incêndios.

sexta-feira, agosto 27, 2010

Sinalética original nas festas da Senhora da Agonia

Quem reside no Fundão decerto se terá ainda bem viva na memória a praga que há alguns tempos atrás assolou a freguesia e que consistia na proliferação desenfreada de placas de sinalização de Zona de Caça Associativa em sítios tão originais como jardins, quintais e -imagine-se!- até em zonas verdes, de usufruto comum da população, recém-inauguradas.

Na altura, após uma onda de indignação incontida da população, apesar da gratidão de alguns poucos que de imediato encontraram nelas um auxiliar precioso no cultivo de fabáceas, seguiu-se uma contra-praga de tão misteriosos quanto sistemáticos e múltiplos desaparecimentos das ditas placas e até de relocalizações pontuadas de sentido de humor como foi o caso daquela que foi colocada por um popular espirituoso no centro de uma rotunda.

Curiosamente, no passado fim-de-semana, em plena festa da Senhora da Agonia em Viana do Castelo, fomos encontrar uma dessas famosas placas num local bem curioso, junto à Marina. A experiência anterior não nos permite discernir se se trata da efectiva delimitação de uma zona de caça ou se, pelo contrário, estamos simplesmente perante mais um caso de original relocalização perpetrada por um indivíduo que, para o acto, se disfarçou de cabeçudo pele-vermelha.

Aceitam-se teorias.

quarta-feira, agosto 25, 2010

Acidente na A25 - As estradas alternativas que afinal não o eram

Anteontem, no regresso da minha estadia de fim-de-semana por terras de Alto Minho, fui surpreendido, ainda na A29, pela notícia do acidente que ocorrera cerca de uma hora antes na A25, em local para o qual me dirigia. Confiando nas notícias difundidas pela rádio de que o trânsito estava a ser desviado pela N16, entrei na A25. Mal sabia que me esperava uma odisseia que me levaria a casa 6 horas depois mas com a plena certeza de que as alternativas à A25 prometem emoções a rodos.

Não vou tecer conjecturas exaustivas sobre o que causou ou deixou de causar o acidente até porque a análise, é relativamente simples de fazer. A incapacidade de adequar o estilo de condução às condições meteorológicas, por um lado, e a sobreposição do fascínio do sensacionalismo às mais elementares regras de precaução, por outro lado, terminaram no saldo final de 6 mortos e 89 feridos.

Entretanto, esta situação levou, como eu já referi, ao desvio do trânsito por vias alternativas à A25. Confiando no facto de nada ser dito nos sucessivos noticiários quanto à fluência do trânsito para aí desviado e ainda por esta via se perspectivar como alternativa à A25 a partir do momento da entrada em vigor das portagens e pensando eu que reunisse condições razoáveis de circulação, optei por prosseguir na auto-estrada até ao nó do Carvoeiro onde dois polícias se encontravam colocados e a desviar o trânsito para a N16.


Infelizmente, acabei por constatar que a N16 mais não é que uma estrada mais estreita do que a visão de alguns dos nossos governantes, uma via apertada na qual dois camiões não se conseguem cruzar sem o máximo de cuidado, obrigando a sucessivas paragens do trânsito. A conta-gotas o trânsito foi progredindo e, duas horas depois, já tinha conseguido progredir uns notáveis 10km…

A N16... Trânsito bloqueado

Acabei por desistir até porque na ponte sobre o Vouga, junto a Pessegueiro do Vouga, a situação era caótica. Optei por “escapar” em direcção ao nó de Talhadas procurando uma alternativa a Sul. Já nesse nó, abordei um polícia a quem perguntei se não haveria uma alternativa da alternativa ao que este respondeu esclarecedoramente “Oh amigo, até a alternativa da alternativa da alternativa está saturada”. Perante a situação caótica também na N333, paralela a Sul da A25, a sua recomendação foi que eu retrocedesse pela auto-estrada saindo em direcção a Águeda para apanhar o IP3.

Após consulta a um mapa rodoviário que entretanto adquirira para suprir a deficiência informativa em que me encontrava (sem mapa, sem GPS e sem telemóvel já agora, mas com um jornal que entretanto tivera tempo para ler duas vezes naqueles 10km da N16), decidi encurtar o percurso passando pela N230 em vez de descer até ao IP3, dado o grande desvio que isso implicava.



Depois de uma passagem por Águeda onde alguns camionistas espanhóis desesperavam em busca da N1 para Coimbra, a N230 revelou ser uma estrada do tipo “curva à direita, vomita à esquerda” que, ainda por cima, estava ela também imersa num opaco manto de nevoeiro sendo que, para piorar, em muitas zonas a estrada pura e simplesmente não tinha marcações. Prossegui arrojadamente com o ponteiro do velocímetro colado aos 20km/h e, cerca de 2h30 depois de ter deixado o nó de Talhadas, regressava finalmente à A25, retomando o caminho normal para casa.

A N230 no seu melhor. Nesta altura ainda se via alguma coisa.

Toda esta experiência, se dúvidas houvesse, serviu para demonstrar que não há neste momento alternativas consistentes à A25, sendo também de estranhar o facto de uma estrada dita “nacional” não reunir condições de circulação como acontece na N16. É óbvio que se tratou de uma situação excepcional mas, inevitavelmente e sendo a A25 uma via internacional, a entrada em vigor das portagens irá levar ao aumento do tráfego nesta via com inerente circulação de pesados (salvo interdição).

Também é necessário rever os planos de contingência das autoridades em caso de tragédias como as de ontem. Não basta desviar o trânsito apenas por desviar. É necessário desviá-lo de forma a manter um mínimo aceitável de fluidez e, já agora se não for pedir muito, prestando também informações concretas e claras sobre os melhores percursos a tomar pelos automobilistas e não, como referiu um agente no nó do Carvoeiro "Não faço ideia! Só sei que tem de ir pela N16".

sexta-feira, agosto 13, 2010

Vídeo. Sexo Ocasional

Quando se abordam temas tão delicados como o sexo ocasional, há que ter em conta possíveis barreiras de comunicação e eventuais estados depressivos... Também é má ideia abordar o assunto com alguém que esteja a comprar pastelaria local.



Enviado pel'O Visconde
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