sexta-feira, maio 31, 2013

Resumo da semana numa só imagem


Clicar para ampliar.

E aquela do sujeito que tocou guitarra enquanto era operado ao cérebro?

Nos tempos áureos da televisão analógica, a família costumava-se reunir à volta da caixinha mágica para visionar os programas de entretenimento que aí eram transmitidos. No entanto, nem tudo era assim tão passivo à volta do televisor. Havia um outro momento que agregava a família numa actividade bem mais agitada, que obrigava a algum trabalho de sincronização. Estou a falar, claro, do momento em que o chefe de família, a pessoa que, não sabendo o que era isso dos transístores percebia imenso de electricidade e electrónica, subia ao telhado para ajustar a orientação da antena, operação obrigatória após um grande vendaval ou uma mudança de emissor. No piso inferior, o resto da família formava um cordão humano de transmissão de informação que reportava para o telhado se as alterações na orientação da antena surtiam o efeito desejado. "Está pior! Agora está melhor! Melhor! Está bom!".

Foi basicamente isto que a equipa do Centro Médico da Universidade da Califórnia fez há dias durante uma operação a uma paciente chamado Brad Carter, cuja actividade de guitarrista fora seriamente limitada pela doença de Parkinson. O objectivo da operação foi a instalação de um pacemaker para controlar os tremores decorrentes da doença. Durante a cirurgia Brad manteve-se sempre consciente e, para os médicos poderem avaliar se a operação estava a surtir o efeito desejado, foi tocando guitarra enquanto lhe instalavam os eléctrodos no cérebro.

Vale mesmo a pena ver o vídeo da operação:





As melhoras, Brad!

quarta-feira, maio 29, 2013

Anexo SS, o anexo obrigatório que muitos trabalhadores independentes não incluíram na sua declaração de IRS!


Fiquei hoje a saber pelo Facebook que todos os trabalhadores independentes são obrigados a entregar com a sua declaração de IRS um novo anexo, o anexo SS. Trata-se de um anexo criado pela portaria 103/2013 de 11 de Março (ver aqui) que se destina a incluir na declaração de IRS uma declaração que, até agora, era entregue à própria Segurança Social até ao dia 15 de Fevereiro, destinada a declarar o valor dos rendimentos obtidos no ano anterior. Quem não entregar a declaração de IRS com este anexo SS até ao final do prazo, ou seja, até dia 31 de Maio, terá de pagar uma coima de 50 euros.  

Contudo, aquilo que é declarado neste novo é anexo é basicamente aquilo que já era até agora expresso na declaração de IRS, especificamente nos quadros 4 e 7 do já familiar anexo B! Ainda assim, para disfarçar um pouco o facto de se estar e preencher duas vezes a mesma coisa, enquanto no anexo B se discriminam os impostos retidos por cada uma das entidades às quais se prestaram serviços, no novel anexo SS obriga-se a discriminar o valor dos rendimentos obtidos junto de cada uma dessas entidades. Sucede que a relação entre estes dois valores pode ser obtida pelo recurso a uma simples calculadora e nem sequer tem de ser científica, o que leva à questão: para que servem os sistemas informáticos do Estado? Se a Autoridade Tributária e a Segurança Social são ambas parte do Estado, por que motivo tem de ser o contribuinte a assegurar a comunicação entre ambas, sobretudo em algo tão simples de obter por cruzamento de dados (com uma conta pelo meio)?

Os mais ridículo desta situação é que, tendo obrigatoriamente de ser entregue por via electrónica, quando se submete uma declaração de IRS sem este anexo, que -repito!- é obrigatório, não só o sistema de validação não dá qualquer erro como, passado algum tempo, a Autoridade Tributária tem a amabilidade de enviar uma mensagem como esta:  "A declaração de IRS entregue em 2013-05-03 01:03:09, foi considerada certa após validação central.". Tendo em conta que um alerta para anexos em falta não seria nada complicado de implementar, alguém poderá censurar que se diga que isto parece uma tentativa subtil de amealhar "uns trocos", através das coimas aplicadas aos contribuintes menos avisados? Mais ainda se tivermos em conta a quantidade de notícias que nas últimas horas foram publicadas sobre o assunto e que motivaram até, da parte da Segurança Social, a necessidade de publicar uma nota oficial de esclarecimento.


Enviei a minha declaração de IRS sem anexo SS. O que devo fazer?
Quem já tiver enviado a declaração sem esse anexo, pode e deve enviar uma declaração de substituição. Se o fizer até ao próximo dia 31 de Maio não pagará multa. Pode-se usar a aplicação disponível no portal da Autoridade Tributária e, na abertura da mesma, escolher a opção "Declaração pré-preenchida ou anteriormente submetida". Bastará depois acrescentar e preencher o anexo SS, submetendo depois esta nova (e agora sim completa) a declaração. É de salientar que, sendo uma obrigação para todos os trabalhadores independentes, até mesmo para os que também são em simultâneo trabalhadores dependentes, estes últimos não precisam de preencher o quadro 6 do anexo, precisamente aquele onde se discriminam as entidades às quais se prestaram serviços.

O único problema é que, com uma declaração de substituição, os processos de reembolso voltam à estaca zero.

Uma situação já vista
O caso deste anexo SS (Super Secreto como o apelidou a minha estimada Cristina Pinto) levou-me a recordar o triste caso da declaração anual de IVA, que andou nas bocas do Mundo em 2008 (ver aqui). Esta declaração não implicava mais do que o somar dos valores que tinham sido já declarados às Finanças ao longo do ano e também ela era obrigatória, apesar de pouca gente o saber. Na altura, a contestação provocada por tamanha estupidez levou a que a sua obrigatoriedade fosse descartada para a grande maioria dos trabalhadores independentes e ainda à devolução do valor das coimas entretanto cobradas a quem tinha prevaricado. Mas claro, só àqueles que tinham formalmente exigido essa devolução.

Actualização (30-5-2013, 21:50)
Perante a contestação que se fez sentir relativamente a esta pouco divulgada nova obrigatoriedade, o Governo irá prolongar o prazo para de entrega do anexo SS até 30 de Junho. Esta medida não se aplica no entanto à declaração de IRS que continuar a ter de ser entregue até ao final deste mês.


terça-feira, maio 28, 2013

31km a pé pela Gardunha!

A festa de Nossa Senhora da Orada, que acontece sempre no 4º Domingo de Maio, foi em tempos o foco de uma das romarias mais importantes da região, levando a este pequeno recanto da Serra da Gardunha inúmeros fiéis. Pelos trilhos da serra, os romeiros convergiam até ao santuário da Senhora da Orada, local reputado não só pelo milagre que teria estado na base da própria construção da ermida, mas também pela água que ali brota numa fonte, reputada de milagrosa e associada ao relato de várias curas prodigiosas. Disto falarei num próximo artigo.

Numa iniciativa "2 em 1", que serviu de continuação da preparação para o desafio que nos espera já daqui a menos de duas semanas e ainda para evocar a memória da importância desta romaria na tradição e no imaginário lendário da Serra da Gardunha, partimos da aldeia de Alcongosta, num percurso de ida e volta que nos levou a percorrer mais de 30km.


A primeira parte do percurso fez-se pela PR1 - Rota da Cereja, subindo depois até à Penha onde se fez uma primeira pausa para retemperar forças e admirar a paisagem. Uma subida pela escadaria talhada na própria rocha, por cima da famosa "gruta", permite uma excelente vista a 360º. 


Panorâmica do troço realizado, entre o posto de vigia e a Penha...


... e o troço que se segue, na continuação da crista granítica da Gardunha.

Após algumas centenas de metros, o percurso passou a ser feito por corta-mato, seguindo a linha cimeira do maciço central da Gardunha, rumo ao ponto mais elevado desta serra. Trata-se de um percurso extremamente fácil, onde as zonas planas e floridas alternam com os blocos de granito.


Rumo ao topo!


Ao longe, a Estrela (ainda com neve) parece olhar com inveja para o colorido da Gardunha.




O ponto culminante da Serra da Gardunha que, não sei bem porquê, me faz lembrar a aldeia histórica de Monsanto. A mente humana às vezes tem destas coisas.


9km depois do ponto de partida, chegámos ao cume da Serra da Gardunha. Aproveitando a pausa, discutiu-se o caminho a seguir: descer rumo a Castelo Velho e Casal da Serra ou descer para a vertente NO, rumo à Portela. Ganhou a segunda opção, não porque tivesse menos 4km que a primeira mas porque (e a partir de agora escrevo com indignação digital) "o Benfica jogava a partir das 17h".

Passadas os primeiros momentos de dificuldade em o encontrar, acabámos por descobrir o caminho certo escondido entre giestas frondosas. A partir daí, sucederam-se vários quilómetros onde a paisagem estava toda vestida de amarelo, pontilhada aqui e ali por manchas violeta de rosmaninho.



Parte do grupo perdido num mar amarelo, indiferente aos indignados apelos à continuação do percurso por parte da falange benfiquista da comitiva.

O rosmaninho quebra a monotonia da paisagem pela cor e pelo aroma inconfundível.

Finalmente, depois de um rápido reabastecimento de água na nascente do Ribeiro Frio, chegámos à Portela, encruzilhada a partir da qual parte a calçada antiga que desce até à Senhora da Orada. Diz a tradição popular que esta calçada demorou apenas uma noite a ser construída pelo mais improvável dos empreiteiros. Vale a pena recordar a lenda clicando aqui.

A calçada que há alguns anos foi enterrada vai aos poucos voltando à superfície.

Meia hora depois, cerca de 15km após o início do percurso, atingimos finalmente a ermida da Senhora da Orada onde assistimos na primeira pessoa ao milagre da regeneração energética que uma série de belas bifanas bem regadas operou em nós. Para mim o regresso a esta festa teve um significado especial pois já aqui não vinha havia mais de 25 anos.

Depois do almoço, fizemos um pequeno percurso pelo recinto que, diga-se de passagem, é um sítio belíssimo e muito bem cuidado. Como é óbvio matou-se a sede na fonte santa mas, infelizmente, por desaprovação geral, não cumpri um dos objectivos: o de mergulhar a carteira na água para verificar até que ponto esta é mesmo milagrosa.


O rancho folclórico de São Vicente da Beira diante da ermida


Dentro do santuário, perfilam-se vários ex-votos, figuras de cera que representam graças recebidas e fecham o ciclo de uma promessa feita à Senhora da Orada. Representam o objecto da graça pedida e concedida pela Santa: a cura de uma criança ou de uma parte do corpo.


Quantas recordações de romarias passadas haverá neste olhar?



A Senhora da Orada é objecto de um carinho especial por parte da população das redondezas. 


Há uma parte importante da tradição que se mantém. As famílias levam consigo as merendas e algumas acampam autenticamente no local, quer imediatamente à volta do santuário, quer nos campos circundantes.

Aqui o grupo separou-se. Maior parte regressou de carro ao Fundão mas ainda houve quem decidisse regressar a pé, subindo de novo rumo à Portela para daí descer ao longo da ribeira do Tormentoso, rumo a Casal de Álvaro Pires e, pela Rota dos Moinhos, rumo ao Souto da Casa.


Um olhar para trás mostra o vale do Tormentoso imerso também ele em amarelo.


Após vários quilómetros, finalmente o Souto da Casa surgiu no horizonte. O pior foi ter a noção que se iriam seguir alguns quilómetros de subida acentuada.

A partir do Souto da Casa, a estrada asfaltada que leva a Alcongosta foi descartada pelo desgaste que este tipo de piso provoca. A opção recaiu sobre o caminho que sobre rumo ao Picoto, local onde durante uma pausa fomos informados de resultados desportivos que nos levaram a endereçar um pensamento solidário para com alguns companheiros de caminhada que haviam regressado de carro.

O Picoto acaba por ser um local interessante, tanto pela vista que daqui se alcança como pelo facto de se tratar de um local de interesse arqueológico, provavelmente relacionado com o castro de São Brás cujas ruínas estão bem próximas.

Após 1km, o percurso acabou mesmo por ter de ser feito pela estrada, por entre pomares de cerejeira a perder de vista, até Alcongosta, a capital da cereja. 


Sobre os pomares, o céu apresentava um aspecto interessante


No meio de um vale cheio de cerejeiras, eis Alcongosta!

sexta-feira, maio 24, 2013

Palavras de Miguel Sousa Tavares foram inspiração de São Gens

Está a fazer furor a entrevista de Miguel Sousa Tavares ao Jornal de Negócios, hoje publicada, na qual o escritor comparou o presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, a um palhaço. Na entrevista, centrada no seu último livro intitulada "Madrugada Suja", MST referiu a dada altura que 

"O pior que nos pode acontecer é um Beppe Grillo, um Sidónio Pais. Mas não por via militar. Nós já temos um palhaço. Chama-se Cavaco Silva. Muito pior do que isso, é difícil.".

Quem não achou piada a isto foi o próprio Cavaco Silva, tendo já solicitado à Procuradoria Geral da República que analise as palavras do escritor à luz do artigo 328º do Código Penal, que prevê penas de 6 meses a 3 anos e multa não inferior a 60 dias para quem injuriar o Presidente da República por escrito.

Esta situação acaba por ter o seu quê de ironia e até de injustiça visto que, antes de eventualmente ter sido injuriado por MST, Cavaco Silva tinha vindo já a realizar um trabalho deveras interessante no que diz respeito ao denegrir a imagem da Presidência da República aos olhos dos portugueses. 

Há no entanto outra questão que Aníbal Cavaco Silva parece estar a desconsiderar e que é a possibilidade de intervenção divina neste caso. Se o resultado da 7ª avaliação da Troika foi, segundo ele, inspiração de Nossa Senhora de Fátima, quem nos garante que esta declaração de Miguel Sousa Tavares não terá sido inspiração de São Gens (de Roma), o santo patrono dos actores, músicos, humoristas, advogados (!!!) e... palhaços?

Imagem: Histórias com Carlitos

terça-feira, maio 21, 2013

Câmaras captam o momento em que um cão é encontrado nos escombros pela sua dona (Vídeo)

Ninguém ficou indiferente às notícias da destruição, causada ontem por um tornado, na cidade estado-unidense de Oklahoma. Estima-se que o tornado terá tido um diâmetro de 3 quilómetros e que a velocidade do vento terá ultrapassado os 320km/h, tendo ficado no limiar da classificação F5, o nível máximo na escala de Fujita, tendo causado mais de 90 mortos, para além de incalculáveis estragos materiais.

No entanto, em cenários catastróficos como este, há sempre sempre pequenos episódios que servem para reacender a esperança e o moral de quem sobreviveu à tragédia. Este é um desses casos. É esse o caso uma mulher idosa que se refugiou na casa de banho com o seu cão, aparentemente a sua única companhia, e que o perdeu quando a casa se desfez à sua volta. Enquanto relatava a experiência a uma equipa de televisão, eis que o cão é encontrado ainda vivo no meio dos escombros. Vale a pena ver!


(Clicar na imagem)


O trauma dos tornados de 1999

De acordo com as estatísticas, Oklahoma é a cidade anualmente mais atingida por tornados nos Estados Unidos. Para a história ficou o ano de 1999 quando a região foi atingida por nada menos que 66 tornados, tendo o momento mais crítico sido o período de 3 dias entre 3 e 6 de Maio, no qual se registou um tornado de nível F5, com ventos de velocidade superior a 500km/h! Curiosamente, o número de vítimas mortais foi significativamente mais baixo, tendo-se cifrado em 50 mortos.

segunda-feira, maio 20, 2013

Imagens da última etapa da Grande Rota da Transumância



A Grande Rota da Transumância começou no passado 1 de Maio e terminou ontem, ligando as planícies do concelho de Idanha-a-Nova que bordejam o rio Tejo aos planaltos estivais verdejantes da Serra da Estrela. Tratou-se de uma excelente iniciativa de cooperação intermunicipal (Guarda, Idanha-a-Nova, Fundão,  Castelo Branco,  Covilhã, Manteigas e Seia) que, tendo como objectivo a promoção dos produtos locais agro-pecuários, recriou os milenares trajectos da transumância, os corredores de circulação sazonal dos rebanhos, verdadeiras artérias de alimentação da economia das comunidades de outrora. 

O toque de originalidade desta iniciativa teve a ver exactamente com a ligação íntima às práticas da transumância, desde já na forma das próprias caminhadas, que foram feitas na companhia de um rebanho, experimentando depois as várias actividades associadas (tosquia, produção de queijo,...), assim como os sabores.

Não tendo tido oportunidade de participar nos percursos anteriores, consegui felizmente participar no último troço que ligou a zona de Manteigas a Penhas Douradas. Digo felizmente porque deu para tudo: para apreciar um passeio numa zona lindíssima, para participar em excelentes momentos de convívio, reencontrar caras conhecidas (inclusive uma ex-colega de curso que já não via há cerca de 10 anos!), deliciar-me com o pequeno-almoço e um belo almoço tradicional e, last but not the least, recordar com uma certa melancolia os momentos de infância em que acompanhei o meu avô paterno na sua actividade de pastorícia.

O percurso acabou por ser curto, infelizmente, menos de 10km percorridos acima dos 1.000m de altitude (1.500m nas Penhas Douradas), mas nem isso obsta a que sejam dados os parabéns à organização.

Partilho aqui algumas imagens desta jornada de boa memória:



Concentração na Cruz de Jugadas. Após alguns minutos de espera chega o rebanho.


O rebanho estava bem guardado por dois cães da Serra tão mansos quanto fotogénicos


Subida do rebanho para o planalto do Campo de São Romão ou Campo Romano - I

Subida do rebanho para o planalto do Campo de São Romão ou Campo Romano - II


Subida do rebanho para o planalto do Campo de São Romão ou Campo Romano - III


Chegada ao Campo de São Romano ou Campo Romano, onde diz a tradição popular, terão sido encontradas moedas "do tempo dos Césares", assim como vestígios de fortificação, actualmente desaparecidos.


Todo o planalto está actualmente ocupado por searas de centeio.


Os "atiradores furtivos" camuflados pelo centeio.


Entre duas searas, o amarelo das giestas e o rosa da urze (ou érica) cobrem as encostas que se avistam ao longe, tudo coroado pelo branco da neve que caiu nos últimos dias. 

Os caminheiros não se deixaram intimidar pelo frio e aderiram em cerca de meia centena.

Passagem pela Pousada de São Lourenço







Embora chamados ovelhas, os bichos revelaram-se grandes rebeldes, obrigando aqui e ali a um maior esforço por parte dos pastores!








Finalmente, Penhas Douradas à vista!

Um casal de Manteigas extremamente simpático, posando junto a uma "alminha". Durante o almoço foi um prazer sentar-me com eles e ouvir histórias de outros tempos.



O Cão da Serra não serve necessariamente para guardar ovelhas. Também os fotógrafos têm de ser vigiados de perto!


Entrada no bosque para a última meia hora de percurso




Pastores modernos em momento de pausa.


Passagem pela famosa estação meteorológica das Penhas Douradas.




O grande Proença, fotógrafo oficial da Rota da Transumância, mostrando os seus dotes de polícia sinaleiro.


Uma ovelha juvenil, com o freio de desmame, saboreando um belo gelado com sabor a erva

Chegada à colónia infantil de Penhas Douradas, os pastores e o rebanho despedem-se dos participantes


Atente-se no ar resoluto da equipa transumante!


Foto de grupo (parcial)!


Para já os rebanhos pastam nas altitudes em sossego até ao fim do Verão, sendo que em Setembro terá início o percurso inverso, partindo da Serra rumo às planícies da Idanha, percurso que será articulado com o Festival Chocalhos, de Alpedrinha. Alguém se atreve a perder esta oportunidade?

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