terça-feira, maio 29, 2012

Quaresma assobiado durante jogo de matraquilhos

Ainda não refeito da assobiadela com que foi brindado no jogo de Sábado último contra a Macedónia, Ricardo Quaresma voltou a ser alvo do descontentamento dos espectadores, desta vez durante um jogo de matraquilhos que decorreu no hotel onde a Selecção está alojada.


Quaresma, que fazia equipa com Hugo Almeida e jogava contra Helder Postiga e Miguel Veloso, até considera que "a partida não estava a ser nada má", pese embora o resultado enganador de 0-0 aos 30 minutos de jogo.


Os assobios partiram de um grupo de turistas de Macedo de Cavaleiros que se encontrava junto à mesa de matraquilhos. Uma fonte do grupo veio no entanto contradizer as queixas de Quaresma, afirmando: "A gente queria lá saber do jogo! Estávamos era fartos de levar boladas cada vez que o Postiga rematava à baliza!".


quarta-feira, maio 16, 2012

Hábitos do Portugal genuíno!

 

O nosso país, o Portugal genuíno, é feito de tradições, superstições, hábitos e manias que tanto podem provocar o riso mais saudável como a pura indignação. Seja como for, é certo que todo este conjunto constitui um autêntico tesouro imaterial, verdadeiramente único e delicioso.

Esse manancial cultural, porque quer se queira quer não isto é cultura, é exactamente o que vamos procurar explorar num novo projecto que promete dar que falar. No entanto, para que ele possa ter sucesso, precisamos da ajuda de todos vós!

Estamos à procura de expressões, hábitos e manias que fazem do nosso povo, um povo realmente à parte. Vamos "dar o corpo ao manifesto" e ainda "fazer 30 por uma linha" mas, com a vossa ajuda, conseguiremos sem dúvida levar este projecto "a bom porto"! 

Envie-nos as vossas participações por comentário neste artigo ou por e-mail! Desde já, muito obrigado!

terça-feira, maio 15, 2012

Fomos ali num instante resgatar um cão


O rasto na estrada que se vê na foto é o da água que escorreu do escadote com que há minutos atrás tentámos resgatar um cão, algo parecido com um labrador, que se debatia em pânico dentro de um dos tanques de água do centro cívico do Fundão.


Não tendo nada para além do escadote, e apesar de saber que seria de pouco uso dado ser demasiado leve, liguei aos bombeiros pedindo que viessem dar uma ajuda ao animal, cujo ladrar de pânico ecoava pelos prédios à volta. Reticentes, disseram que não tinham nada para resgatar o cão e que este os poderia agredir. Voltei a apelar que viessem retirar o cão e que se munissem de uma simples tábua que bastaria colocar dentro do tanque de forma a que o bicho pudesse usar como rampa. Uma vez que finalmente me foi dito que iriam ver o que podiam fazer, desliguei e aguardei.


20 minutos depois, visto que ninguém aparecia e não conseguindo continuar a ver o cão a debater-se para tentar sair da armadilha em que tinha caído, vestimo-nos e descemos para tentar fazer alguma coisa. Como previsto, o escadote foi de pouca ajuda. O cão esse, olhava para nós com algum receio, não sabendo bem o que esperar. Finalmente, optámos pelo pragmatismo. Pegámos no animal pela coleira, mandando às malvas a tal possibilidade de sermos agredidos e, num vigoroso puxão, conseguimos fazer sair o cão.


Foi bonito ver a alegria do animal que, depois de sacudir aquela água toda, correu em nossa volta, rebolando-se aqui e ali na relva, acompanhando-nos saltitante até à porta do prédio. Mal a fechámos partiu a correr, rumo a um destino que parecia ter como certo. Será que vai levar um ralhete por aparecer a estas horas e completamente molhado em casa?


Uma vez que já não é a primeira vez que um cão cai para dentro de um destes tanques, embora não me lembre de tal ter acontecido à noite, não seria já recomendável adaptar o seu interior para que um animal mais infeliz (já não digo uma criança, que essas devem estar sempre vigiadas) possa sair de lá pelo seu próprio pé? Perdão, pela sua própria pata?

Quando as abelhas se armam em "ocupas"

Numa altura em que tanto se fala dos famigerados e intratáveis "ocupas", no passado Sábado vi-me eu próprio confrontado com uma acção de ocupação, embora com protagonistas bastante diferentes: uma horda de apis mellifera, a abelha europeia "comum".


De passagem pelo solar dos Caetano, custou-me um bocado perceber de onde vinha aquele zumbido e, por momentos, cheguei a recear pelo meu estado de saúde auditiva. Finalmente, olhei para cima e percebi que estava a ser sobrevoado por uma nuvem de abelhas que, resolutas, se dirigiram para a varanda da casa e, já com objectivo pré-determinado, aterraram numa das entradas da habitação, introduzindo-se rapidamente entre as portadas e a porta interior, para aí instalarem a sua nova colónia.


Aqui fica, sem qualquer edição, um conjunto de imagens de vídeo amador captadas no local: 


 

A noite foi portanto dedicada ao realojamento destes inoportunos "Ocupas", operação que acabou por se saldar por um rotundo sucesso, apesar de ter tido direito a uma picada de recordação. Pior ficou o senhor meu superior genealógico que, tendo arriscado não ter qualquer protecção, teve direito a umas 7 ou 8.

O que fazer se forem picados por uma abelha?

Foram ou não picados por uma abelha melífera? É fácil perceber: uma abelha-europeia deixará inevitavelmente o seu ferrão, bolsas de veneno e até parte do intestino na pele da vítima. Ora, aquilo que fizermos para remover o ferrão, e a velocidade com que o fizermos, pode ser decisivo para minimizar a dor e o inchaço subsequentes. Enquanto o ferrão estiver cravado na pele estará a injectar veneno já que as bolsas se contraem em reflexo, como a cauda de uma lagartixa depois de separada do animal.

Por outro lado, se removermos o ferrão pegando-lhe com os dedos, vamos estar a pressionar as bolsas de veneno, aumentando a sua injecção no organismo. Assim, o melhor mesmo será remover o ferrão o mais abaixo possível, junto à pele, de preferência com uma pinça.

É claro que o contacto recorrente com o veneno da abelha pode levar à imunização em relação ao mesmo. Disso tive eu um bom exemplo há já uma vida atrás quando o meu falecido avô paterno, regressado da sua sessão matinal de apicultura, pediu-me que o ajudasse a remover mais de duas dezenas de ferrões que tinha cravado na parte de trás do pescoço e que, por causa disso, não tinha conseguido arrancar.

segunda-feira, maio 07, 2012

Londres, cidade de infinitos detalhes

Londres, que cidade fantástica! Nos próximos dias publicarei aqui alguns artigos sobre a experiência dos últimos dias em Londres mas, para já, aqui ficam alguns dos infinitos detalhes que fazem desta cidade a primeira grande cidade que me fez pensar que conseguiria de facto ali viver. Esta sequência fotográfica (com a arte possível) é dedicada à Di, autora do blogue Roheampton Lane, do qual fui leitor assíduo durante a sua experiência londrina.










































domingo, maio 06, 2012

E porque estamos em época de Dragões...


...que tal este, feito de armaduras e armas das mais variadas épocas? Um verdadeiro dragão de combate, este com que nos deparámos na Torre de Londres.
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